quinta-feira, 14 de março de 2019

Revista Digital Cozinha Com Rosto N.º 3 – março 2019

Ora então sejam muito bem vindos ao lançamento de mais um número da Revista Digital Mensal Cozinha Com Rosto: N.º3  – mês de março de 2019!

Porém, a mesma só se encontrará disponível, de momento, para quem subscrever a Newsletter deste Blog aqui a partir de… agora!

Mas todas as anteriores – Nº1 e N.º2 – já estão mesmo disponíveis para quem quiser através das imagens abaixo, bastando clicar em cada uma delas para fazer o respetivo download:

 

E voltando ao tema da Revista N.º3, mais uma vez tive o cuidado de só conter textos novos a ver com as seguintes categorias:

  • na cozinha
  • à conversa
  • viva melhor
  • as minhas recomendações
  • dicas e utilidades
  • considerações finais

Desta forma mostro-vos abaixo alguns exemplos de páginas:

Entretanto, também chamo à atenção para o seguinte convite expresso por mim numa dessas páginas:

«Desta vez, decidi partilhar convosco, duas receitas da autoria de duas caríssimas seguidoras do meu Blog Cozinha Com Rosto, sendo um  convite a que outros partilhem igualmente aqui receitas que transmitam boas e saudáveis energias, alinham? Para o envio das vossas  receitas escolhidas, por favor, o email é: cozinhacomrosto@gmail.com»

Ou seja, eu teria todo o gosto em continuar a partilhar textos de vossa autoria, sejam eles sobre as vossas receitas preferidas, a sugestão de um livro de culinária ou até contendo a recomendação de um certo restaurante: aceitam o desafio?

Para terminar, porque nós somos o que comemos, especialmente para quem ainda não é subscritor da Newsletter deste Blog, cliquem já aqui de forma a receberem:

  • a Revista Digital Mensal Cozinha Com Rosto
  • a atualização de novos textos aqui no Blog
  • um Ebook de Receitas Cozinha Com Rosto no seu Dia de Aniversário (ver a capa abaixo)

E até ao próximo texto, pedindo-vos para partilharem este texto, de forma a conseguirmos aumentar o número de subscritores em conjunto, porque juntos somos mais fortes, obrigada!

terça-feira, 12 de março de 2019

O Facebook Cozinha Com Rosto faz 5 anos!

Em primeiro lugar, sendo eu também formada a nível profissional na área da Matemática, desde muito cedo que os números prendem a minha atenção, achando muito interessante, o facto do Homem ter conseguido encontrar um certo significado para cada um deles, mediante a sociedade onde está inserido e aquilo em que acredita, de forma a saber guiar-se pelos caminhos que vai trilhando ao longo da vida.

Por exemplo, sendo o número cinco, aquele que está no meio do algarismo nove e também a soma dos primeiros números par e ímpar, o dois e o três, o 5 é, desde Pitágoras, considerado o número da união, da harmonia e do equilíbrio. Está associado ao homem, já que o seu corpo pode ser dividido em cinco partes e os seus cinco sentidos são utilizados para a perceção do mundo.

Santa Hildegarda considerava o número cinco como o número do homem que, dividido em cinco partes, ou cinco quadrados no comprimento e outros cinco na largura, se podiam inscrever num quadrado perfeito, facto que foi representado por Leonardo da Vinci.

Para Pitágoras, o cinco era a harmonia suprema que foi representada na arquitetura das catedrais do período gótico, com as estrelas de cinco pontas, as rosáceas de cinco pétalas e a cruz que também simboliza o número cinco, com as suas quatro retas por oposição a um centro.

 

Outras interpretações:

  • Na China, o número cinco simboliza o centro e o planeta Terra, o casamento de Yin e Yang, ou do Céu e da Terra, e também o número do coração humano.
  • Na Índia, o cinco é a reunião do número dois feminino e do número três masculino e sendo o número de Shiva, na sua manifestação de transformador, é também o número da criação da vida. O pentágono estrelado é também um dos Yantras ou símbolos de Shiva, que domina as cinco regiões da terra e que por vezes se manifesta com cinco rostos.
  • Na América Central pré-colombiana, o cinco era um número divino, que correspondia ao deus do milho e era representado por uma mão aberta.
  • Em África, a simbologia do cinco apresenta características diversas, já que representa o ser incompleto, a instabilidade, o caos, e é considerado, na generalidade, um número que traz consigo um mau augúrio.
  • Para o Islão, o cinco é, pelo contrário, um número de boa sorte, associado ao casamento, às cinco horas de oração, aos jejuns, à lei de vingança até à quinta geração ou ao esconjuro dos cinco dedos contra o mau olhado e à quinta-feira, que é um dia protegido.

Em resumo, os últimos 5 anos, relativamente à minha página do Facebook Cozinha Com Rosto, foram sinónimo de múltiplas partilhas, encontros, emoções, sabores e sensações!

Espero, contudo, continuar esta minha caminhada por muitos mais anos ainda, porque, na verdade, o projeto Cozinha Com Rosto começou exatamente no dia 12 de março de 2014, ou seja, numa altura em que eu não imaginava o que iria resultar dali, de uns primeiros posts cujo único objetivo era somente o de partilhar o que eu ía confecionando por casa, de forma a motivar outros a fazerem o mesmo!

Foi algo que foi surgindo, no início, um pouco a «medo», confesso, mas cheia de vontade de aprender coisas novas e de explorar outro mundo que, afinal de contas, tem tudo a ver com o que nós somos e a todos os níveis!

E aos poucos fui fazendo algumas formações, aperfeiçoando algumas técnicas, pesquisando histórias das receitas mais apreciadas, conversando com alguns profissionais na área da cozinha, participando em alguns eventos, etc.

Considero que sou uma pessoa relativamente curiosa e cada vez mais adepta de uma alimentação mais variada possível e ao mesmo tempo  salutar para o nosso próprio organismo, capaz de influenciar os nossos pensamentos e ações de uma forma positiva, perante uma vida infelizmente cada vez mais agitada e sem tempo para os outros ou até para nós mesmos…

E como também sou professora, observo que os jovens de hoje em dia até têm a sua vida bastante facilitada, em que tudo ganha «asas» facilmente, porém, muitas vezes sem perceberem o real sentido das coisas que observam com um simples clicar no écran do seu telemóvel de topo…

Um conselho: marquem na vossa agenda um encontro com vocês próprios e mimem-se um bocadinho todos os dias, de forma a estarem predispostos a aceitar novos desafios no trabalho, a conhecer novas pessoas, a alterar hábitos, ou seja, a concentrarem-se mais no que mais importa e… seguir em frente, porque eu também acredito no destino, já que nada acontece por acaso, pensem nisso!

E porque não marcarmos já um encontro entre nós, através do intitulado Grupo Fechado do Facebook Cozinha Com Rosto aqui?

É certo que o mesmo já foi inaugurado no ano de 2016, não tendo tido a disponibilidade desejada para o desenvolver, mas agora estou mais predisposta a fazê-lo, vamos lá?

Por outras palavras, esta era a grande surpresa do dia: novo lançamento do Grupo Fechado do Facebook Cozinha Com Rosto!

Acrescente-se ainda que, a partir de agora, terei todo o gosto em deixar entrar todo aquele que mostrar interesse por partilhar, tal como eu: receitas, lojas, restaurantes, livros, eventos, histórias da gastronomia, temas a ver com dietas alimentares, notícias e curiosidades a ver com a cozinha em geral, etc.

E não se esqueçam que ainda continua a ser possível fazerem parte do chamado Livro de Receitas do Grupo Fechado do Facebook Cozinha Com Rosto em formato Excel, sendo já possível voltar a inserir as vossas receitas preferidas aqui!

Para finalizar, como eu costumo enviar, mas só para os Subscritores deste Blog, a tal Revista Digital Mensal Cozinha Com Rosto, gratuita e em formato PDF, por acaso gostariam de ver publicadas algumas das vossas receitas nessa mesma Revista?

Por favor, contactem-me através de cozinhacomrosto@gmail, no caso que terem alguma dúvida sobre este assunto ou então sentirem necessidade de obter mais algum tipo de esclarecimento, obrigada.

(fonte: https://www.infopedia.pt/$cinco-(simbologia))

sexta-feira, 8 de março de 2019

Castanheiro-da índia (texto 16 – by Miguel Boieiro)

Quando excursionamos por terras distantes, novas sensações sucedem-se em catadupa. Se não tirarmos fotografias ou redigirmos diários, as imagens que sucessivamente nos chegam à retina acabam por se sobrepor umas às outras e mais tarde já não nos lembramos de todos os detalhes que presenciámos. Contrariamente ao que se diz, o saber ocupa lugar. A quantidade, ou melhor a variedade das sensações que nos surgem por via visual ou auditiva tende a esgotar a nossa capacidade de retenção. Naturalmente que, do todo que nos é dado presenciar, fica na memória só o que mais nos surpreendeu, quer pela sua originalidade, quer pelo seu ineditismo. Esta conversa vem a propósito de uma viagem que fizemos à Ucrânia há 40 anos, país que, nessa altura integrava a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Ao chegarmos a Kiev, vimos monumentos, igrejas, empresas agroalimentares, pessoas simpáticas e belas paisagens, mas se hoje nos perguntarem qual a imagem mais nítida que guardamos no baú da memória, nessa primavera já distante, perfila-se na nossa mente a encantadora avenida Kreshatik, bordejada de altas árvores pejadas de cachos com flores brancas, rosas e vermelhas.

Tais árvores, especialmente fascinantes na primavera, eram e são os castanheiros-da-índia, cientificamente denominados Aesculus hippocastanum L, que ornamentam muitos parques e jardins citadinos, inclusive na nossa Lisboa.

São árvores muito robustas que integram a família das Hipocastanaceae e logram atingir 40 metros de altura, formando belas copas abobadadas. Contrariamente ao que o seu nome indica, elas parecem ser originárias da região europeia compreendida entre o Cáucaso e os Balcãs. A designação científica é composta por “aesculus” que significa azinheira ou fagácea, “hippos” que evoca os cavalos, na suposição de que os frutos poderiam alimentar os equídeos e ”castanum”, devido à semelhança com os frutos comestíveis da Castanea sativa. Todavia, não devemos confundir as respetivas castanhas porque as do castanheiro-da-índia são muito amargas e algo tóxicas. Quando as trouxemos pela primeira vez, seguimos uma recomendação, que ainda não achámos nos livros: a de as depositar dentro dos armários para afugentar as traças.

O castanheiro-da-índia possui tronco ereto e desenvolve ramagens que formam uma estrutura piramidal. As folhas são caducas, grandes (de 30 a 50 cm), opostas, pecioladas, palmadas e divididas de 5 a 7 folíolos, simulando os dedos da mão. Das flores, já mencionámos que formam atraentes cachos. Os frutos são cápsulas espinhosas que, ao amadurecerem, deixam cair, uma só semente.

Estão registadas muitas propriedades medicinais atribuídas a esta árvore ornamental, por via dos seus numerosos constituintes ativos: taninos, amidos, saponósidos, pectina, potássio, cálcio, fósforo e óleo. O que parece ser mais determinante é uma saponina triterpénica, denominada escina.

A farmacopeia extrai laboratorialmente vários elementos para a preparação de diversos remédios aplicados para as insuficiências venosas: varizes, flebites, equimoses, hemorroidas e para facilitar a circulação sanguínea. Alguns extratos denotam atividade anti-hemorrágica e hipoglicémica que poderão contribuir para o tratamento da diabetes.

Certos autores referem a confeção de uma pomada para utilizar externamente a fim de aliviar os transtornos provocados pelas varizes. Outros enumeram vários usos homeopáticos para os problemas circulatórios. Na Turquia reduzem estas castanhas a pó para tratar as doenças pulmonares e as fragilidades capilares. O óleo extraído das castanhas-da-índia entra no fabrico de muitos cosméticos para proteção da pele e do couro cabeludo.

Para terminar, não poderei deixar de recomendar a todos os interessados, a leitura do “best-seller” do americano James A. Duke, denominado “A Farmácia Verde – Herbário Prático” que, para além dos usos terapêuticos, menciona as opções de dosagem e as precauções (níveis de segurança) a seguir com as drogas provenientes do castanheiro-da índia.

Miguel Boieiro

terça-feira, 5 de março de 2019

Sericaia e a Receita Original do Alentejo!

A Sericaia, também conhecida por Sericá ou Cericá, é um doce tipicamente alentejano, com marcas da doçaria conventual – em que há uma abundante utilização de ovos e canela.

Há quem diga que a sericaia é oriunda da Índia e outros dizem que vem do Brasil – o que se sabe ao certo é que esta receita foi implementada no Alentejo pelas mãos habilidosas das freiras do convento de Elvas e de Vila Viçosa, sendo que a tradição está mais ligada a Elvas, onde o doce é decorado com as famosas ameixas da região.

O toque da canela e a textura fofa fazem deste doce uma verdadeira delícia. No entanto, o segredo deste doce conventual, mais do que os ingredientes utilizados, está na forma de o deitar, num prato de estanho ou barro, às colheradas desencontradas.

Ao cozer a sericaia, esta deverá abrir gretas à superfície, dando-lhe o seu aspeto característico.

RECEITA DA CATEGORIA DE SOBREMESA: Sericaia

Ingredientes:

  • 1/2 limão
  • 0,5 l de leite
  • 1 pau de canela
  • 1 pitada de sal
  • 6 ovos
  • 75 g de farinha de trigo
  • 250 g de açúcar
  • canela em pó q.b.

Confeção:

  1. Ligar o forno a 200° C.
  2. Levar o leite a ferver, juntamente com a casca de limão, o pau de canela e sal; retirar do lume quando estiver pronto e deixar arrefecer.
  3. Entretanto, bater muito bem as gemas com o açúcar até obter um creme fofo.
  4. À parte, dissolver, aos poucos, a farinha no leite, para juntar depois o creme de gemas e açúcar e, mexendo sempre, levar a engrossar em lume brando.
  5. Retirar do calor, tirar a casca de limão e o pau de canela e deixar também arrefecer.
  6. Bater as claras em castelo bem firme e incorporá-las cuidadosamente no preparado anterior, que deverá estar frio.
  7. Levar ao forno o tradicional prato de barro, para aquecer.
  8. Deitar o creme no prato em colheradas desencontradas — uma no sentido do centro para as bordas do prato e a outra atravessada.
  9. Polvilhar abundantemente com canela e levar a cozer cerca de 1 hora, devendo fazer-se o “teste do palito”.
  10. Servir a sericaia simples ou então com ameixas de Elvas por cima.

(fonte: http://www.sobremesasdeportugal.pt/sericaia-alentejo-receita-original/,

segunda-feira, 4 de março de 2019

Feijoada à Transmontana servida com Arroz de Forno!

Matou a fome à tripulação das Caravelas e chegou a ser feita com lentilhas ou grão de bico. Só se tornou feijoada com o desembarque português no Brasil e reinventou-se “à transmontana” quando a aldeia de Candedo, em Bragança, deitou mão à receita.

E por acaso sabia que, por exemplo, foram os portugueses que levaram a receita de feijoada para o Brasil?

Em Portugal, existe o hábito de comer cozido às quintas-feiras e aos domingos. Graças à colonização portuguesa, essa tradição também existe no Rio de Janeiro”, diz o historiador Caloca Fernandes, autor do livro Viagem Gastronômica Através do Brasil.

Em almoço de Domingo Gordo, a intitulada então de Feijoada à Transmontana, nunca falta na mesa das famílias de Trás-os-Montes, acompanhada de arroz branco ou de forno. Alguns preferem juntar-lhe couve portuguesa, outros nabiças. E, se uns a confeccionam com feijão encarnado, outros optam pelo branco. Mas são os enchidos típicos, o entrecosto, o chispe e a orelha de porco que fazem da feijoada um pesadelo para a dieta… e um sonho para os transmontanos, que tanto apreciam uma refeição de peso.

Por tradição, este tipo de prato tradicional, começa a ser preparado logo de manhã, para permitir ser reaquecido antes de servir, pois, segundo os entendidos, ele é preferido reaquecido!

No meu caso, eu optei por usar feijão em lata, para facilitar todo o processo, mas fica igualmente ótima e rica em sabores, para além de ter substituído o chispe e a orelha de porco pelo entrecosto carnudo e toucinho entremeado!

RECEITA NA CATEGORIA DE PRATO PRINCIPAL DE CARNE: Feijoada à Transmontana servida com Arroz de Forno

Ingredientes:

Feijoada:

  • 1 lata grande de feijão encarnado cozido
  • 200 g de entrecosto carnudo
  • 200 g de toucinho entremeado
  • 1 chouriço
  • 1 morcela
  • 1 farinheira
  • 1 alheira
  • 1 cebola grande
  • 2 dentes de alho
  • 1 folha de louro
  • azeite q.b.
  • 1 ramo de salsa
  • 1 dl de vinho branco
  • 1 dl de vinho do porto
  • 1 dl de polpa de tomate
  • 2 cenouras
  • 1 couve pequena
  • 1 colher de sopa de massa de pimentão
  • Sal q.b.
  • 1 malagueta

Arroz no forno:

  • 1 medida de arroz agulha
  • 3 medidas de água em que se cozeram as carnes para a feijoada
  • salsa, azeite e sal q.b.
  • 1 alho
  • 1 cebola pequena

Confeção:

  1. Para preparar esta receita, coza primeiro o toucinho, o entrecosto, o chouriço, a farinheira, a alheira e a morcela, tudo junto num tacho com água e sal q. b., para depois reservar.
  2. Ao mesmo tempo, numa panela, vá fazendo um refogado com o azeite, a cebola e o alho picados, para depois juntar o louro e mais tarde o vinho branco, o vinho do porto, a polpa de tomate, a massa de pimentão, a malagueta, o ramo de salsa, as cenouras descascadas e cortadas aos cubos, o toucinho, o entrecosto, o chouriço também cortado em rodelas e ainda a couve em pedaços, de forma a cozinha tudo coberto com parte da água em que se cozeram as carnes.
  3. Começar a preparar o refogado para fazer o “arroz no forno”, num pequeno tacho, no qual se coloca o azeite, a cebola e o alho picados, só devendo verter-se a água a ferver depois de deixar fritar um pouco o arroz e logo a seguir a salsa q.b.
  4. E assim que o arroz começar a cozer no tacho, retirá-lo de imediato, de forma a ser colocado numa travessa de ir ao forno tapada, deixando-o a acabar de cozinhar a 180ºC durante o tempo que for necessário.
  5. Quanto à feijoada propriamente dita, deve entretanto acrescentar-se, na mesma panela, o feijão, a farinheita, a alheira e a morcela, tudo cortado em rodelas, deixando mais alguns minutos a apurar.
  6. Depois servir de imediato a feijoada acompanhada do arroz que a seguir foi retirado do forno.

(fonte: https://asenhoradomonte.com/2012/09/21/feijoada-a-transmontana/,

https://www.teleculinaria.pt/receitas/carnes/feijoada-a-transmontana/,

http://media.rtp.pt/treze/gastronomia/feijoada-a-transmontana/

https://super.abril.com.br/mundo-estranho/por-que-sabado-e-dia-de-feijoada/)

sexta-feira, 1 de março de 2019

Quer Ganhar 1 Almoço para 2 Pessoas?

O restaurante PURO foi um projeto que abriu em Lisboa com a assinatura do conhecido Chef António Amorim, no passado dia 17 de outubro de 2018, apto a colocar à disposição de quem entra, de segunda a sábado, entre as 7h e as 20h, diversos tipos de opções, no que toca a pequenos-almoços, almoços ou lanches, tudo sempre baseado nos produtos mais frescos existentes no mercado, bem como na utilização mínima de açúcar do tipo refinado, produtos com glúten ou ainda demasiado calóricos!

Ou seja, em resumo:

Puro natural and easy é um restaurante de comida saudável, de autor, feita com os ingredientes mais frescos e saborosos a um preço acessível.”

E se este assunto lhe interessa, então quer dizer que tenho uma boa novidade para lhe dar!

Relembre-se ainda que a minha Página do Facebook Cozinha Com Rosto vai celebrar… 5 anos de existência no próximo dia 12 de março! UAU!

Sendo assim, numa nova parceria estabelecida com o Chef António Amorim, a Página do Facebook Cozinha Com Rosto tem para vos oferecer, no Restaurante Puro natural and easy, um ALMOÇO PARA 2 PESSOAS, com direito a Prato, Bebida e Sobremesa, a combinar até dia 15 de março, sendo muito simples de participar!

Regras de Participação:

  • Gostar” da Página do Facebook PURO natural and easy
  • Clicar em “gosto” no post do sorteio no Facebook Cozinha Com Rosto
  • Nos comentários desse mesmo post, completar a frase «Eu gostava de almoçar com… (@nome da pessoa
  • Partilhar com os seus amigos do Facebook esse mesmo post

O sorteio decorrerá a partir de agora, dia 1 de março, até ao próximo dia 6 de março às 23h59m!

O vencedor será sorteado via Random.org, sendo depois contactado por mensagem privada através do Facebook, para se combinar o almoço com o seu amigo convidado no Restaurante Puro natural and easy até dia 15 de março, tendo 48 horas para o fazer, caso contrário será nomeado outro vencedor.

E atenção que até podem participar várias vezes, desde que identifiquem amigos diferentes, ok?

Boa sorte!

E venham mais… 5 anos da minha página do Facebook Cozinha Com Rosto!