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sexta-feira, 30 de julho de 2021

Receitas Subscritores #52: Bolo Mimoso de Tavira (Algarve)

A Receita de Bolo Mimoso de Tavira (Algarve)

bolo mimoso

«Num território onde abunda a produção de amêndoa, não é de estranhar que muitos dos seus doces tradicionais sejam feitos à base deste ingrediente.

O bolo mimoso é uma das delícias algarvias em que a amêndoa e o açúcar prevalecem, a par de ingredientes como o doce de chila e a canela.

Existem três variantes da receita – a (…) típica de Tavira, em que é adicionada laranja; o bolo mimoso com fruta cristalizada e a receita de referência

(fonte: https://tradicional.dgadr.gov.pt/pt/introducao)

A cozinha algarvia

bolo mimoso

Tal como faço referência na mais recente Revista Digital P´ra Mesa, a Número 17, ainda que seja dedicada ao concelho de Odivelas, está mais do que provado que a gastronomia de um país é todo um dado bastante relevante que importa valorizar, enriquecendo a nossa tradição. Isto porque “ninguém a inventou e inventaram-na todos” (Fialho de Almeida).

E preservar receitas também é preservar uma cultura, logo é nosso dever chamar à atenção para um património imaterial original e único, de forma a não cair no esquecimento!

No caso concreto da cozinha algarvia, a sua riqueza de sabores reside na especificidade e na diversidade dos produtos regionais, mas também na forma original como foi acolhendo as técnicas e procedimentos das receitas dos povos antigos que por ali passaram, nomeadamente os árabes.

Em conclusão: Portugal detém um conjunto variado de produtos alimentares ligados às suas tradições, que por sua vez se interligam com cada uma das regiões de norte a sul país e com a intitulada dieta mediterrânea, ainda que alguns defendam mais a intitulada dieta atlântica, resultado ao mesmo tempo da influência de outros continentes para além-mar!

RECEITA NA CATEGORIA DE TRADIÇÕES:

Bolo Mimoso de Tavira (Algarve)

bolo mimoso

Ingredientes:

  • Sumo e raspa de 1 laranja
  • 200g de doce de chila
  • 250g de açúcar
  • 250g de farinha de amêndoa
  • 40g de farinha
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 40g de manteiga
  • 6 ovos
  • 4 claras
  • Fios de ovos, açúcar em pó e amêndoa laminada para decorar

Confeção:

  1. Pré aquecer o forno a 180º.
  2. Bater as claras em castelo e reservar.
  3. De seguida, bater muito bem os ovos com o açúcar, até obter um preparado esbranquiçado.
  4. Juntar o sumo e a raspa da laranja e a manteiga derretida.
  5. Misturar as farinhas com o fermento e acrescentar tudo ao preparado.
  6. Envolver delicadamente o doce de chila e as claras batidas em castelo.
  7. Deitar o preparado numa forma retangular forrada com papel vegetal.
  8. Levar ao forno durante cerca de 30 minutos.
  9. Tostar as amêndoas laminadas numa frigideira.
  10. Cortar em cubos, decorar com os fios de ovos, o açúcar em pó e as amêndoas laminadas tostadas.

(fonte: https://www.24kitchen.pt)

segunda-feira, 26 de julho de 2021

A Pastelaria Faruque da Urbanização das Colinas do Cruzeiro em Odivelas!

Outro dia passei pela mais recente Pastelaria Faruque situada na Urbanização das Colinas do Cruzeiro, Odivelas, com o intuito de provar o tão aplaudido Croissant com Creme de Ovo e Amêndoa!

Mas claro que também estava à espera de conhecer pessoalmente a proprietária, juntamente com o irmão, Mário Completo, desse mesmo estabelecimento emblemático carregado de histórias do próprio concelho de Odivelas!

E a primeira coisa que fiz foi tomar um cafezinho ao balcão, já que tinha vista para a rua, certamente uma das mais movimentadas daquela urbanização!

Entretanto, fui muito bem recebida, agradecendo, desde já, toda a atenção demonstrada por todas as funcionárias, para logo a seguir chegar a referida proprietária, Manuela Completo, e mais tarde o próprio Chef Xavier, alguém responsável pela parte da confeção dos produtos em si, com os quais detive uma longa e agradável conversa, da qual resultou o presente artigo!

Faruque

Em primeiro lugar, Manuela Completo começou por contar de onde é que afinal tinha surgido aquela ideia de abrir mais um estabelecimento ligado à reconhecida Faruque:

A Faruque, agora situada nas Colinas do Cruzeiro, surgiu muito por causa dos imensos pedidos feitos pelos nossos clientes daqui da zona de Odivelas, sendo pessoas que apreciam muito a qualidade e estavam sempre, entre aspas, a incentivar-nos «vá, quando é que a Faruque vai para as Colinas, porque faz mesmo falta… apesar de já existirem outras coisas, precisávamos de um conceito diferente ligado a uma confeção mesmo artesanal e com o estilo e a qualidade e a tradição a que estamos habituados.» E esta foi uma ideia que foi germinando, mas que, perante a conjuntura da pandemia, foi ficando à espera…

Mas eu acho que todos nós temos que ser proativos quando temos uma determinada crise e temos o mundo a puxar-nos para baixo, tendo precisamente de fazer o contrário, com toda a nossa energia, e ver o que é que podemos fazer para sair desta situação… e, de repente, apareceu, assim do nada, este cantinho aqui e, portanto, não olhámos para trás e foi a altura certa para avançar, em grande aceleração… em apenas um mês, tivemos de fazer várias obras profundas… nada disto era assim, pois tivemos de mexer em tudo e de colocar estas decorações, tendo sido um período bastante difícil para comprar os materiais, uma vez que, nessa altura, calhou mesmo no período da pandemia, logo era mesmo impossível ir a um centro comercial ou a uma loja qualquer comprar alguma coisa…

Conclusão: tivemos de recorrer aos nossos conhecimentos para mandar fazer tudo personalizado, tirando as cadeiras, que é uma coisa mais básica e não dava para fazer de outra maneira, logo foi tudo feito à medida, tudo estufado, ou seja, foi mesmo tudo pensado e contextualizado para o projeto da Faruque!

E uma vez que era um conceito novo aqui, tentámos criar um espaço que fosse acolhedor e elegante ao mesmo tempo, para também dar luz à tradição e ao simbolismo da Pastelaria Faruque em Odivelas, sendo a pastelaria mais emblemática e com a responsabilidade de manter o seu nome de qualidade, estando a ter um feedback bastante positivo!”

Lá está, muitas vezes, um apoio e um incentivo de quem nos quer verdadeiramente bem basta para nos reconfortar a alma e nos ajudar a voar mais alto, ainda que devagar e em segurança!

E foi com muita atenção que ouvi toda aquela história, sentindo, ao mesmo tempo, em cada palavra e tom de voz, toda a paixão depositada num projeto bastante credível e importante para o concelho, nomeadamente para quem reside em Odivelas, como eu, tendo ficado bastante orgulhosa!

Quanto ao espaço propriamente dito, ele estava verdadeiramente elegante e aprazível, em que apetece ficar sentado num sofá bastante confortável, que percorre todas as mesas no seu interior, para além de existirem vários lugares sentados no espaço exterior, estrategicamente montados por baixo de alguns chapéus.

E ainda existe música ambiente, sendo como que um convite a quem passa!

Por outras palavras, na minha opinião, desde que o tempo convide a sair, nada melhor do que tomar um bom café na esplanada, devidamente acompanhado de um maravilhoso brigadeiro, ou então, tal como eu tive a grande oportunidade de experimentar, finalmente, o tal tão aguardado Croissant com Creme de Ovo e Amêndoa ainda morno, juntamente com um ótimo sumo de laranjas espremidas na hora, uau!

Não se pode esquecer que a Urbanização Colinas do Cruzeiro também detém uma população bastante jovem, a quem importa dar a conhecer a própria história do concelho, dignificando-o, de forma a não cair no esquecimento toda uma cultura e tradição baseada numa confeção o mais artesanal possível, apelando a uma alimentação também mais saudável, em alternativa à industrialização e ao intitulado fast-food!

Mas claro que, de acordo com o que o próprio Chef Xavier fez questão de salientar a seguir, no que diz respeito ao próprio ex-libris da Faruque, tem sido sempre a intitulada Marmelada Branca de Odivelas, estando para breve tornar-se, ela mesma, num produto de patente europeia, o que irá dignificar de certeza mais ainda o bom nome da casa!

Já agora, acrescente-se que, a grande mentora do projeto da «nova» Pastelaria Faruque foi Maria Rita Completo, a sobrinha de Manuela Completo, que, no papel de designer, foi quem realmente concebeu todo aquele novo espaço, já depois de ter ajudado a redefinir o próprio logotipo da marca Faruque, detendo também, no seu currículo, algumas especializações ao nível da decoração de interiores, por isso o meu aplauso!

E o Chef Xavier continuou depois a descrever os vários produtos disponíveis para venda:

Temos vários produtos, mas fomos lançando inovações, nomeadamente nos bolos secos tradicionais, complementando com umas cookies… nos húngaros, mantemos a tradição, mas lançamos também um húngaro de marmelada branca com doce de morango e a nossa geleia de marmelo é fabulosa, tal como os brigadeiros de leite e chocolate… ainda temos as nossas castanhas de ovo, para além do nosso bolo rei, ainda que não seja desta época, e as nossas broas, que já têm sido recomendadas em várias revistas, nomeadamente na Time Out e na Sábado, em que fizemos umas entrevistas para mostrar qual é que era o nosso nível de croissants…

Com maior variedade, conseguimos chegar muito mais longe, porque temos vários croissants de massa folhada de brioche, Kinder, chocolate Nutella, coco, noz, amêndoa ou o doce de ovos tradicional e caseiro feito por nós… ou seja, fomos lançando inovações, porque a casa precisava de um ponto de viragem, para não só não ficar parada no tempo, mas também fazer evoluir o antigo…”

Para mim, de facto, uma mistura q.b. entre a qualidade e a inovação foi o ponto alto de todos os produtos que me foram apresentados no interior do estabelecimento, em que, por exemplo, são as gerações mais novas que apreciam muito os croissants de massa folhada, concluindo-se então que foi bastante útil, neste caso, redefinir estratégias!

E muitas das pessoas que por ali passam uma vez, voltam a passar várias vezes, porque ainda existe a parte da padaria:

E ainda temos o pão diariamente, porque também dá sempre jeito levar o pão para casa, atraindo sempre um outro tipo de público que procura uma bola de centeio, pão de cereais, pão de água, pão integral… ao fim de semana fazemos broa de milho…

A parte da padaria também está a correr muito bem e sentimos que esta aposta foi realmente muito válida!”

E no que diz respeito a produtos mais específicos, ligados porventura a certas restrições alimentares, o que costumam ter?”, perguntei eu ao Chef Xavier:

Nós procuramos ir ao encontro de todos, nomeadamente a quem tem alguma dificuldade em encontrar uma casa com produtos mais específicos, não sendo nossa pretensão falhar com essas pessoas, em que gradualmente vamos tentar chegar um pouco a todos, mas tem de ser com calma, porque a questão da pandemia não veio ajudar muito na altura da nossa abertura, mas já estamos a ir novamente ao encontro de todos, para a nossa viragem de página, indo sempre aqui ao alcance daqui de Odivelas, que é nossa pretensão continuarmos aqui, cujo público é bastante acolhedor!

faruque

“Mas como é que veio aqui parar e qual o seu currículo afinal?”, perguntei eu a seguir ao Chef Xavier:

O meu currículo não é muito vasto, mas procurei aliciar-me com novos projetos que fossem interessantes para a minha carreira… e foi por causa do currículo ajudar bastante que eu entrei antes na Pastelaria Versailhes, no Saldanha, Lisboa…

Procuro envolver-me em diversas áreas, pois não são muitos os pasteleiros que o conseguem fazer… eu inovo, mas também tento manter o tradicional… e foi nessa vertente que votaram em mim e que encaixou muito bem na Faruque… e como também obtive experiência num hotel, The Oitavos, ainda ganhei essa parte do requinte e da alta pastelaria ou da pastelaria fina…

faruque

Entretanto, Manuela Completo achou por bem acrescentar o seguinte:

Temos de saber todos dar a volta nos maus momentos e temos de saber criar em conjunto para também fazer frente a esta situação!

Com toda a determinação, foi uma entrega total e vai valer a pena, numa altura em que uma nova gerência começa a abraçar um projeto e a pandemia começa a levar-nos para o precipício, mas para além de não precipitarmos, ainda abrimos uma outra casa e continuamos a crescer, que é sinónimo de que o trabalho que estamos a desenvolver estamos a fazer muito bem e olhe que haja saúde para continuar a projetar a Faruque!

Nós até já tivemos a distinção de sermos uma das melhores pastelarias de Portugal, o top five, que foi uma coisa espetacular que aconteceu na altura da passada quadra natalícia… altura em que apareceu o croissant de oiro

E enquanto proprietária deste espaço, «eu adoro o que fazem aqui», é um comentário muito bom de se ouvir… e o carinho e a delicadeza com que toda a equipa atende, faz com que os clientes sintam uma empatia natural…

Até as próprias entidades de Odivelas nos são gratas, porque a Faruque coloca Odivelas no mapa, tendo sido muito bonita a forma como todos nos acolheram!”

faruque

Para terminar, falou-se na questão de a Pastelaria ter-se rendido também às infalíveis aplicações da Uber e da Glovo, ainda que o preferível seja sempre deslocarmo-nos presencialmente ao local, uma vez que também existe a possibilidade de se optar, por exemplo, à hora de almoço, por uma boa sopa do tipo caseira, de uns salgados, de uma omelete ou ainda de uma saborosa fatia de pizza.

Lá está, quando estamos à mesa, tanto dá para degustar coisas boas e apetitosas, bem como para colocar a conversa em dia!

E então, com esta segunda casa, começaram todas as plataformas a quererem associarem-se à Faruque, por sermos uma das casas que mais gostam de escolher no site de entregas!

Primeiro, era mesmo eu e o meu irmão que fazíamos as entregas, devido também a um sentimento de dever social, pois todos os clientes que diariamente nos visitavam, mereciam a nossa maior consideração, daí querermos também, numa altura de maior fragilidade, colaborar com eles.

Fizemos este esforço todo e são agora os mais novos que querem que entremos pela casa deles, logo de modo nenhum queríamos negar-lhes essa vontade… e da parte das plataformas exigimos o compromisso de que todos os produtos cheguem nas devidas condições.”

faruque

Nota: meu caro leitor deste Blog, no caso de ainda não ser Subscritor, aconselho-o vivamente a tratar disso o mais depressa possível, uma vez que, automaticamente, receberá, no seu email de subscrição, um valiosíssimo Voucher de Desconto a ver com produtos adquiridos na, precisamente, Pastelaria Faruque em Odivelas, não perca!

Basta seguir o link http://eepurl.com/gdUQnT e depois… conte-me tudo!

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Receitas Subscritores #45: Favas com Entrecosto

O prato tradicional de Favas com Entrecosto!

O prato de Favas com Entrecosto normalmente era confecionado na altura da primavera, pois era quando se colhiam as favas!

Mas também está relacionado com a criação e a matança do porco, logo motivo de festa entre familiares e amigos!

Nesta medida juntava-se então o «útil» ao «agradável», tornando-se numa das receitas culinárias mais populares em Portugal!

E se, por um lado, se trata de «comida de conforto», por outro lado trata-se de um prato substancial e bastante nutritivo, que faz parte da tradição gastronómica, apresentando apenas algumas variações de região para região.

E obviamente que o facto de, hoje em dia, se comercializarem as favas igualmente congeladas, dá origem a que este tipo de prato se possa confecionar em qualquer altura do ano, não é verdade?

Pois bem: vamos para a cozinha fazer algo que nos conforta o estômago, mas também a mente?

RECEITA NA CATEGORIA DE TRADIÇÕES: Favas com Entrecosto

favas com entrecosto

Ingredientes: 

  • 1 kg de favas congeladas
  • 400 g de entrecosto carnudo
  • 1 farinheira
  • 1 chouriço 
  • 1 cebola
  • 2 dentes de alho
  • 1 folha de louro
  • 1 dl de azeite
  • 1 dl de vinho branco
  • 1 colher de chá de massa de pimentão
  • 1 colher de sopa de polpa de tomate
  • 1 colher de sopa de banha de porco
  • Sal e pimenta q.b
  • 1 ramo de salsa

Confeção:

  1. Arranjar e cortar o entrecosto aos pedaços, para depois serem temperados com: a massa de pimentão, o sal e o piripiri.
  2. Levar um tacho ao lume com: a banha, o azeite, a cebola, os alhos picados e as folhas de louro;
  3. Deixar refogar por alguns minutos e juntar o chouriço cortado às rodelas;
  4. Acrescentar o entrecosto e deixar fritar um pouco;
  5. Verter a polpa de tomate e o vinho branco, mexendo bem;
  6. Colocar as favas e adicionar água até cobrir tudo na totalidade;
  7. Tapar o tacho e deixar cozer durante 15 minutos em lume forte;
  8. Juntar a farinheira e deixar cozer por mais 30 minutos, em lume médio.

(fonte: https://www.teleculinaria.pt,

https://jornalsabores.com)

sábado, 17 de abril de 2021

Revista Digital P´ra Mesa N.º16 + 9 Vouchers de Desconto + Sorteio Cabaz CharmeRural (finalizado)

Lançamento Oficial da Revista Digital Trimestral “P´ra Mesa” Número 16!

Olá, meus caros leitores deste Blog Cozinha Com Rosto!

É um gosto enorme estar aqui, a partilhar convosco, a minha felicidade em dar-vos a conhecer mais uma edição da Revista Digital “P´ra Mesa”, a Número 16, e que, portanto, vai estar em vigor até ao final do mês junho, vamos a isso?

Por isso, se ainda não é Subscritor deste Blog, trate já disso através do link direto aqui!

E agora perguntam-me vocês…
Mas porque é que eu estou, afinal, tão contente em anunciar-vos esta edição em particular da Revista??

É que, para quem ainda não sabe, a Revista vai ser, desta vez, acerca do concelho onde eu atualmente resido, ou seja, Odivelas, já há cerca de… 12 anos, como o tempo passa…

E por outro lado, também continuamos todos em tempos de pandemia, correto?
Logo, também importa ajudar a revitalizar uma das zonas mais fustigada pelo maldito vírus, em que todos juntos somos sempre mais fortes e nem imaginam a quantidade das histórias que existem para contar por aqui…

Em primeiro lugar: quem é que nunca ouviu falar na famosíssima… Marmelada Branca de Odivelas??

Em segundo lugar: quem é que nunca ouviu falar na encantadora história de amor, entre… o “Magnânimo” Rei Dom João V e a belíssima…. Madre Paula, em que até foi construído, de propósito, uma espécie de «aposento real», mesmo junto aos limites do emblemático… Mosteiro de São Dinis e São Bernardo de Odivelas, cujo monumento, estando agora na posse da Câmara Municipal de Odivelas, irá ser, finalmente, recuperado, devolvendo, assim, um excelente espaço ao serviço da população e para a população, muito bem!!

Mas nada melhor do que ser o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Odivelas a contar-vos todos os pormenores, tal como poderão ler logo nas primeiras páginas da Revista Digital…

Em terceiro lugar, não se esqueçam, de quem é que está sepultado nesse mesmo espaço: o Rei Trovador, mas também Rei Lavrador, devido à criação e o desenvolvimento do Pinhal de Leiria, cidade esta onde eu curiosamente nasci… o Rei Dom Dinis!!

E, já agora, acrescento-vos, também, o seguinte: o próprio nome «Odivelas» terá sido criado por causa de uma certa lenda, segundo a qual, certo dia, quando D. Dinis se dirigia ao local para se encontrar com donzelas do seu agrado, surgiu-lhe, ao caminho, a esposa, D. Isabel de Aragão (mais tarde aclamada de Rainha Santa Isabel), que lhe terá dito “Ide vê-las”, não é fantástico??

E obviamente que vão existir outros tipos de assuntos para ler na Revista, porque, de facto, Odivelas é um município bastante jovem ainda, mas também tem muito para oferecer aos seus residentes, mas não só…

Por isso, não percam mais tempo e inscrevam-se aqui para receberem comodamente, e de forma totalmente gratuita, a Revista Número 16, com cerca de 50 páginas e em formato PDF, no vosso email de subscrição a ver com este blog, não existindo qualquer tipo de pagamento, contendo os seguintes temas:

  • pág. 5: Descubra Odivelas com… Edgar Valles, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Odivelas
  • pág. 21: À conversa com… Raquel Lopes da Pastelaria El Rei D. Dinis em Odivelas
  • pág. 32: As minhas recomendações – Pastelaria Faruque de Odivelas
  • pág. 40: Viva melhor, plantas para colher e degustar – Marmeleiro, por Miguel Boieiro, Diretor da Sociedade Portuguesa de Naturalogia e autor de livros
  • pág. 45: Tema em debate – O Artesanato, o Associativismo e a Associação de Artesanato D. Dinis

E mesmo a terminar este meu artigo de lançamento da Revista Digital “P´ra Mesa” Número 16, gostaria ainda de vos alertar para o seguinte:

  1. Voltaram a existir Vouchers de Desconto para gastar até ao final de junho, uma vez que os receberão logo automaticamente no vosso email, assim que se inscreverem para receber a Revista, tais como:
  2. Participem, desde já, no Sorteio em destaque no interior da Revista até dia 30 de abril, em que um dos Subscritores deste Blog irá ser felicitado com um Cabaz CharmeRural contendo:
    • Marmelada branca de Odivelas
    • Bolinhos de chá alfazema e chocolate
    • Chá Ginginha

sorteio

E até ao próximo artigo,

só porque nós somos o que comemos e toda a cozinha tem um rosto,

Mónica Rebelo do Blog Cozinha Com Rosto:

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Sorteio Finalizado

Venho então desta forma informar, a todos os leitores deste Blog, que o sorteio já se encontra finalizado, tendo sido Clara Duarte a grande Vencedora do Cabaz CharmeRural!

Muitos parabéns para ela e… que venha o próximo sorteio!

Só não se esqueça de ser seguidora, de forma a manter-se sempre informado, meu caro leitor, através do link http://eepurl.com/gdUQnT, sendo tudo gratuito e automático o que recebe no seu email de subscrição!

Só porque… nós somos o que comemos e… toda a cozinha tem um rosto!

Mónica Rebelo do Blog Cozinha Com Rosto, 17 de maio de 2021.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Receitas Subscritores #37: Tarte de S´Mores

A verdadeira receita dos famosos sanduíches de marshmallow tipicamente americanos, S´Mores!

S´Mores

«Um s’more é um petisco tradicional para fogueiras noturnas popular nos Estados Unidos e no Canadá, consistindo de um marshmallow assado no fogo e uma camada de chocolate entre duas fatias de graham cracker. O Dia Nacional dos S’mores é comemorado anualmente em 10 de agosto. O recorde mundial do Guinness para o número de pessoas que fizeram mais s’mores de uma só vez foi de 423, em 21 de abril de 2016, em Huntington Beach, Califórnia.

S’more é uma contração da frase “some more (um pouco mais)”. Uma das primeiras receitas publicadas para um s’more é encontrada em um livro de receitas publicado pela empresa Campfire Smores na década de 1920 onde foi chamado de “Graham Cracker Sandwich”. O texto indica que o petisco já era popular entre os escoteiros e escoteiras. Em 1927, uma receita de “Some More” foi publicada em Tramping and Trailing with the Girl Scouts.

O termo contratado “s’mores” aparece em conjunto com a receita de uma publicação de 1938 destinada a acampamentos de verão. Uma receita de 1956 usa o nome “S’Mores”, e lista os ingredientes como “um sanduíche de dois biscoitos, marshmallow tostado e 1 ½ barra de chocolate”. Um livro de receitas de Betty Crocker de 1957 contém uma receita semelhante sob o nome de “s’mores”.

A publicação de 1958 Intramural and Recreational Sports for High School and College faz referência a “brindes de marshmallow” e “caminhadas s’mores” como faz seu predecessor relacionado, o “Intramural and Recreational Sports for Men and Women” publicado em 1949.

S’mores são cozidos tradicionalmente usando uma fogueira, embora eles também podem ser feitos em casa em um forno, em um micro-ondas ou com um kit s’mores-making. Um marshmallow, geralmente segurado por um espeto de metal ou madeira, é aquecido sobre o fogo até ficar dourado. O marshmallow quente é então adicionado no topo da metade de uma bolacha e um pedaço de chocolate. A segunda metade do cracker é então adicionada no topo.

Vários doces contendo graham cracker, chocolate e marshmallow são frequentemente vendidos como alguns derivados de um s’mores, mas eles não são necessariamente aquecidos ou servidos na mesma forma que os tradicionais s’mores. O s’more em barra da Hershey é um exemplo. Pop-Tarts também apresentam uma variedade s’mores. S’mores podem ser comidos durante a Páscoa, se forem feitos com kosher para marshmallows da Páscoa, chocolate e pão ázimo.»

(fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/S’more)

RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Tarte de S´Mores

S´Mores

Ingredientes:

  • 200 ml de natas
  • 2 chávenas de chocolate meio amargo 
  • Marshmallows a gosto
  • 2 chávenas de migalhas de bolachas digestivas
  • 10 colheres de sopa de manteiga derretida

Confeção:

  1. Para a base, misturar as migalhas de bolachas digestivas e a manteiga derretida.
  2. Pressionar o preparado anterior para baixo e nos lados para cima numa forma de tartes. 
  3. Para o recheio, levar as natas a ferver numa panela pequena e despejar sobre o chocolate numa tigela refratária média.
  4. Deixar repousar um pouco antes de misturar tudo muito bem até ficar homogéneo.
  5. Verter o preparado anterior sobre a base de bolachas na tarteira.
  6. Distribuir os marshmallows por cima, pressionando suavemente antes de colocar no forno só por alguns minutos. 

(fontes: https://lamarcon.com.br/torta-de-smores/,

https://anamargaridapalmeiraebomeeugosto.blogs.sapo.pt/tarte-smores-19452,

https://www.yourcupofcake.com/smores-bars/)