sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Receitas Subscritores #17: O Diospireiro e uma Receita de Bolo de Dióspiro na Patusca

O Diospireiro

Ando cá intrigado por ver que em português se diz dióspiro, tal e qual como na língua helénica, enquanto em espanhol, italiano, francês, finlandês, sérvio, bósnio, japonês e noutras, se diz caqui. Gostaria de entender a lógica por termos adotado uma palavra diferente da de outros países e assim inicio esta croniqueta para que algum sapiente, eventual leitor dos meus despretensiosos escritos, me venha esclarecer, o que desde já agradeço. Afinal, o exercício de transmitir conhecimentos tem também por objetivo adquirir acrescidos saberes com a certeza de que ninguém sabe tudo. Todos juntos é que sabemos… quase tudo, sendo que o “quase” tende para infinito.

Mas vamos ao que interessa! O dióspiro, ou caqui, ou ainda, persimmon, como proferem ingleses e alemães, é o fruto de uma pequena árvore da família das Ebenaceae, cuja designação científica é Diospyros kaki. Tal árvore, oriunda da China e arredores, era considerada exótica e só nos últimos séculos começou a ser cultivada na Europa e na América. Os navegadores portugueses foram os primeiros europeus a alcançar terras orientais e porventura, talvez também os primeiros a conhecer os dióspiros que os chineses comiam como frutos secos. Daí, no século XVII, algumas alusões aos “figos chineses” que lembrariam, pela forma e sabor, os nossos corriqueiros figos passados.

De acordo com os dados obtidos, a China continua a deter a liderança no que respeita aos Diospyros kaki, com mais de 50% da produção mundial, totalizando mais de 3 milhões de toneladas por ano.

Recordo que, há alguns anos, ao passarmos pela cidade de Xian para visitar o famoso espaço museológico do exército em terracota, o nosso autocarro parou num semáforo e ficou à ilharga de um camião de caixa aberta carregado de dióspiros. Por brincadeira, fizemos sinais às trabalhadoras que seguiam no respetivo camião e uma delas, gentilmente, arremessou-nos um dióspiro.

O diospireiro tem folhas simples, alternas, pecioladas, elípticas ou oblongas, brilhantes e um pouco coriáceas, de cor verde que no outono passam a vermelho e caiem completamente.

As flores são pequenas, brancas amareladas e actinomórficas. A espécie é dioica. As flores femininas são solitárias, mas as masculinas surgem agrupadas em feixes.

Os frutos (dióspiros) formam bagas indeiscentes, endospérmicas, ovaladas com cálice persistente, amarelo-avermelhadas quando amadurecem, ficando na árvore mesmo quando a mesma fica despida de folhagem. Note-se que pode haver frutificação mesmo sem polinização, característica que se chama partenocarpia. Neste caso, o fruto não tem sementes que são uma espécie de pevides castanhas. Em solo bem adubado cada árvore pode fornecer até 100 kg de frutos por ano.

Os dióspiros ainda não amadurecidos são intragáveis devido a conterem uma alta percentagem de tanino. Quando maduros, o tanino vai desaparecendo ficando moles, sumarentos e muito doces.

Os diospireiros apresentam uma enorme biodiversidade devido à capacidade de adaptação em diversas condições ecológicas, originando centenas de cultivares. O grande especialista José Mendes Ferrão na sua obra em três volumes “Fruticultura Tropical”, editada pelo Instituto de Investigação Científica Tropical, menciona, para além da espécie kaki que é a mais conhecida, mais uma trintena de espécies de Diospyros, todas com frutos comestíveis, algumas provenientes de países africanos.

Os dióspiros são ricos em tanino, betacaroteno, vitaminas B e C, potássio, ferro, magnésio, cálcio, fósforo, pectina, mucilagens e hidratos de carbono (frutose e glucose).

Ajudam a combater a hipertensão, o colesterol e as doenças cardiovasculares, melhoram a saúde da pele, dos cabelos e dos ossos,
beneficiam a visão e favorecem o trânsito intestinal.

A madeira de todas as espécies de diospireiro é muito dura (lembremo-nos do seu parentesco com o ébano), atingindo valores elevados, tendo em vista a sua utilidade no fabrico de móveis, tacos para jogos de bilhar, “sticks” de hóquei e de golfe e ferramentas.

Os povos orientais preparam tisanas com as folhas secas do diospireiro graças à existência de polifenóis e ao seu potencial oxidante. Visam assim fortalecer os mecanismos imunitários e combater as doenças degenerativas.

Uma referência final às técnicas de polinização cruzada e de destanização (diminuição do teor de tanino) para reduzir a adstringência dos frutos e responder às exigências do mercado. Crescentemente foram alcançadas novas variedades de frutos mais rijos, com maior durabilidade e doçura.

Por todo o lado, eles acham-se hoje à venda nas grandes e pequenas superfícies comerciais, ao contrário do que acontecia há meio século. Pasme-se para o facto deste humilde cronista ter visto dióspiros, pela primeira vez, quando já tinha a bonita idade de 22 anos.

(fonte: texto da autoria de Miguel Boieiro)

RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESAS:
Bolo de Dióspiro na Patusca

Ingredientes:

375 g de farinha para bolos
– 250 g de açúcar
– 3 colheres de chá de canela em pó
– 1 colher de chá de sal
– 125 g de dióspiro esmagado com um garfo
– 4 ovos
– 150 ml de óleo

Confeção:

  1. Untar com manteiga e polvilhar com açúcar uma forma para bolo.
  2. Misturar os ingredientes secos num recipiente e os líquidos noutro.
  3. Misturar tudo muito bem e deitar na forma.
  4. Colocar a forma com a massa de bolo dentro da patusca durante cerca de 30 minutos.
  5. Testar a cozedura com a ajuda de um palito.
  6. Deixar arrefecer antes de desenformar.

(fonte: amodadoflavio.pt/2019/09/receita-de-pao-de-diospiro/)

terça-feira, 24 de novembro de 2020

10 Motivos para Consumir Pólen e uma Receita com Mel e Pólen By Quintal!

O Pólen das Abelhas

Agradecendo, desde já, os produtos cedidos por By Quintal, de acordo com o site Wikipédia, temos que:

O pólen (do grego “pales” = “farinha” ou “pó”) é o conjunto dos minúsculos grãos produzidos pelas flores das angiospermas (ou pelas pinhas masculinas das gimnospermas), que são os elementos reprodutores masculinos ou microgametófitos, onde se encontram os gâmetas que vão fecundar os óvulos, que posteriormente irão se transformar em sementes.

O pólen contém uma grande proporção de proteínas (16 a 40 %) contendo todos os aminoácidos conhecidos, assim como numerosas vitaminas, principalmente as vitaminas C e PP, sendo a principal fonte de proteína na alimentação das abelhas. Outro importante produto fabricado com pólen é a geleia real. Esta composição do pólen pode ser responsável pelas alergias que lhe são atribuídas.

Pesquisas recentes indicam que o pólen é o alimento mais completo e valioso da natureza, pois além de conter todos os aminoácidos essenciais ao organismo humano, também é rico em oligoelementos minerais, fibras, hormónios vegetais e vitaminas. Tem valor nutritivo muito superior à carne ou à proteína de soja e ainda possui propriedade preventivo, antioxidante e antianémica.

Em resumo: ainda que a alergia ao pólen seja a chamada «rinite alérgica», o pólen é vendido como um suplemento nutricional, podendo ser adicionado de enzimas presentes na saliva da abelha, que transformam o pólen em uma massa de maior valor nutricional.

As abelhas coletam o pólen das flores, para a produção do mel, que é o alimento delas, e consequentemente os grãos de pólen ficam presos ao corpo peludo das abelhas. As abelhas passam para outras flores, polinizando-as.

Depois, as abelhas depositam o pólen nos alvéolos dos favos, sendo comprimidas pela cabeça das abelhas operárias, para obter uma massa compacta. Essa massa sofre transformações, não só pelo alto índice de humidade e temperatura interna da colmeia, mas também pela ação de secreções salivares das abelhas, ricas em enzimas e misturadas com néctar.

10 Motivos para consumir Pólen

Agora, de acordo com o site WIKI-MEL, A Enciclopédia das Abelhas, apresento a seguir 10 motivos para consumir pólen:

  1. Potencia a energia: a quantidade de nutrientes contidas no pólen são suficientes para melhorar a disposição ao longo do dia, enquanto que a quantidade de carboidratos, proteínas e vitaminas do complexo B aí contidas aumentam o vigor e ajudam a ultrapassar o cansaço.
  2. Beneficia a pele: ótimo anti-inflamatório para a pele, ajudando a tratar irritações como eczemas e psoríase; os nutrientes presentes no pólen ajudam a proteger a pele e a regenerar as células.
  3. Previne problemas respiratórios: os componentes antioxidantes agem como anti-inflamtórios nos tecidos dos pulmões, prevenindo asma, por exemplo.
  4. Trata as alergias: diminui a quantidade de histaminas, ajudando a combater alergias como asma e rinite.
  5. Melhora a digestão: as enzimas ajudam a digerir os alimentos.
  6. Protege o sistema imunitário: excelente para a flora intestinal e consequentemente para o sistema imunológico, contendo propriedades antibióticas e antioxidantes que protegem as células contra radicais livres.
  7. Ajuda a tratar «vícios»: ajuda a diminuir certos impulsos a ver com a dieta alimentar.
  8. Protege o sistema cardiovascular: com a rutina (bioflavonóide antioxidante), o pólen é um ótimo tonificante para os capilares e vasos sanguíneos, prevenindo infartos e AVCs.
  9. Ajuda no tratamento da hiperplasia na Próstata: diminui a inflamação.
  10. Ajuda a combater a infertilidade: ajuda a estimular e a restaurar os ovários.

RECEITA NA CATEGORIA DE SNACKS:
Panquecas de Alfarroba com Canela, Sementes de Romã, Mel e Pólen

Ingredientes:

  • 75 g de Farinha de Trigo
  • 1 colher de café de bicarbonato de sódio
  • 75 g de Farinha de Alfarroba
  • 1 colher de sopa de açúcar amarelo
  • 150 ml de bebida vegetal de aveia
  • 40 ml de óleo vegetal
  • 1 ovo
  • sementes de romã, mel By Quintal e pólen By Quintal q.b.

(nota importante: relembro que, na intitulada Revista Digital Trimestral “P´ra Mesa” Número 14 lançada aqui, existe um Voucher de Desconto de 10%, na compra de produtos na loja online By Quintal, para utilizar até dia 31 de dezembro, que no caso de ainda não ser Subscritor, faça-o aqui, de forma a receber o Voucher diretamente no seu email!)

Confeção:

  1. Numa taça, juntar a farinha, o bicarbonato, o açúcar e misturar bem.
  2. Adicionar o ovo, a bebida vegetal, o óleo e misturar com uma vara de arames, até a massa ficar uniforme.
  3. Levar ao lume uma frigideira antiaderente, deixando-a aquecer um pouco, para depois untar com um fio de óleo vegetal.
  4. Usar uma concha e verter uma porção de massa até a panqueca ficar douradinha.
  5. Virar a panqueca com uma espátula, deixando-a cozinhar de ambos os lados.
  6. Retirar e repetir a operação com a restante massa.
  7. Servir as panquecas com sementes de romã, mel By Quintal e pólen By Quintal a gosto.

(fonte: http://sweet-gula.blogspot.com)

sábado, 21 de novembro de 2020

Receitas Subscritores #16: Jantar de Aniversário

Fazer anos é sempre uma festa, mesmo que agora sejamos obrigados a festejar fechados em casa!

E por acaso conhece o bolo Battenberg ou Battenburg?

«Battenberg ou Battenburg é um pão-de-ló leve preso com geléia. O bolo é coberto com maçapão e, quando cortado em seção transversal, exibe um padrão de verificação dois por dois distinto, alternadamente colorido de rosa e amarelo. Os grandes padrões quadriculados em veículos de emergência no Reino Unido são oficialmente chamados de marcações Battenburg por causa de sua semelhança com o bolo.

Embora o bolo seja originário da Inglaterra, suas origens exatas não são claras, com as primeiras receitas também usando os nomes alternativos “Bolo Domino” (receita de Agnes Bertha Marshall , 1898), “Rolinho Napolitano” (receita de Robert Wells , 1898), [8] ou “Bolo da janela da igreja”.

Charles Nevin escreveu no The Independent : “O bolo Battenberg é exemplarmente britânico. O primeiro bolo foi feito em 1884 para celebrar o casamento do Príncipe Luís de Battenberg com a Princesa Vitória, a neta da Rainha Vitória e a avó do Príncipe Filipe.” O historiador de alimentos Ivan Day refutou a conexão real e afirma que a simplificação do bolo de quatro painéis ocorreu quando “grandes padeiros industriais, como Lyons” entraram no jogo battenberg – “Suponho que um battenburg de quatro painéis é muito mais fácil de fazer em uma linha de produção”.»

(fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Battenberg_cake)

Por isso, no caso de necessitar de uma ajuda para escolher o menu perfeito para um jantar de aniversário aí em casa, siga já para as minhas propostas abaixo entre uma entrada de “folhados de carne”, um prato principal de “risoto de bacalhau”, umas “bolachas de amêndoa recheadas com leite condensado cozido” e o “bolo de aniversário Battenberg verde”, vamos a isso?

RECEITA NA CATEGORIA DE ENTRADAS:

Folhados de Carne

Ingredientes:

  • 400 g carne mista de picada
  • azeite, oregãos, sementes de papoila, sal e pimenta q. b.
  • 2 dentes de alho
  • 1 cebola
  • 5 quadrados de massa folhada de compra
  • 1 gema de ovo
  • 1 colher de sopa de polpa de tomate
  • 1 colher de sopa massa de pimentão
  • 1 colher de sopa de molho inglês

Confeção:

  1. Pré-aquecer o forno a 180° C.
  2. Tempere a carne com o sal, um pouco de pimenta e um dente de alho picado e reserve.
  3. Numa frigideira, refogar a cebola e os dentes de alho, tudo picado, com um pouco de azeite.
  4. Junte a carne picada e deixar fritar um pouco, mexendo de vez em quando.
  5. Adicionar o vinho branco e deixar evaporar antes de colocar: a polpa de tomate, a massa de pimentão, o molho inglês e os orégãos, deixando cozinhar um pouco tapado e reservar.
  6. Dispor os quadrados de massa folhada num tabuleiro de forno coberto por uma folha de papel vegetal.
  7. Distribuir o preparado da carne mista pelo centro dos vários quadrados de massa folhada, para depois unir as pontas ao mesmo tempo que se pressionam um pouco com os dedos.
  8. Pincelar a parte superior dos folhados de carne com a gema batida com um garfo.
  9. Salpicar a parte superior dos folhados de carne com sementes de papoila.
  10. Levar os folhados de carne ao forno até a massa ficar dourada.

RECEITA NA CATEGORIA DE PEIXE:

Risoto de Bacalhau

Ingredientes:

  • 2 talos de cebolinha fresca
  • 1 alho francês
  • salsa, azeite, sal e pimenta q. b.
  • 2 postas de bacalhau desfiado
  • 1 tomate maduro
  • 2 chávenas de chá de arroz arbóreo
  • 1/2 chávena de chá de vinho branco
  • 1,5 a 2 litros de caldo de peixe

Confeção:

  1. Refogar os talos de cebolinha fresca e metade do alho francês com um pouco azeite.
  2. Juntar o bacalhau e deixar fritar um pouco, antes de acrescentar o tomate maduro picado.
  3. Baixar o lume e cozinhar cerca de 10 minutos, mexendo de vez em quando.
  4. Retificar os temperos com sal e pimenta e reservar.
  5. Numa outra panela, refogar a outra metade de alho francês num pouco de azeite.
  6. Acrescentar o arroz e deixar fritar um pouco antes de regar com o vinho branco e deixar evaporar.
  7. Adicionar 1 concha do caldo de peixe a ferver e deixar cozinhar, mexendo sempre, até o líquido secar.
  8. Despejar mais uma concha do caldo e repetir o procedimento.
  9. Entretanto juntar o refogado de bacalhau e continuar o processo anterior, incorporando o caldo restante e mexendo bem a cada adição, até o arroz ficar no ponto certo.
  10. Distribuir sala picada por cima no momento de servir.

RECEITA NA CATEGORIA DE SNACKS:

Bolachas de Amêndoa recheadas com Leite Condensado Cozido

Ingredientes

  • 200 gr de açúcar em pó
  • 200 gr de miolo de amêndoa
  • 2 claras de ovo
  • Leite condensado cozido de compra e spray dourado alimentar q. b.

Confeção:

  1. Aquecer o forno a 160ºC e forrar um tabuleiro com papel vegetal.
  2. Bater as claras em castelo e adicionar com algum cuidado, e aos poucos, o açúcar em pó, bem como o miolo de amêndoa, até ficar tudo bem incorporado.
  3. Transferir a massa para um saco de pasteleiro, de forma a fazer depois pequenos círculos de massa no tabuleiro afastadas entre si.
  4. Deixar repousar um pouco e levar o tabuleiro ao forno durante cerca de 15 minutos.
  5. Depois de retirar as bolachas do forno, deixar arrefecer um pouco antes de as rechear com leite condensado cozido, para além de lhes colocar um pouco de spray dourado a gosto.

RECEITA NA CATEGORIA DE ESPECIAIS:

Bolo de Aniversário Battenberg Verde

Ingredientes:

  • 1 chávena de chá de manteiga sem sal à temperatura ambiente
  • 1 chávena de chá de açúcar em pó
  • 4 ovos
  • 2 chávenas de chá de farinha com fermento
  • 1 colher de chá de aroma de baunilha
  • 1 frasco de corante alimentar líquido azul
  • geleia de maçã, canela e flor de anis q. b. (ver receita aqui)
  • 1 embalagem de pasta de açúcar branca de compra
  • spray dourado alimentar
  • enfeites de cor azul e verde a gosto

Confeção:

  1. Pré-aqueça o forno a 180 °.
  2. Pulverizar dois tabuleiros iguais com o formato de bolo inglês com spray de cozinha, para depois forrá-los com papel vegetal e ainda pulverizá-los mais uma vez e reservar.
  3. Bater a manteiga e o açúcar em alta velocidade com a batedeira até obter um creme claro.
  4. Adicionar os ovos, um de cada vez, batendo até incorporar.
  5. Adicionar a farinha e divida a massa em 2 porções iguais.
  6. Para uma porção, verter o aroma de baunilha e a quantidade desejada de corante alimentar, de forma a aparecer uma tonalidade verde mexendo tudo muito bem para incorporar.
  7. Colocar a massa num dos tabuleiros reservados, alisando-a para criar uma superfície nivelada.
  8. No outro tabuleiro, colocar aa porção restante da massa, alisando-a também.
  9. Bater os tabuleiros na bancada para reduzir as bolhas de ar e levá-los ao forno até que um palito inserido nos centros saia limpo, cerca de 20 minutos.
  10. Deixe arrefecer um pouco os bolos antes de os desenformar e de os cortar de forma retangular longitudinal em 2 seções iguais.
  11. Usar um pincel para cobrir as seções com a geleia, de forma a empilhá-las, intercalando as cores.
  12. Pressionar os lados juntos e aparar as duas extremidades uniformemente.
  13. Amassar e estender a pasta de açúcar num retângulo de forma a cobrir todo o bolo, exceto as duas extremidades.
  14. Pincelar o topo das seções do bolo com a geleia, colocando-o voltado para baixo no centro da folha da pasta de açúcar branca.
  15. Pincelar todos os lados restantes das seções do bolo com a geleia e envolver a parte restante das seções do bolo com a pasta de açúcar, pressionando e alisando ao mesmo tempo.
  16. Cortar o excedente da pasta de açúcar, de forma a deixar as extremidades das seções do bolo sem pasta de açúcar.
  17. Colocar um pouco de spray dourado ao longo da pasta de açúcar branca antes de colocar o resultado final no prato de servir, decorando depois a gosto com enfeites verdes e azuis.

(fontes: https://www.24kitchen.pt/receita/macarons,

https://www.teatimemagazine.com/blue-battenberg-cake-recipe/,

https://anamariabraga.globo.com/receita/risoto-de-bacalhau-e-alhoporo/,

https://www.pingodoce.pt/receitas/folhado-de-carne-picada/)

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Chakall em Casa!

1 PEDIDO – 3 CONCEITOS – 10 ZONAS – 7 DIAS POR SEMANA

SEM TAXA DE ENTREGA

Não baixar os braços, usar a imaginação e reinventar-se tem sido uma constante na vida do Chef Chakall. E se o ano de 2020 tem sido pródigo em desafios…

Assim, agora também é possível receber em casa uma seleção de pratos dos spots do chef argentino, situados em Marvila! Sem taxa de entrega e 7 dias por semana, é assim que Chakall lança o serviço próprio de delivery Chakall em Casa. Desta forma, o cliente habituado a frequentar qualquer um dos espaços na zona oriental da cidade, pode optar por ter sabores de várias geografias em casa ou no escritório, num horário mais alargado, de forma cómoda e prática. Além de continuar a poder frequentar os 3 espaços ou optar pelo take away, nos horários previstos (embora reduzidos), Chakall oferece agora um serviço de delivery próprio para estar (ainda) mais perto dos seus clientes e amigos. O serviço prevê ainda abranger 10 zonas diferentes da cidade de Lisboa, sempre garantindo a qualidade do serviço e dos produtos alimentares.

Com o serviço Chakall em Casa, podem ser encomendados pratos de três restaurantes em simultâneo: numa só encomenda, podem ser pedidos pratos do El Bulo Social Club, do Refeitório Senhor Abel ou do Chakburger Marvila, para satisfazer todos os gostos, vontades e opções alimentares!

É só escolher do Menu Delivery (ver abaixo) que reúne uma seleção dos 3 espaços mantendo assim a máxima «O Mundo Cabe todo em Marvila», encomendar e…dling, dlong! Receber a encomenda em casa ou no escritório!

chakall

  • Contactos para encomendas: 218 688 023 ou 218 619 027
  • Horário de entregas: Sexta a Domingo 12h-23h30; Segunda a Quinta 12h-22h30
  • Zonas de entrega: Areeiro, Beato, Marvila, Moscavide, Olaias, Olivais, Parque das Nações, Penha de França, Sacavém e Xabregas

(fonte: sururu – comunicação e eventos)

(fotos: direitos reservados)

sábado, 14 de novembro de 2020

Receitas Subscritores #15: História e uma Receita de Feijoada na Bimby

História da Receita de Feijoada

Feijoada é uma designação comum dada a pratos da culinária de regiões e países lusófonos como Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Timor-Leste e Macau. Consiste num guisado de feijão, normalmente com carne, e quase sempre acompanhado com arroz.

É um prato com origem no Norte de Portugal, e que hoje em dia constitui um dos pratos mais típicos das cozinhas portuguesas, com as versões à transmontana, à poveira, portuguesa, dentre outras, e do Brasil, com a chamada feijoada à brasileira, feita com feijões pretos.

Em Portugal, cozinha-se com feijão branco no noroeste (Minho e Douro Litoral) ou feijão vermelho no nordeste (Trás-os-Montes), e geralmente inclui também outros vegetais (tomate, cenouras ou couve) além de carne de porco ou de vaca, às quais se podem juntar chouriço, morcela ou farinheira.

No Brasil, é feita da mistura de feijões pretos com vários tipos de carne de porco e de boi. É servida com farofa, arroz branco, couve refogada e laranja fatiada, entre outros acompanhamentos. Esta versão da feijoada é conhecida como feijoada à brasileira, cuja primeira menção data de 2 de março de 1827 em um anúncio publicado no Diário de Pernambuco, na cidade do Recife, informando que na Locanda da Águia d’Ouro, na rua das Cruzes, às quintas-feiras seria servida “excelente feijoada à brasileira tudo por preço cômodo.

Tipos de feijoada

  • Cachupa, prato típico de Cabo Verde, feito à base de feijão e grãos de milho cozidos, acompanhados com carne ou peixe e vegetais.
  • Feijoada à brasileira, prato típico brasileiro feito a base de feijão preto e carnes salgadas de porco e bovina.
  • Feijoada à transmontana, um prato da culinária portuguesa, feito a base de feijão vermelho e carne de porco.
  • Feijoada poveira, um prato da culinária portuguesa, feito a base de feijão branco e pedaços de carne.
  • Feijoada à moda do Ibo, um prato da culinária de Moçambique, feito com feijão local, galinha e camarão.
  • Maniçoba, também conhecida como “feijoada paraense”, não leva o feijão na sua preparação/ preparo, mas sim as folhas de maniçoba.

(fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Feijoada)

Produtos Endógenos retirados do Cabaz cedido pela Câmara Municipal de Vila de Rei

E ainda antes de passar à minha proposta de Receita de Feijoada confecionada na Bimby, tenho a dizer que mais uma vez foram utilizados produtos endógenos presentes no tal Cabaz oferecido pela Câmara Municipal de Vila de Rei, tais como o painho inteiro (*), o chouriço argola sem côr (*) e a farinheira Beira Baixa sem cor (*), aquando do lançamento da Revista Digital já sua conhecida, a Revista Trimestral “P´ra Mesa” Número 14!

Vamos para a cozinha?

RECEITA NA CATEGORIA DE TRADIÇÕES:

Caldo Verde confecionado na Bimby

Ingredientes:

  • 1 couve coração ou lombarda
  • 1 cebola
  • 2 dentes de alho
  • 4 cenouras
  • 4 tomate
  • 70 g azeite
  • 1/2 pernil fumado
  • 150 g vinho branco
  • 1 cubo de caldo de legumes
  • 1 folha de louro
  • sal q.b.
  • 250 g água
  • 1 malagueta
  • 1 painho inteiro (*)
  • 1 chouriço argola sem côr (*)
  • 1 farinheira Beira Baixa sem cor (*)
  • 1 lata grande de compra de feijão manteiga cozido

Confeção:

  1. Escaldar a couve em água a ferver e reservar.
  2. Colocar, no copo, a cebola, o alho, a cenoura, o tomate e o azeite e programar 5 seg/vel 5, e de seguida triturar 20 seg/vel 7.
  3. Refogar 5 min/Varoma/vel 2.
  4. Adicionar o pernil fumado cortado aos pedaços pequenos, o vinho e programar 3 min/100°C/vel 2.
  5. Adicionar a folha de louro, o cubo de caldo de legumes, 150 g de água, a malagueta, a Varoma com o painho inteiro (*), o chouriço argola sem côr (*) e a farinheira Beira Baixa sem cor (*) e programar 25 min/Varoma/Counter-clockwise operation/vel Gentle stir setting.
  6. Colocar a couve na travessa de servir.
  7. Reservar a farinheira Beira Baixa sem cor (*) e, no copo, colocar o painho (*) e o chouriço argola sem côr (*) cortados em rodelas, o feijão, o restante de água e programar 8 min/100°C/Counter-clockwise operation/vel Gentle stir setting.
  8. Servir a feijoada, depois de retirar a folha de louro e a malagueta, devidamente acompanhada de arroz branco.

(fonte: https://www.mundodereceitasbimby.com.pt/pratos-principais-carne-receitas/feijoada/gra7dirk-6f492-174809-cfcd2-wmp3rchb)