segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Hummus confecionado na Bimby!

A receita que eu preparei para ser apresentada aqui hoje, é incrivelmente saborosa, mas também bastante saudável, para além de ser uma ótima escolha nesta época de verão!

Digamos que se define como sendo um agradável «paté saudável», podendo ser servido, ora como petisco, ora como entrada, acompanhado de tostas e vegetais frescos!

O húmus (ou homus, como também é chamado) é um prato típico árabe, feito originalmente a partir do grão-de-bico, e por norma com taíne (ou nas outras variações tahine, tahin ou tahini, uma pasta de sésamo), para o qual basta tostar rapidamente sementes brancas de sésamo, juntar um pouco de óleo e depois triturar tudo muito bem, sendo assim, um alimento, no seu todo, bastante nutritivo e completo, rico em proteínas, fibras e ferro.

O gergelim ou sésamo (Sesamum indicum) é uma planta originária do Oriente, com propriedades medicinais e com sementes oleaginosas, pequenas – brancas, pretas, vermelhas e amarelas -, sendo cada vez mais valorizadas, não só pelo seu óleo de sésamo, um óleo extremamente resistente ao apodrecimento, como também pelo seu vasto número de benefícios para a nossa própria saúde!

As sementes de gergelim contêm, por exemplo, uma grande variedade de princípios nutritivos de grande valor: lípidos (ou gorduras). Por sua vez, entre as gorduras, encontra-se a lecitina, que desempenha um papel muito importante no nosso organismo: uma excelente fonte de colina, que é uma das vitaminas do complexo B que entra na produção de acetilcolina, um neurotransmissor que aumenta a capacidade mental de alerta e memória; um componente vital das membranas celulares que participa na síntese da bílis e no metabolismo das gorduras e do colesterol.

Por outro lado, também aí se encontram as ligninas, que são fibras com grandes capacidades para reduzir os níveis de gordura do sangue, combater as inflamações, controlar a pressão arterial e desacelerar o envelhecimento, entre outras propriedades.

São ainda ricas em boas proteínas de alto valor biológico, sendo também formadas por 15 aminoácidos diferentes, para além de possuírem um alto poder antioxidante e vitaminas, especialmente a E, do completo B e minerais como ferro, fósforo, cobre, magnésio, cálcio e manganês.

O grão-de-bico, também chamado de gravanço, ervanço, chícharo, ervilha-de-galinha ou ervilha-de-bengala, é uma leguminosa muito distribuída na Índia e no Mediterrâneo e com importantes qualidades culinárias e nutritivas: produto rico em proteínas, sais minerais e vitaminas do complexo B, para além de estimular o bom funcionamento dos intestinos, devido à grande quantidade de celulose contida na casca.

Já agora, o ácido fólico pode igualmente ser encontrado em doses bastante generosas, para além de ser usado pelo nosso organismo como fonte de energia, devido à sua grande quantidade de amido. Acrescente-se ainda que as fibras que contém, sendo na sua maioria fibras solúveis, ajudam o nosso organismo a eliminar açúcares, gorduras e colesterol.

Entretanto:

  • Vários estudos referem a importância desta leguminosa na prevenção de doenças cardiovasculares, assim como no tratamento de vários tipos de anemia.
  • Contém uma generosa quantidade de cálcio, ferro e magnésio, minerais que desempenham funções importantes no nosso organismo.
  • É indispensável numa dieta alimentar equilibrada.
  • Possui uma grande quantidade de triptofano, utilizado para produzir serotonina, responsável pela ativação dos centros cerebrais que dão a sensação de bem-estar, satisfação e confiança.

Última nota: o grão-de-bico é um alimento relativamente barato, que oferece até uma grande versatilidade na culinária, para além de conter pouca água ou gorduras e de ainda ser isento de colesterol, ou seja… vamos para a cozinha?

RECEITA NA CATEGORIA DE SNACKS: Hummus acompanhado de Palitos de Cenoura e de Pepino

Ingredientes:

  • 1 lata grande de grão cozido de compra
  • 1 copo de medida do caldo do grão
  • 1 dente de alho
  • 2 colheres de sopa de sementes de sésamo
  • 40 g de azeite
  • 15 g de sumo de limão
  • Sal, pimenta, pimentão doce e salsa q.b.
  • Cenouras e pepinos q. b.

Confeção:

  1. Colocar, no copo, o grão, o alho e o sumo de limão.
  2. Triturar 10 seg / vel 7.
  3. Limpar as paredes do copo com a ajuda da espátula.
  4. Voltar a triturar 10 seg / vel 7.
  5. Adicionar o sésamo, o caldo, o azeite, o sal e a pimenta.
  6. Misturar 20 seg / vel 5.
  7. Baixar o que está na parede do copo.
  8. Voltar a misturar 20 seg / vel 5.
  9. Colocar o preparado anterior numa taça de servir e regar com azeite, uma pitada de pimentão doce e umas folhas de salsa a gosto.
  10. Descascar as cenouras e os pepinos, cortando depois tudo aos palitos.
  11. Servir o hummus acompanhado dos palitos de cenoura e de pepino. 

(fontes: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A3o-de-bico,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sesamum_indicum,

https://www.mundodereceitasbimby.com.pt/acompanhamentos-receitas/hummus/w6pzlci2-96629-867345-cfcd2-bz8ugj4r,

https://www.celeiro.pt/cuide-de-si/glossario/lecitina,

https://www.vidaativa.pt/a/sementes-de-sesamo/)

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Cozinha Com Rosto em colaboração com Moinhos Vivos de Palmela no Evento "Histórias Com Pão"!

Quem é que não gosta de pão cheiroso e crepitante, a sair do forno e a exalar um tentador e inconfundível aroma a quente?!

Recordemos, assim, a nossa mais tenra infância e aquele apetite voraz enquanto não dávamos a primeira dentada numa daquelas fatias que a nossa mãe preparava… criava-se até uma terrível tentação dentro de nós, olhando para aquela fatia de pão a ser loucamente barrada de manteiga…

Afinal de contas, o pão, alimento fundamental da nossa dieta mediterrânica e gastronomia tradicional, podia ser servido, ora simples, ora acompanhado de manteiga, queijo, fiambre, bem como de azeite. O mesmo podia ser ainda servido torrado ou frito, em sopas de leite, confecionado em açorda ou em migas, ou seja, o pão de outrora era aproveitado até à última migalha, nem que fosse pelas galinhas ou pelos coelhos, na vida árdua dos campos.

Voltemos então aos tempos antigos em que se fazia um pão genuíno, em que se utilizavam as farinhas provenientes dos grãos de milho, trigo e centeio cultivados nos campos em redor da aldeia e que tinham sido ali mesmo ao lado moídos em algum moinho de vento, de água ou até movido a tração animal…

Um pão, digamos que, amassado com a força dos braços, mas repleto de sabedoria e de amor pelo que se faz… um pão cozido em fornos de lenha, esta por sua vez apanhada nas florestas que rodeavam a população, em que o pão até ficava com a casca mais dura, permitindo ainda preservar o miolo tenro por vários dias…

E os “Moinhos Vivos de Palmela” têm sido, assim, um autêntico símbolo da vila de Palmela, com quase 250 anos de história e tradições situados na Serra do Louro inserida no Parque Natural da Arrábida, onde se podem visitar dois moinhos de vento, mas também aprender a fazer o pão à moda antiga, com o recurso ao forno de lenha da padaria!

Nesta medida, venho por este meio convidar-vos a participarem no meu primeiro Evento, que irá realizar-se, e com muito gosto, em colaboração com Pedro Lima, o atual detentor do projeto Moinhos Vivos de Palmela, que é alguém que nunca baixou os braços e que sempre esteve ligado aos moinhos e ao pão que se fazia antigamente na Serra do Louro, sendo o seu objetivo principal: ensinar sobretudo as gerações mais novas de onde é que vem afinal o cereal e como é que se faz o pão!

Basta inscreverem-se, enviando o vosso nome e contacto de telemóvel para o email moinhosvivospalmela@gmail.com, para depois ser só necessário apontarem, na vossa agenda, a data de 29 de setembro de 2019, bem como o horário entre as 9h30m e as 11h!

É que, para além de incluir uma visita guiada ao Moinho de Vento, ainda terão a oportunidade de fazer o vosso próprio pão, bem como de ouvir falar acerca de algumas “Histórias do Pão”!

Não esqueçamos que a história do pão pode ser analisada sob o ponto de vista do desenvolvimento da própria consciência da Humanidade!

Neste sentido, as grandes civilizações antigas (egípcia, grega e romana), tiveram, neste alimento, um centro do seu desenvolvimento. Durante a Idade Média foi, por vezes, o único alimento dos povos; desde a Revolução Francesa até à Iª Guerra Mundial, também assumiu diferentes papéis (económicos, políticos e ideológicos).

Importa então salientar o cultivo e algumas características dos cereais utilizados, algumas técnicas de moagem e o processo de cozedura.

Por último, ainda existe o significado simbólico do pão, como a sexualidade e a fecundidade, a religião e as tradições populares ou os mitos e conhecimentos mais ou menos científicos.

Afinal de contas, o pão é um dos alimentos mais importantes como fonte de energia para o nosso organismo, ainda que se deva variar de pão, de forma a conseguirmos beneficiar da riqueza nutricional de vários cereais, proporcionando quantidades apreciáveis de proteínas, minerais e vitaminas.

E por que não terem ainda o devido acesso a algumas receitas a ver com o pão?

Preparados? 

«Condutava-se o pão conforme as posses. Ao pobre alegrava-o a azeitona e a falca de toucinho da salgadeira, a outros sorriam a linguiça e o paio e o queijo de ovelha ou de cabra.»

(Joaquim Pulga: In “Alentejanando – Estórias e Sabores”)

(fonte: http://www.minhaterra.pt/IMG/pdf/jornalpl46.pdf)

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Revista Digital Cozinha Com Rosto Nº 8

Finalmente, já está no ar o… número 8 da Revista Digital Mensal Cozinha Com Rosto, publicação referente ao mês de agosto de 2019 deste mesmo Blog, podendo ler-se mais abaixo como é que se pode, afinal, ter o devido acesso à mesma!

E um dos grandes destaques deste mês vai para a… entrevista que marca a expansão de mais um produto português, o Pudim do Abade, da autoria do Chef Miguel Oliveira:

 

De qualquer forma, nesta mesma edição, procurei dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo implantado em edições anteriores, com recurso às seguintes categorias e textos correspondentes, para um total de 29 páginas:

  • na cozinha – Sopa de Feijão de Descascar com Feijão Verde da Minha Infância + Bolo de Bolacha com Café e Chocolate
  • à conversa Chef Miguel Oliveira em Entrevista à Cozinha Com Rosto
  • viva melhor – Plantas para Colher e Degustar: Oliveira
  • fora de portas – O Show Cooking mais Circular de Portugal com a EPAL e o Chef Chakall!
  • as minhas recomendações – Limontejo, Limoncello D´ Alentejo
  • curiosidades do mês – Feliz Mês de agosto!
  • as minhas propostas – “Aula de óleos essenciais doTerra” e “Exposição de Fotografia – Francisco M Santos”
  • considerações finais

Mas claro que, para acederem a todos estes tópicos, incluindo-se o facto de eu, por exemplo, recomendar aos meus caros leitores, em “as minhas recomendações“, a leitura da verdadeira história de criação de uma marca com história, Limontejo, o Limoncello do Alentejo, será necessário tornarem-se Subscritores deste Blog aqui!

E tenho a certeza que não vão arrepender-se,  já que é uma Revista totalmente gratuita e em formato PDF, logo feita a pensar para ser lida quando e onde se quiser, à qual todos poderão ter o devido acesso através do respetivo email fornecido.

Isto tudo, só porque… nós somos o que comemos e… até ao próximo texto!

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Tarte de Amêndoa na Bimby!

Já há cerca de um ano, na minha alimentação diária, decidi substituir o tradicional leite de vaca pela cada vez mais reconhecida «bebida vegetal», uma vez que, de quando em vez, continuava a sofrer de algum desconforto aquando da sua digestão, tendo sido a de amêndoa, soja e coco as mais vendidas em todo o mundo durante o ano de 2018, sabiam?

E se, por outro lado, também cada vez mais pessoas sofrem de intolerância à lactose, por que não abordar algo mais a ver com este tema, pensei eu…

Por isso, vamos falar hoje um pouco acerca da própria semente da amendoeira, bem como sugerir-vos, mais abaixo, uma receita de Tarte de Amêndoa, vamos a isso?

É que, para além de se conseguir extrair a tal «bebida vegetal de amêndoa» desse mesmo fruto seco, temos que daí podem igualmente ser extraídos óleos e essências possuidores de propriedades medicinais muito utilizados na indústria de cosméticos e na produção do licor amaretto, por exemplo.

Sublinhe-se, já agora, que, de acordo com o texto aqui, só o volume de negócios gerado por este fruto seco em Trás-os-montes, ronda os oito milhões de euros por ano, resultado de uma produção de cerca de duas mil toneladas, enquanto que a vizinha Espanha, líder europeia de produção, colhe cerca de 220 mil toneladas por ano!

A intolerância à lactose é uma condição na qual as pessoas têm sintomas devido à diminuição da capacidade de digerir a lactose, um açúcar encontrado nos laticínios. Os afetados variam na quantidade de lactose que podem tolerar antes que os sintomas se desenvolvam. Os sintomas podem incluir dor abdominal, inchaço, diarreia, gases e náusea, começando geralmente 30 minutos a duas horas depois de comer ou beber alimentos à base de leite, ainda que não cause danos ao trato gastrointestinal.

E, de acordo com a nutricionista Bárbara de Almeida Araújo, de acordo com o texto aqui, incluir as amêndoas na nossa dieta alimentar significa uma boa fonte de gorduras insaturadas, fibra, vitaminas do complexo B, vitamina E, potássio, magnésio, zinco e fósforo, ajudando, por exemplo, a regular o trânsito intestinal e a controlar a glicémia, para além de prevenir doenças cardiovasculares e até alguns tipos de cancro, ou ainda a progressão da doença de Alzheimer!

Mas ainda antes de passar à minha tal sugestão para hoje de uma receita tradicional portuguesa com amêndoas confecionada na Bimby, vamos, desde já, passar à leitura atenta da chamada «Lendas das Amendoeiras»:

A lenda das amendoeiras conta que havia um rei mouro que casou, trouxe para casar, para viver com ele cá no Algarve uma princesa do norte da Europa e começou a ficar doente e muito triste e ninguém sabia o quem é que a princesa tinha, de maneira que a princesa andava tão doente que ele sem saber o que é que havia de fazer procurou médicos e especialistas para saber qual era o mal da princesa e descobriram que o que a princesa tinha era saudades da terra dela, da neve e das paisagens brancas do país dela e então o rei para não perder a rainha, para fazer, para a princesa, para lhe fazer a vontade mandou plantar amendoeiras em toda a extensão á volta do castelo, do palácio ou que era, e depois quando as amendoeiras floriram a princesa veio á janela e viu tudo branco e ficou curada, reza assim a lenda das amendoeiras em flor.

RECEITAS NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Tarte de Amêndoa (confecionada na Bimby)

Ingredientes:

Massa:

  • 130 g farinha
  • 50 g açúcar
  • 50 g manteiga
  • 1 ovo
  • 1/2 colher de chá de fermento
  • q. b. de sal

Cobertura:

  • 100 g açúcar
  • 100 g manteiga
  • 150 g amêndoa laminada
  • 50 g leite

Confeção:

Massa:

  1. Pré-aquecer o forno a 180ºC.
  2. Untar uma tarteira pequena com manteiga e polvilhar com farinha.
  3. Colocar todos os ingredientes no copo e programar 10 seg / vel 6.
  4. Cobrir o fundo da forma com a massa, picando-a depois com um garfo antes de a levar ao forno cerca de 15 minutos.

Cobertura:

  1. Colocar todos os ingredientes no copo e programar 8 min / 90ºC/inversa/velocidade de colher.
  2. Deitar o preparado anterior por cima da massa, espalhando uniformemente, para logo a seguir ser levada novamente ao forno até ficar tostada a gosto, cerca de 30 minutos.

(fontes: https://nit.pt/fit/alimentacao-saudavel/a-amendoa-e-um-fruto-seco-obrigatorio-na-dieta-ate-para-quem-quer-emagrecer,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Amendoeira,

http://www.lendarium.org/narrative/lenda-das-amendoeiras-4/?tag=780,

livro ABC Bimby)

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Linguini de Tinta de Choco com Camarão

Qual é que é o português que não aprecia um bom prato de massa?

E se o intitulado «linguine» é enriquecido com o sabor da tinta de choco, desde logo exige ser acompanhado de peixe ou marisco, não é verdade?

Mas ainda antes de vos descrever a minha receita reservada para hoje, vamos todos antes saber primeiro um pouco acerca da própria história do «linguine», para entender qual a sua verdadeira origem:

Criado em Gênova, na região da Ligúria, Itália, o linguine é uma massa longa, achatada como o talharim e estreita.

Hoje se sabe que há mais de 2 mil anos o Triticum durum (trigo duro), matéria-prima básica do macarrão, foi levado para a Sicília pelos fenícios. Os sicilianos de origem moura, ao que tudo indica, se encarregaram de inventar a iguaria. Num tratado árabe de 1154 aparece pela primeira vez o modo de preparo da pasta asciutta (macarrão seco). Árabes viajantes cortavam a mistura de farinha e água em fios e os desidratavam ao sol. Assim, duravam meses. As tiras eram chamadas de alitryia (de onde surgiu o nome aletria para o macarrão longo e fino) e, no dialeto siciliano, trujje ou trie.

Antes, já era conhecida a massa fresca. As trujjes são consumidas há mais de 800 anos e deram origem às massas longas – finas, grossas, arredondadas, planas ou furadas -, entre elas o linguine, língua pequena, ou lingue di pàssero, que há séculos faz sucesso em Gênova, onde é servido com famoso pesto. De acordo com a região ou o pastifício que o produz, recebe diferentes nomes, como bavette e trenette, podendo haver pequenas diferenças na largura. Todos ficam ótimos com molho de tomate ou com os clássicos bolognese (tomate e carne), putanesca (tomate, alice, alcaparra e azeitona preta) e carbonara (bacon, ovos e parmesão). Também são servidos com feijão-branco, à arrabbiata (tomate, alho, azeite, queijo pecorino e pimenta), com peixes e frutos do mar e com produtos da cozinha mediterrânea, como berinjela, alho e abobrinha.

É vendido em várias cores, obtidas a partir da adição de beterraba, espinafre, tomate, tinta de lula e até chocolate. “

Portanto, tal como podem ler acima, cuja fonte ainda inclui, no caso de estarem interessados, uma forma de preparar «linguine» em casa, com recurso a uma máquina apropriada para o efeito, a receita que vos trago aqui engloba um tipo de massa praticamente milenar e originária de Itália!

Já agora, chamo-vos também à atenção para o facto de já ter redigido, neste blog, exatamente 6 receitas de minha autoria com «esparguete», outro ingrediente igualmente magnífico e bastante popular entre nós, os portugueses, bastando clicar aqui e… bom proveito!

RECEITA NA CATEGORIA DE PEIXE: Linguini de Tinta de Choco com Camarão

Ingredientes:

  • 200g de linguini com tinta de choco
  • 300g de miolo de camarão descongelado
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 cebola pequena
  • 2 colheres de sopa de polpa de tomate
  • 1 colher de sopa de massa de pimentão
  • 2dl de vinho branco
  • 8 tomates cherry
  • 2 dentes de alho
  • Azeite, sal, pimenta, paprika, sumo de limão e tempero de manjericão seco q.b.

Confeção:

  1. Temperar o camarão com sal, pimenta, paprika e sumo de limão e reservar.
  2. Cozer a massa de linguini com tinta de choco, tal como é recomendado na embalagem, e reservar, retirando-a da água.
  3. Colocar uma frigideira ao lume com o azeite e a manteiga, para depois juntar primeiro os alhos inteiros apenas esmagados com a cebola picada, de forma a deixar refogar um pouco, antes de introduzir os tomates cherry cortados ao meio e destes serem salteados.
  4. Acrescentar o miolo de camarão, a polpa de tomate, a massa de pimentão e o vinho branco, deixando cozinhar durante alguns minutos.
  5. Juntar a massa de linguini com tinta de choco no preparado anterior, com o lume alto, até misturar tudo muito bem.
  6. Espalhar tempero de manjericão seco por cima e servir.

(fontes: https://caras.uol.com.br/arquivo/linguine.phtml,

http://portocanal.sapo.pt/sites/culinaria/www/#!/receita/415 )

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Revista Digital Cozinha Com Rosto Nº 7

Finalmente já está no ar o… número 7 da Revista Digital Mensal Cozinha Com Rosto, publicação referente ao mês de julho deste mesmo Blog, podendo ler-se mais abaixo como é que se pode, afinal, ter o devido acesso à mesma!

E um dos grandes destaques deste mês vai para a… realização de dois excelentes eventos, um a norte e outro a sul do nosso país, logo corram a inscrever-se porque, em ambos os casos, as vagas são limitadas!

De qualquer forma, nesta mesma edição, procurei dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo implantado em edições anteriores, com recurso às seguintes categorias, para um total de 26 páginas:

  • na cozinha
  • viva melhor
  • fora de portas
  • curiosidades do mês
  • as minhas propostas
  • em destaque
  • considerações finais

Mas claro que, para acederem a todos estes tópicos, incluindo-se o facto de eu, por exemplo, propor aos meus caros leitores, em “fora de portas“, uma visita de dois ou três dias à zona de Mafra, sendo que este é um município de mar, campo e praia com alguns dos monumentos mais emblemáticos de Portugal, como o Palácio Nacional de Mafra, Património Mundial da Humanidade desde o passado dia 7 de julho, será necessário tornarem-se Subscritores deste Blog aqui!

E tenho a certeza que não vão arrepender-se,  já que é uma Revista totalmente gratuita e em formato PDF, logo feita a pensar para ser lida quando e onde se quiser, à qual todos poderão ter o devido acesso através do respetivo email fornecido.

Isto tudo, só porque… nós somos o que comemos e… até ao próximo texto!