segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Ementa Especial Natal 2019!

Hansel e Gretel, eram dois irmãos, que viviam com o pai e a madrasta e eram muito pobres.
Certa noite, depois de se irem deitar, Hansel escutou a madrasta dizer ao pai, que levasse as crianças para a floresta e as deixasse lá, pois alguém as poderia encontrar, caso contrário morreriam todos à fome.
O pobre lenhador, ficou muito triste sem saber o que fazer e no dia seguinte resolveu fazer o que a mulher tinha aconselhado.
O pai foi acordar as crianças para irem com ele à floresta apanhar lenha, Hansel que sabia qual era a intenção do pai, foi deitando migalhas pelo caminho.
Quando chegaram à floresta, o pai disse para eles ficarem ali que ele ia recolher lenha e quando acabasse vinha buscá-los.
Ao anoitecer, como o pai não aparecia, eles tentaram regressar seguindo as migalhas que Hansel tinha deixado cair pelo caminho. Mas verificaram que os pássaros tinham comido as migalhas de pão e não conseguiram encontrar o caminho.
Ao andarem pela floresta, encontraram uma casa e verificaram que era de chocolate, não resistindo começaram a comê-la. Quando ouviram um voz:
– Quem está comendo a minha casinha?
E apareceu uma velhinha, que os convidou a entrar.
A velhinha era uma bruxa má, que prendeu Hansel num quarto e Gretel passou a ser sua criada. Tinha de lhe fazer todo o serviço e alimentar bem o Hansel, pois a bruxa queria comê-lo e todos os dias pedia o dedo do rapaz para verificar se ele estava mais gordinho, mas como ela via mal ele dava-lhe um osso, até que certo dia a bruxa verificando que ele não engordava, ordenou à menina para preparar o forno, pois naquele dia iria comer Hansel.
Gretel preparou tudo e depois disse à bruxa, parece-me que o forno está bom, mas não consigo ver, a velha bruxa, colocou-se em cima de um banco e debruçou-se para o forno, a menina com a pá empurrou a velha para dentro do forno e trancou a porta.
Gretel soltou o irmão, e ambos abriram um baú que estava cheio de moedas de ouro.
Conseguiram encontrar o caminho de volta a casa e quando o pai os viu chegar abraçou-se a eles e disse que nunca mais se iriam separar.
E viveram felizes.

(fonte: https://mundodafantasia.blogs.sapo.pt/636.html)

O conto acima ajudou a construir, no imaginário de milhões de crianças, uma ideia de “casa de história de encantar” que se tornou praticamente universal!

E, no século XIX, muitas casas vitorianas começaram a ser enfeitadas com elementos inspirados nas rendas de açúcar e na confeitaria, tendo-se popularizado, nos anos de 1920, nos Estados Unidos, casas ao estilo de “Hansel e Gretel”.

Portanto, este ano, decidi experimentar a construir um exemplo de uma “Casinha de Gengibre”, também alinham?

Importa não esquecer que o Natal é o cenário perfeito para as “histórias de encantar”, não concordam?

Vamos para a cozinha?

RECEITA NA CATEGORIA DE ACOMPANHAMENTOS: Migas com Espinafres, Broa de Milho e Feijão Frade

Ingredientes:

  • 6 dentes de alho
  • 2 dl de azeite
  • 200 g de espinafres frescos
  • 200 g de broa de milho
  • 200 g de feijão frade cozido
  • sal, pimenta e pimentão doce q. b.
Confeção:
  1. Fritar os alhos picados no azeite, antes de acrescentar os espinafres, deixando cozinhar tudo um pouco;
  2. Juntar depois a broa de milho esfarelada, misturando tudo muito bem, de forma a deixar alourar um pouco;
  3. Adicionar o feijão frade, para além de temperar a gosto com sal, pimenta e pimentão doce;
  4. Reservar.

RECEITA NA CATEGORIA DE PEIXE: Bacalhau com Natas

Ingredientes:

  • 6 postas de bacalhau demolhado
  • 1 cebola
  • 2 dentes de alho
  • 2 dl de azeite
  • 200 g de batatas fritas palha de compra
  • 400 ml de molho béchamel de compra
  • noz moscada e queijo ralado q. b.
Confeção:
  1. Cozer o bacalhau em água a ferver;
  2. Pegar numa panela antiaderente e fazer aí um refogado com as cebolas e os alhos, tudo devidamente picado, no azeite;
  3. Escorrer o bacalhau, para logo a seguir retirar a pele e as espinhas, de forma a ser desfiado antes de ser colocado no preparado anterior;
  4. Depois de deixar cozinhar um pouco o bacalhau, em lume brando, adicionar as batatas fritas palha, mexendo tudo muito bem;
  5. Verter o molho béchamel, juntamente com a noz moscada a gosto;
  6. Preparar um tabuleiro de ir ao forno, para depois espalhar o preparado anterior e ainda o queijo ralado a gosto por cima;
  7. Levar o tabuleiro ao forno, a 180ºC, até o queijo começar a alourar;
  8. Servir o Bacalhau com Natas acompanhado das Migas com Espinafres, Broa de Milho e Feijão Frade (ver receita anterior).

RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESAS: Fatias Douradas no Forno

Ingredientes:

  • 1 baguete fatiada, preferencialmente com 2 dias
  • 1/2 l de leite
  • 2 ovos 
  • 2 paus de canela 
  • 1 colher de sopa de melaço
  • 2 casquinhas de limão
  • canela em pó e mel q. b.
Confeção:
  1. Levar o leite ao lume até começar a ferver, juntamente os paus de canela e as casquinhas de limão;
  2. Passar as fatias de pão pelo leite, depois de o deixar arrefecer um pouco, deixando-as a demolhar alguns minutos;
  3. Bater os ovos, adicionar o melaço e passar as fatias por esta mistura;
  4. Espalhar as fatias de pão pelo tabuleiro de ir ao forno, não esquecendo de colocar primeiro uma folha de papel vegetal;
  5. Levar o tabuleiro de ir ao forno, a 180ºC, até as fatias começarem a dourar;
  6. Retirar as fatias douradas do forno, espalhando um pouco de mel e canela em pó por cima, antes de servir.

RECEITA NA CATEGORIA DE OUTRAS RECEITAS: “Casinha de Gengibre”

Ingredientes:

Casinha de Gengibre

(nota importante: para construir a casa, incluindo as paredes, o telhado, as portas e as janelas, bem como os pinheiros, as estrelas, as pedras, o anjo, o boneco de neve e o boneco, mas também algumas bolachas de gengibre para oferecer aos convidados, sugiro utilizar as quantidades discriminadas a seguir por 2x)

  • 500 g de farinha sem fermento
  • 100 g de açúcar amarelo
  • 200 g de manteiga à temperatura ambiente
  • 200 gr de mel
  • raspas de limão q. b.
  • 1 colher de sopa de gengibre em pó
  • 1 colher de sopa de canela
  • 2 ovos
  • 1 pitada de sal
  • gomas, chocolates e marshmallows, entre outros tipos de enfeites a gosto, de diversos tipos e cores

Glace real

  • 300 g de açúcar em pó
  • 2 claras de ovos
  • gotas de sumo de limão q. b.
Confeção:
  1. Numa tigela, juntar e misturar muito bem a farinha sem fermento, o açúcar amarelo, o gengibre em pó, a canela em pó, o sal e as raspas de limão;
  2. A seguir, verter o mel e a manteiga e amassar tudo, com a ajuda de uma batedeira elétrica, até obter uma massa homogénea;
  3. Deixar a massa repousar no frigorífico, durante uma ou duas horas, de forma a ganhar uma certa consistência para poder ser estendida; 
  4. Preparar os moldes da casa e dos pinheiros, usando:1 folha de cartolina, 1 tesoura, 1 régua e 1 lápis;
  5. Para estender e cortar as partes respeitantes à “casinha de gengibre”, preparar a mesa de trabalho: estender uma folha de papel vegetal na superfície de trabalho, para depois espalhar um pouco de farinha e ainda por cima uma segunda folha de papel vegetal, de forma a estender a massa com cerca de 5mm de espessura sem estar em contacto direto com o rolo;
  6. Espalhar um pouco de farinha, antes de colocar os moldes, por cima da massa estendida, e cortar tudo com uma faca afiada;
  7. Cortar também alguns quadrados de massa, com cerca de 5 cm de lado, para imitar as janelas e as portas, para além de várias bolas pequenas de massa, para imitar as pedras e os puxadores das portas e janelas;
  8. Cortar ainda as restantes figuras apresentadas nas imagens, com recurso a diversos tipos de cortadores em plástico ou em alumínio de compra;
  9. Distribuir as peças, com cuidado, pelos tabuleiros de ir ao forno, devidamente acompanhados de uma folha de papel vegetal, e levar tudo, pouco a pouco, ao forno, a 180ºC, até começar a dourar;
  10. Nota importante: à medida que as peças forem saindo do forno, passar-lhes logo o rolo por cima para alisar as irregularidades e deixar arrefecer bem;
  11. Preparar a Glace real: bater as claras em castelo bem firme, para logo a seguir juntar o açúcar em pó, aos poucos, e sempre com a batedeira em movimento, tal como as gotas de sumo de limão;
  12. Montar a “Casinha de Gengibre” por cima de uma tábua de madeira: colar as peças da casa com a ajuda da glace real colocada dentro de um saco de pasteleiro, comprimindo, ao mesmo tempo, um pouco, umas partes contra as outras, podendo até utilizar-se certos utensílios, como copos ou garrafas de plástico pequenas ou ainda potes de vidro de diferentes tamanhos, de forma a ajudar a segurar tudo até secar, tal como se pode observar aqui.
  13. Decorar a “Casinha de Genbibre”, com a ajuda gomas, chocolates e marshmallows, entre outros tipos de enfeites a gosto de diversos tipos e cores, mas sempre com recurso ao Glace Real, de forma a fixar devidamente todas as peças envolvidas de acordo com o que é exibido nas imagens.

(fonte: https://www.vaqueiro.pt/receitas/detalhe/2180/bacalhau-com-natas,

https://www.youtube.com/watch?v=UVXzGimdYYw,

https://www.apitadadopai.com/rabanadas-no-forno-saudaveis/,

https://mundodesofia.pt/casinha-gengibre/,

http://2015.meiasmarias.com/pt/como-fazer-a-casinha-de-gengibre/,

https://www.youtube.com/watch?v=kfFP8Q7UAH8,

https://www.youtube.com/watch?v=UUG1Vu4x8Eo)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Charlotte de Tiramisù com Frutos Silvestres

Por acaso sabem qual é que é a sobremesa preferida do Papa Bento XVI? Pois bem, o… tiramisù!

O tiramisù [tiramiˈsu] (em vêneto, tirame-sú ; em italiano, tirami su, de tira + mi + su: “levanta-me” ou “puxa-me para cima”, assim chamado por ser muito energético) é uma sobremesa tipicamente italiana, possivelmente originária da cidade de Treviso, na região do Vêneto, e que consiste em camadas de biscoitos de champagne, também chamados de biscoitos tipo inglês ou palitos a la reine (ítem este que pode ser substituído por pão de ló) embebidas em café (confeiteiros/as profissionais geralmente dão preferência ao uso do café solúvel, tipo Nescafé, por ele permitir maior precisão no controle da receita) entremeadas por um creme à base de queijo mascarpone, creme de leite fresco, ovos, açúcar, vinho do tipo Marsala e polvilhadas com cacau em pó e café.

E há diversas hipóteses sobre a sua origem:

  • no século XX, após a Segunda Guerra Mundial, em Treviso, Vêneto, no restaurante “Da Alfredo”, a primeira casa do grupo “Torlá”. O nome viria da sobremesa energética “che ti tira su” (que te faz levantar) usada para revigorar boêmios, em especial nas noitadas dos bordéis (case chiuse) do Vêneto. Todavia, o próprio restaurante não reivindica sua criação.
  • no início dos anos 1950, tendo sido criado no restaurante Le Beccherie, em Treviso.
  • origem em Florença, Toscana, num banquete em homenagem a Cosme III de Médici (1642 – 1723), quando foi chamada “Zuppa del Duca”.

Já agora, acrescento que este bolo foi o que eu escolhi para celebrar o meu aniversário no passado dia 3 de dezembro, portanto muitos parabéns e felicidades a todos os sagitarianos, inlcuindo eu própria!

E porque é que eu o escolhi, perguntam-me vocês, meus caros leitores: eu escolhi este bolo porque não demoramos muito tempo a confecioná-lo, porque não é preciso ir ao forno, sendo só uma questão de o deixar no frigorífico algumas horas antes de servir, para além de que fica sempre bem no centro de qualquer mesa!

Claro que existem algumas variações, estando até a pensar em fazer outro do género brevemente, por isso estejam atentos e… mãos à obra!

Alguns conselhos:

  • O café deve estar morno quando molhar os palitos, porque se estiver muito quente ficam demasiado encharcados e moles.
  • Atenção que o lado que se deve molhar nos palitos deverá ser o lado que fica para dentro.
  • A montagem dos palitos na forma faz-se logo no início, para que o creme, depois de pronto, não corra o risco de começar a solidificar por efeito da gelatina.
  • A gelatina, depois de diluída, deve ser usada rapidamente, mal atinja uma temperatura tépida; caso contrário começará a solidificar e não ficará bem incorporada no creme.
  • Não diluir a gelatina em água muito quente, já que perde propriedades de solidificação; mas também não a deve verter quente sobre um creme frio para evitar choques térmicos que a façam solidificar instantaneamente, criando fios no creme.
  • Para evitar choques térmicos que possam alterar drasticamente o comportamento da gelatina, deve fazer esta sobremesa com os ingredientes à temperatura ambiente, nomeadamente os ovos e o queijo.
  • Polvilhar com cacau e colocar os frutos silvestres, só na hora de ir para a mesa, porque se a charlotte voltar voltar para o frigorífico depois disso, irá humedecer o cacau e as frutas.

RECEITA NA CATEGORIA DE ESPECIAIS: Charlotte de Tiramisù com Frutos Vermelhos

Ingredientes:

  • 300 ml de café forte
  • Palitos la reine q.b.
  • 4 ovos
  • 125 g de açúcar amarelo
  • 250 g de queijo mascarpone
  • 3 colheres de sopa de rum
  • Cacau em pó q.b.
  • 4 folhas de gelatina
  • Frutos silvestres e folhas de hortelã q. b.

Confeção:

  1. Fazer o café, juntando logo a seguir uma colher de sopa de açúcar (retirada dos 125 g da receita) e uma colher de sopa de rum, deixando-o arrefecer um pouco.
  2. Preparar a forma redonda de prato removível, colocando-a logo sobre o prato de servir o bolo, mas sem o referido prato.
  3. Passar rapidamente, um dos lados dos palitos pelo café, para logo a seguir forrar a parte de baixo e as paredes da forma, cujo lado humedecido deve ficar virado para dentro; reservar.
  4. Bater as claras em castelo, juntando metade do açúcar pouco a pouco, até ficar com a textura de merengue; reservar.
  5. Colocar, na taça da batedeira, as gemas e o restante açúcar, batendo até ficar com um creme fofo e esbranquiçado com o dobro do volume.
  6. Juntar o mascarpone e duas colheres de sopa de rum, batendo depois para incorporar.
  7. Demolhar as folhas de gelatina em água fria durante alguns minutos até amolecerem, para depois serem espremidas e dissolvidas numa colher de sopa de água morna, mexendo bem até estar totalmente dissolvida.
  8. Verter a gelatina em fio ao preparado das gemas e queijo, sempre com a máquina em funcionamento.
  9. Envolver as claras em castelo, à mão, em movimentos circulares.
  10. Começar imediatamente a rechear, vertendo metade do creme na forma, para logo a seguir alisar.
  11. Colocar, por cima do creme, uma camada de palitos demolhados do café de ambos os lados, cobrindo depois com o restante creme e alisar.
  12. Cobrir com película aderente e guardar no frigorífico durante algumas horas até solidificar.
  13. Para servir, retirar a película e desenformar com cuidado.
  14. Polvilhar com cacau em pó, usando uma pequena peneira, decorando depois a gosto com os frutos silvestres e algumas folhas de hortelã.

(fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiramis%C3%B9,

https://claradesousa.pt/receita/charlotte-de-tiramisu-dia-da-mae-2018/)

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Sai um Café KAFFA com Pastel de Nata?

Que tal fazermos agora uma breve pausa, para tomarmos, em conjunto, um bom e cheiroso café, ora do lote FADO de intensidade 10, ora do lote CRAVO de intensidade 8, tirado pela bonita e elegante Máquina de Café Expresso KAFFA?

Escolham, já agora, nada mais nada menos do que, uma das mais populares especialidades da doçaria portuguesa, um Pastel de Nata, acabadinho de sair do meu forno, logo quentinho e ainda polvilhado de açúcar e canela, boa ideia?

É que, os pastéis de nata, ou pastéis de belém, ainda que possam ser saboreados em muitos cafés ou pastelarias, a receita original é, sem dúvida, um segredo exclusivo da Fábrica dos Pastéis de Belém, em Lisboa, devendo salientar-se que o Pastel de Belém foi eleito em 2011, como sendo uma das 7 Maravilhas da Gastronomia de Portugal!

Em 1837, em Belém, próximo ao Mosteiro dos Jerónimos, numa tentativa de subsistência, os clérigos do mosteiro puseram à venda uns pastéis de nata. Nessa época, Belém e Lisboa eram duas localidades distintas com acesso assegurado por barcos a vapor. A presença do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém atraíam inúmeros turistas que contribuíram para difundir os pastéis de Belém.

Na sequência da revolução liberal de 1820, em 1834 o mosteiro fechou. O pasteleiro do convento decidiu vender a receita ao empresário português vindo do Brasil Domingos Rafael Alves, continuando até hoje na posse dos seus descendentes.

No início, os pastéis foram postos à venda numa refinaria de açúcar situada próximo do Mosteiro dos Jerónimos. Em 1837 foram inauguradas as instalações num anexo, então transformado em pastelaria, a “A antiga confeitaria de Belém”. Tanto a receita original como o nome “Pastéis de Belém” estão patenteados.”

Para terminar, só gostava de relembrar que o Passatempo do Blog Cozinha Com Rosto em parceria com a KAFFA, ainda está a decorrer até amanhã às 24h, por isso apressem-se a participar para ganhar um Cupão de Desconto, que se traduz na oferta de uma Máquina de Café Expresso KAFFA, na compra de 5 sacos de cápsulas Sistema KAFFA, bastando ler as respetivas condições aqui.

E muito obrigada também à KAFFA, pela oportunidade única de conhecer os vossos produtos e toda a sua história envolvente, bastante rica em sabores e sensações!

RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Pastel de Nata

Ingredientes:

  • 250 g de leite gordo
  • 150 g de açúcar fino
  • 75 g de água
  • 30 g de farinha de amido de milho
  • 4 gemas
  • 1 pau de canela
  • 2 tiras de casca de limão
  • 1 embalagem de massa folhada retangular de compra
  • q. b. de óleo alimentar spray para cerca de 12 formas de alumínio para queques

Confeção:

  1. Calda de açúcar: levar um tacho ao lume com o açúcar e a água, devendo só mexer antes de ir ao lume, para depois deixar ferver até atingir o ponto pérola, ou seja, até aos 108º C de temperatura, com a ajuda de um termómetro.
  2. Creme de leite: mexer muito bem a farinha com um pouco de leite frio, de forma a transformar-se num certo creme sem grumos; levar o restante leite ao lume, juntamente com a canela e as cascas de limão, até começar a ferver; juntar este preparado, pouco a pouco, ao tal creme sem grumos, para logo a seguir voltar a ir tudo ao lume, mexendo sempre até engrossar.
  3. Creme do pastel de nata: juntar, em fio, a calda ao creme de leite, mexendo sempre com uma vara de arames para não formar grumos; deixar arrefecer um pouco, para depois misturar um pouco deste preparado nas gemas entretanto misturadas com a ajuda de um garfo, de forma a evitar um certo choque de temperatura; juntar depois tudo e mexer bem para incorporar as gemas no creme; passar o preparado anterior por um passador.
  4. Massa folhada: desenrolar a massa, para logo a seguir ser polvilhada com um pouco de água e ser novamente enrolada; cortar o rolo anterior às rodelas com cerca de 2 cm de espessura; aplicar o spray nas formas de alumínio para queques e colocar aí as rodelas de pé, forrando-as, com a ajuda do polegar humedecido em água, para não agarrar; levar as formas forradas com a massa folhada ao frigorífico, cerca de 10 minutos, ainda antes de serem recheadas com o creme do pastel de nata.
  5. Cozedura: encha as formas até 3/4 com o creme do pastel de nata, para depois serem levadas ao forno pré aquecido a 250ºC, até os pasteis ficarem com um certo aspeto tostado à superfície, devendo ficar com a massa dourada e crocante e o recheio cremoso.

 (fonte: http://www.ladolcerita.net/2015/06/pastel-de-nata-tradicional-portugues-5.html,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pastel_de_nata)

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Como Ganhar 1 Máquina de Café Expresso KAFFA?

Sabiam que “em Portugal consomem-se 4,7 quilos de café por pessoa por ano, valor abaixo do consumo médio no resto da Europa – 6,4 quilos por ano”?

E atenção que “estudos têm mostrado que pessoas que bebem quatro xícaras de café por dia têm um menor risco de morrer de um ataque cardíaco”!

Em primeiro lugar, o café é uma bebida produzida a partir dos grãos torrados do fruto do cafeeiro que, por possuir cafeína, é também um estimulante.

Alguns dados importantes: “em alguns períodos da década de 1980, o café era a segunda mercadoria mais negociada no mundo por valor monetário, atrás apenas do petróleo”; enquanto que, “em 2003, o café foi o sétimo produto agrícola de exportação mais importante em termos de valor, atrás de culturas como trigo, milho e soja”.

Em segundo lugar, a história do café começou no século IX, com origem nas terras altas da Etiópia, tendo-se difundido para o mundo através do Egito e da Europa. Entretanto, parece que a palavra “café” não é originária de Kaffa — local de origem da planta —, mas sim da palavra árabe qahwa, que significa “vinho” (قهوة), devido à importância que a planta passou a ter para o mundo árabe.

Uma lenda conta que um pastor chamado Kaldi observou que seus carneiros ficavam mais espertos ao comer as folhas e frutos do cafeeiro. Ele experimentou os frutos e sentiu maior vivacidade. Um monge da região, informado sobre o fato, começou a utilizar uma infusão de frutos para resistir ao sono enquanto orava.”

Foi, portanto, com muito gosto que, no passado mês de outubro, aceitei o convite para ficar a conhecer pessoalmente as instalações da fábrica da KAFFA, uma empresa portuguesa produtora de café encapsulado.

A empresa detém, assim, uma unidade fabril em Trajouce, por sua vez situada na freguesia de São Domingos de Rana, concelho de Cascais, tendo a capacidade de produzir diariamente 750 mil cápsulas de café.

E, digamos que, um dos aspetos que mais me cativou foi o facto de a sua produção ser 100% portuguesa, para além de ser totalmente automatizada e assegurada nesse mesmo local, desde a entrada do café verde até à saída do produto final, totalmente embalado e em condições perfeitas para ser entregue no cliente final!

Só sei que foi uma tarde muito bem passada, na agradável companhia do Dr. Francisco Cardoso e Cunha, Business Manager da KAFFA, onde fiquei a saber a história da própria empresa, bem como algumas curiosidades e informações importantes a ver com o magnífico mundo do café!

Saliente-se também que, para além do sistema próprio e exclusivo KAFFA, a empresa produz cápsulas compatíveis com diferentes sistemas de máquinas de café expresso, tais como: os blends KAFFA biológico (KAFFA Andorinha) e descafeinado (KAFFA Coração), cujo processo de descafeinização é totalmente natural.

Ou seja, com 59 anos de existência, tal como se pode verificar em www.kaffa.pt, a KAFFA é a legítima herdeira dos famosos Cafés “A Brasileira”, tendo a sua mítica história iniciado com Adriano Telles e a abertura, em 4 de Maio de 1903, na cidade do Porto, da sua primeira loja de café “A Brasileira”, uma das mais icónicas lojas de café de Portugal e da Europa decorridos dois anos!

Entretanto, da pequena loja do Chiado com cerca de 4000 m2, muita coisa mudou, mas sempre com a máxima atenção na inovação, conseguindo oferecer hoje, aos seus clientes mais exigentes, um café cremoso e natural, sem qualquer aditivo ou químico na sua composição.

Por tudo isto, e de acordo com o vídeo acima, porque não terem a grande oportunidade de experimentar, aí em casa, em família, a elegante e moderna Máquina de Café Expresso KAFFA, bem como algumas das suas cápsulas?

Mais especificamente: Cozinha Com Rosto e KAFFA uniram-se para vos oferecer, este Natal:

  • Um Cupão de Desconto, que se traduz na oferta de uma Máquina de Café Expresso KAFFA, na compra de 5 sacos de cápsulas Sistema KAFFA, através da Loja Online Kaffa

E para se habilitarem então a ganhar este novo Passatempo do Blog, basta seguirem as seguintes regras:

  1. Residir em Portugal Continental;
  2. Subscrever a Newsletter do Blog Cozinha Com Rosto;
  3. Seguir a KAFFA (Facebook e Instagram);
  4. Escrever um comentário neste artigo do Blog, dizendo que gostavam de participar neste Passatempo.

O sorteio realiza-se entre o dia 3 e o dia 10 de dezembro de 2019 às 24h!

O vencedor será selecionado por sorteio, via Random.org, sendo o Cupão de Desconto da responsabilidade da KAFFA e enviado para o email fornecido pelo vencedor.

Boa sorte a todos, agradecendo, desde já, a partilha deste mesmo artigo!

Porque… nós somos o que comemos e… até ao próximo texto!

(fontes: https://pt.wikipedia.org,

 https://kaffa.pt/)