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sexta-feira, 27 de julho de 2018

4.ª Feira do Vinho da Região de Lisboa - Rua Augusta

Entre os passados dias 17 e 22 de julho, entre as 11h e as 20h, voltou a decorrer, na Rua Augusta, em Lisboa, a intitulada Feira do Vinho da Região de Lisboa

Comparativamente com o que se passou à sensivelmente um ano atrás, podendo rever-se aqui, marcaram presença, mesmo ao lado do Arco,11 balcões de prova de vinhos, tendo como objetivo central, uma digna promoção dos vinhos, nomeadamente junto dos turistas estrangeiros, para além de alguma doçaria típica da região.

Segundo o que consegui tomar conhecimento, na sua abertura esteve presente o vereador da Câmara Municipal de Lisboa, José Sá Fernandes, sendo que este evento é promovido pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa e tem a participação de 15 municípios da região, entre os quais: Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras, Batalha, Caldas da Rainha, Alcobaça, Bucelas, Carcavelos e Colares.

E o principal destaque foi para os vinhos de Torres Vedras e Alenquer, ambas regiões representantes de duas Denominações de Origem (DOC) da região de Lisboa, mas também duas cidades que são, este ano, a Cidade Europeia do Vinho, integrando, lá está, o programa Cidade Europeia do Vinho 2018 | Torres Vedras/Alenquer!

A este respeito, pode ter-se o devido acesso aos diferentes tipos de iniciativas e de atividades no respetivo site da Cidade Europeia do Vinho 2018, bem como na sua página de Facebook.

E durante o dia 21 de julho, em que tive oportunidade de passar por lá, pude comprovar que realmente eram muitos os estrangeiros que provavam os vinhos, fossem eles brancos, tintos ou rosés, ao mesmo tempo que faziam as mais variadas perguntas sobre o tipo de castas envolvidas ou adegas utilizadas, a própria produção ou os exigíveis tratamentos.

De facto, é de sublinhar a cada vez mais forte aposta na cultura da vinha e do vinho, conseguindo-se assim realçar territórios de secular tradição vitivinícola, para além do seu património cultural, assumindo-se Portugal como tendo uma melhor e bem delineada visão estratégica, face às recorrentes alterações climáticas e/ou necessárias adaptações ao nível de um tema tão importante como acontece com a questão da sustentabilidade!

Por exemplo, o Município da Lourinhã, onde se pode visitar o tão bem conhecido Parque dos Dinossauros, com o objetivo de promover mais uma ativação da Marca Lourinhã, no seu stand, destacou-se a Adega Cooperativa da Lourinhã, com a Aguardente DOC Lourinhã, assim como as seguintes empresas / marcas:

Dias 19 e 20 – Pêras & Companhia, da empresa Frutomania, Ldª.
Dias 20 e 21 – Doces Jurássico, do empresário João Pereira.
Dias 21 e 22 – Abóbora e Maçã’S, da empresária Eulália Ferreira.

Acrescente-se ainda que os “Doces Jurássico” surgiram em 2017, fruto de uma paixão pela doçaria, 100% artesanais e feitos com produtos biológicos. 

E já que a Lourinhã é também uma das três regiões demarcadas de aguardente vínica no mundo, ao lado das francesas Cognac e Armagnac, chamo aqui a vossa atenção para a prestigiada Aguardente Vínica Lourinhã!

No que diz respeito ao Município do Bombarral, onde se pode conhecer o tão emblemático Jardim do Éden, há muito mais por descobrir: a mais doce e respeitada especialidade, já criada em 1920, denominada de Mimosos do Bombarral; o 35.º Festival do Vinho Português e a 25.ª Feira Nacional Da Pêra Rocha, cujo certame terá lugar de 10 a 15 de Agosto, na Mata Municipal do Bombarral, com o seguinte programa:

10 agosto – Tributo a Xutos e Pontapés
11 agosto – Marco Rodrigues
12 agosto – Banda Xeques Orquestra
13 agosto – West Europe Orchestra com André Sardet, Anabela, João Só e Mafalda Arnauth
14 agosto – Fernando Daniel
15 agosto – Amor Electro

Já agora, destaque-se a seguinte lista de prémios respeitante ao Licor de Ginja da parte da empresa Licofrutos – Sabor da Terra: medalha de Ouro no 5º Concurso Nacional de Licores Conventuais e Tradicionais Portugueses 2018, 2017 e 2016, três estrelas no Great Taste 2017 e uma estrela em 2016; medalha de Prata no 4º Concurso Nacional de Licores Conventuais e Tradicionais Portugueses 2015.

Também faço aqui referência à Ginjinha do Sanguinhal, bem como aos Doces dÁmélia da Amélia Simão.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Já abriu o Mercado Biológico Alfazema na Urbanização Colinas do Cruzeiro em Odivelas!

De acordo com o site oficial da Câmara Municipal de Odivelas, conta-se que:
 
«D. Dinis tinha o hábito de deslocar-se à noite a Odivelas ao Mosteiro de S. Dinis e certa noite, sabendo a rainha do que se passava resolveu esperá-lo e quando o rei fazia o seu percurso para o encontro, a rainha interpelou-o e eis que proferiu as seguintes palavras: “- Ide vê-las senhor.” Pelo que, segundo a lenda, a expressão “Ide vê-las”, por evolução, terá dado o nome a Odivelas. Zona essencialmente residencial, Odivelas tornou-se, a partir de meados dos anos 60 do século XX, numa das freguesias mais populosas ao nível de todo o país e até da Europa, cobrindo cerca de 18 km² de área, com uma população perto de 80 mil habitantes.»
E realmente, Odivelas cresceu muito e está ligada à capital por metro, tendo cada vez mais comércio diferenciador no mercado, cujo bairro em questão, Colinas do Cruzeiro, continua a ser bastante requisitado, sendo a urbanização muito moderna e de arquitetura e design de interiores bastante apelativa, para além de se situar muito perto de Lisboa e de ter tudo ao alcance da porta para quem lá vive. 

O novo supermercado biológico, que abrira há cerca de dois meses, na Urbanização Colinas do Cruzeiro, em Odivelas, é também um café com esplanada, sendo, ao mesmo tempo, o segundo espaço da marca Mercado Biológico Alfazema, em que o primeiro já tinha sido aberto durante o ano de 2014, na zona da Estrela, em Lisboa.

E claro que, ao usufruirmos de um conjunto cada vez mais vasto de informações, temas como a agricultura biológica levam a que se partilhe um grande número de experiências e avaliações de certos produtos ou marcas, o que amplia o poder na tomada de decisão de compra por parte dos consumidores!
Atualmente, começa a notar-se que se valorizam mais as características dos alimentos, tais como o sabor e a qualidade nutricional, esperando-se que, com o tempo, se consiga influenciar a própria intensidade de produção dos mesmos, dando origem a novos movimentos de ordem económica, social, cultural e política, por isso concordo com o facto de se continuarem a promover determinadas práticas saudáveis e sustentáveis no nosso quotidiano!

Segundo Mário Rosário, o proprietário, a abertura desta loja em Odivelas surgira como uma grande oportunidade de expansão para a sua marca, partindo-se do pressuposto de que se vai gerindo a ideia de acordo com o bairro onde está instalado, e não a pensar numa localização industrial, ou seja, normalmente, estes tipos de negócios surgem integrados em comunidades, onde o mais importante é a tal ligação que se cria com as pessoas mais próximas. 
Por outro lado, praticamente só existirão supermercados biológicos na linha de Lisboa e de Cascais, querendo isto dizer que, numa linha como a de Odivelas, Loures e Amadora, a prioridade máxima será a de tentar dar resposta às pessoas que nela habitam, no sentido de se tornar numa boa solução em termos de uma alternativa mais próxima e sem grandes preocupações! 
No que diz respeito ao tipo de produtos expostos:
 
«O mercado cá, ainda está bastante incipiente, está no princípio, isto não é uma moda, é uma tendência, portanto irá crescer naturalmente; mas tem de crescer ainda significativamente, para puder responder à oferta e à procura que existe. 
Eu, por exemplo, no princípio do ano até à Páscoa, ainda trabalho com maçãs e pêras nacionais, mas a partir daí, já não há, temos de esperar outra vez pelo verão (…) os produtos hortícolas podem sair durante todo o ano, mas a fruta, como ainda não é suficiente para a procura, ainda não está a fazer o ano, porque ela é apanhada, nós começamos por comercializá-la próximo das colheitas, e depois, toda aquela que não é consumida no imediato é conservada no frio e vamos continuando a consumir, o facto é que a quantidade que existe ainda não cobre o ano todo e portanto, neste momento, tudo quanto é pêras, maçãs (…) já não há, temos que importar (…) são coisas que fazem parte de um cabaz de alimentos e que é difícil não ter.» 
Desta forma, neste estabelecimento, poderá encontrar-se uma grande variedade de  frutas, legumes, carne e peixe frescos, tudo biológico, entre outros artigos de mercearia ou ainda cosméticos e produtos de limpeza, com uma forte aposta no que é nacional! 
Porém, quando há necessidade de se diversificar a oferta existente, acrescenta Mário Rosário que «não se deixa de ir buscar lá fora aquilo que não há cá dentro».
Informo também que o seu horário de funcionamento é entre as 9h e as 20h, de segunda-feira a sábado.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

2.ª EDIÇÃO DA FEIRA DOS VINHOS DA REGIÃO DE LISBOA

Iniciou-se no passado dia 11 de julho, na Rua Augusta, a Segunda Edição da Feira dos Vinhos da Região de Lisboa, uma mostra que decorreu naquele local até ao dia 16 de julho, sempre entre as 11h00 e as 20h00, muitos deles igualmente disponíveis para compra. 

A abertura contara com diversos autarcas, produtores e membros da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVR Lisboa):
Vasco d’Avilez, presidente da CVR Lisboa, revelou que este ano serão certificados cerca de 500 milhões de litros de vinho na região, o que representa um crescimento de 15 por cento em relação ao ano passado. Lisboa tem vindo a aumentar a certificação dos seus vinhos, sublinha, explicando que em 2011 foram certificados 16 milhões de litros.
Por exemplo, o Município de Oeiras, por sua vez integrado na Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares (RVBCC), dera a provar o seu tão generoso vinho produzido pela Câmara Municipal: Vinho de Carcavelos “Villa Oeiras”.

E o Município de Porto de Mós também esteve presente:

(…) em parceria com a Associação de Artesãos das Serras de Aire e Candeeiros, através da mostra de vários produtos locais como o azeite, o mel, os licores, os Bolos do Juncal, os Pastéis de Mós, os queijos de São Bento, a olaria e a faiança pintada manualmente, entre outras peças de artesanato, tudo isto acompanhado de animação e de demonstrações de olaria ao vivo. De referir que o Município de Porto de Mós é a única entidade presente na feira com atividades de interação com o público.

Portanto, temos que os vinhos se fizeram acompanhar da doçaria, entre outros produtos regionais, que certamente deliciaram muitos lisboetas, mas também turistas!
Alcobaça, município com grande tradição vitivinícola, está representada pelos vinhos da Adega de Alcobaça e da Quinta dos Capuchos. Associados aos vinhos da nossa região os turistas podem degustar queijos, Ginja e Doces Conventuais. Há ainda animação com “Padeiras de Aljubarrota” e com o cantor Francisco Peças.
A Rua Augusta fora então transformada numa feira dos produtos da região de Lisboa, tendo já o Vereador José Sá Fernandes, aquando da Primeira Edição relativa ao ano de 2016, realçado a importância para este tipo de iniciativas:
dá ainda mais visibilidade ao que de melhor se faz na região de Lisboa, dos vinhos, à gastronomia, destacando as potencialidades de cada uma das regiões”.
Sem dúvida, uma oportunidade única para explorar, através dos vinhos, toda uma vasta região de Lisboa que produz anualmente cerca de um milhão de hectolitros de vinho, podendo destacar os seguintes Municípios envolvidos:
Municípios da Região Oeste (Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras);
Municípios integrados na CVR da Região de Lisboa (Batalha, Cascais, Leiria, Lisboa, Loures, Mafra, Oeiras, Porto de Mós e Sintra).

segunda-feira, 10 de julho de 2017

A MERCEARIA SALOIA E A SAUDADE FLORES JUNTAS NUM SÓ ESPAÇO!

Em primeiro lugar, a Mercearia Saloia é um espaço com alguma dimensão, com cerca de dois anos e meio de existência, localizada numa zona muito bem posicionada de Lisboa, onde já fora predominantemente do tipo residencial. 
Em segundo lugar, a sua morada exata fica na Rua de São bento, em Lisboa, logo bem perto da Assembleia da República, estando sempre aberta ente as 9h e as 20h, exceto ao domingo que será só entre as 9h e as 19h, sendo que agora, durante o mês de julho, ao domingo fechará mais cedo, às 15h:

Neste momento, acolhe diferentes tipos de produtos e serviços, desde a venda de tudo quanto é necessário para encher a despensa da nossa própria casa, até ao facto de se puder encomendar um belo e genuíno arranjo de flores frescas da Saudade Flores enquanto se opta por tomar, ali mesmo, um simples café, bem como uma sopa acompanhada por uma sanduíche, uma tosta ou uma salada, e um sumo natural, por exemplo.

Logo ao entrar, deparamo-nos com uma decoração bastante simpática e acolhedora, com muitos traços em madeira e cestos de verga espalhados pelos vários conceitos que aí tão bem souberam conjugar: mercearia, florista e pastelaria. 

E apesar de ter sido pensado para um público estrangeiro, igualmente convida qualquer cliente português a entrar, podendo-se contar com todo um conjunto de produtos oriundos de várias zonas de Portugal, desde as marcas mais convencionadas que se podem encontrar em qualquer hipermercado, até às marcas mais antigas e tradicionais, como os sabonetes Confiança!

Posso ainda destacar a venda de produtos biológicos, envolvendo peças de fruta em geral ou legumes variados, para além de compotas, conservas, azeites, vinhos, licores, pães, queijos, chás e/ou chocolates artesanais; mas também existem alguns brinquedos do tempo das nossas avós, feitos em madeira ou envolvidos com cordas, artigos de toilette, bijuteria, tal como alguns exemplos de agendas, postais, cadernos, ímanes, etc. 

No que diz respeito ao tipo de refeições leves que aí costumam servir-se, perante um clima bastante descontraído e moderno, existem sempre opções vegetarianas e/ou vegan, bem como sobremesas do tipo sem glúten, para além da cerveja artesanal,tudo ao som de boa música ambiente!

Foi uma boa experiência e recomendase! 

Da próxima vez, quem sabe, eu não me decida a encomendar O Melhor Pão de Ló de Portugalou até o tão conhecido Pudim Abade de Priscos!

Para finalizar, a Saudade Flores, cuja autora desta simples mas grande ideia inovadora em Portugal é Ana Carolina, com quem tive então a oportunidade de falar um pouco enquanto trabalhava no seu balcão, começou por vender diversos tipos e tamanhos de arranjos florais numa simples bicicleta, por encomenda ou não, pelas ruas de Lisboa, que entretanto cresceu e logo se associou a Sara e Mariana, por sua vez mentoras do projeto Mercearia Saloia!

Resumindo e concluindo: temos à vista modernos arranjos florais, que resultam sempre bem, destinados não apenas a ocasiões especiais, muito bonitos e inspiradores, a preços acessíveis, sendo a frescura dos mesmos garantida através dos produtores locais e da preferência por flores da estação.

A reação das pessoas tem sido bastante positiva, vendendo-se, por exemplo, dependendo da altura do ano: sempre- vivas, cravos, hortênsias, malmequeres, rosas, girassóis, pnias, ranúnculos, túlipas, etc; distribuídas por arranjode diferentes tamanhos, contendo ainda algum tipo de verduras.
Também se pode ficar a par de todas as novidades a partir das respetivas redes sociais – Facebook e Instagram –, bem como através do site www.saudadeflores.com, onde de quando em vez se dão também a conhecer alguns workshops em torno de pormenores florais como tiaras e pulseiras.
Saudade Flores está igualmente patente no Jardim da Parada, em Campo de Ourique, Lisboa, aos finais de tarde de quintas e sextas.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

A GINJINHA DO COMBRO - CASA DE GINJA DE LISBOA

A cidade de Lisboa é deveras apaixonante, com imensas ruas e vielas por descobrir, debaixo de um clima otimamente temperado através das margens do rio Tejo, atraindo-nos, a cada minuto que passa, com o seu ar boémio e contemporâneo ao mesmo tempo.

Esta cidade das sete colinas, sobretudo este mês, tresanda a fado, a sardinha assada, a bailarico, a pastel de nata, etc, sendo idealmente perfeita para se tirar uma boa fotografia a pedido de algum estrangeiro que passe por nós, por uma qualquer calçada portuguesa, ou não fôssemos nós marcantemente gentis e hospitaleiros!

Outra coisa que cada vez está mais em voga, é a Gastronomia Portuguesa, cabendo a cada um de nós lisonjear cada um dos seus pratos típicos, existindo para todos os gostos e preços.

 

E a cerca de 500 m da Praça de Luís de Camões, recomendo, antes de mais, degustar uma autêntica e deliciosa Ginjinha, pois nesse mesmo espaço, apesar de pequeno, ela mesma existe com um toque mais natural e cremoso, podendo até levar-se uma garrafa para casa, sendo também uma verdadeira relíquia para quem mais gostamos, sem dúvida!

O seu ambiente é deveras acolhedor e descontraído, com uma decoração única, com imagens de alguns feitos marcantes, lembrando a “Lisboa antiga”, para além de algumas molduras preenchidas com rótulos de outrora.
O seu objetivo maior será o de oferecer, cada vez mais, aos seus clientes, nomeadamente estrangeiros, o melhor de Portugal e 100% natural!

 
A Ginjinha do Combro, tal como é carinhosamente conhecida, está aberta de segunda a sábado, entre as 11h00 e as 19h30, sendo a mais aclamada Casa de Ginja de Lisboa, situada na Calçada do Combro, nº 79, tal como podem verificar no mapa abaixo:  

Quanto ao tipo de atendimento a que eu tive acesso logo da primeira vez em que entrei, foi bastante convidativo, demonstrando, desde logo, um profundo conhecimento pelos diversos produtos aí expostos, tais como: postais, gravuras, cerveja artesanal de ginja, vinhos, licores, doces, compotas, algum tipo de artesanato e o famoso refresco de Capilé.

Também há o “Livro dos Elogios”, donde eu não consegui deixar de escrever uma terna mensagem de agradecimento por de me terem recebido tão bem e pela exclusividade dos seus próprios produtos, fortemente capazes de despertarem o interesse, além-fronteiras, para conhecer mais e melhor Portugal!

sexta-feira, 26 de maio de 2017

II FEIRA MEDIEVAL DE BENFICA

De 18 a 21 de Maio, o Parque Silva Porto (Mata de Benficafora invadido pela segunda edição da Feira Medieval de Benfica. E com o bom tempo instalado, muitas coisas ocorreram por lá!
Logo na quinta-feira, a partir das 16 horas, foi possível comprar produtos inspirados nos tempos antigos, no sentido de ser recriado um certo mercado medieval, em que os visitantes conseguissem desfrutar dos melhores sabores e aromas dessa mesma época, com decoração fidedigna e alusiva à época. 
E, portanto, até domingo, a animação de rua, por sua vez dedicada a questões histórias, foi definitivamente instalada, tendo existido oportunidades únicas de se assistir, ou até participar, a determinadas atividades ao ar livre, tais como: danças medievais, dança do ventre, torneios a cavalo, passeios de burro, teatro em palco.
arte de falcoaria também não faltou, com vários momentos dirigidos igualmente às escolas. 
No que diz respeito à gastronomia, houve tasquinhas, por exemplo, onde os sabores a experimentar eram do tipo mais intensos, com pratos inspirados em várias especiarias. 
De quando em vez, lá apareciam figurantes a desfilar, como verdadeiros cidadãos da época medieval, de forma a que os visitantes entrassem com eles no verdadeiro espírito da festa! 
O próprio cenário pitoresco incluía torres altas, pontes, bandeiras, bandeirolas e fardos de palha. 
Feira Medieval de Benfica foi assim uma organização da Junta de Freguesia de Benfica em parceria com a TrasEventos, tendo sido capazes, na minha opinião, de agradar a miúdos, mas também a graúdos! 
Em conclusão: que se dê continuidade a este tipo de iniciativas, para nos encherem de orgulho e inspiração, ao mesmo tempo que contribuem para a divulgação dos sabores e tradições do nosso país! 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

A PASTELARIA PÃO DE CHOCOLATE

Aos catorze dias do mês de dezembro do ano dois mil e quinze, abria, na freguesia de Benfica, distrito de Lisboa, uma pastelaria referenciada por muitos de “a pastelaria mais cool de Benfica”! 
Ela denomina-se de Pão de Chocolate, ficando localizada na Estrada de Benfica, mesmo junto ao cruzamento da Avenida Gomes Pereira com a Avenida do Uruguai.













Esta requintada pastelaria usufrui de fabrico próprio, destacando-se pelas diferentes vitrinescompostas pelos mais variados produtos feitos no dia, tais como: Croissants que podem ser recheados na hora com Nutella, doce de ovos, compota de morango, chocolate negro ou chocolate branco; Bolas de Berlim; Muffins.
No que diz respeito aos intitulados “bolos à fatia”, posso ainda enumerar os seguintes: Ferrero Rocher, Red Velt, Raffaelo, Kinder Bueno e After Eight.
E ainda existe a possibilidade de se escolherem vários tipos de menus ao Pequeno-Almoço, Almoço ou Lanche, podendo incluir-se alguns salgados, dando como exemplo as fatias de quiches e o pão de pizza, para além das saladas ou sandes variadas.

A aproximadamente trinta lugares sentados no interior, somam-se outros dez na esplanada, continuando a receber novos clientes a cada dia que passa, que primeiro só entram para ficarem a conhecer mais aquele pequeno espaço moderno, experimentando a tomar algo, mas que mais tarde voltam! 

Desta forma, esta pastelaria será uma agradável surpresa quando, por exemplo, quiser combinar um lanche com o seu grupo de amigos depois de um dia inteiro de aulas, ou, quem sabe, marcar encontro com os seus colegas de trabalho a fim de tomarem uma refeição rápida aquando da pausa do almoço, situando-se também numa zona de fácil acesso a diversos tipos de transportes.
Na minha opinião, devo igualmente sublinhar que tem uma decoração bastante própria, continuando a ser distinta do que tem surgido atualmente na zona circundante, logo difícil de se resistir a entrar!
Em conclusão: a partir do momento em que comecei por entrar, para pedir um café rumo à esplanada, até ao momento em que saí, logo depois de ter conversado um pouco no seu interior com uma das gerentes, procurando tomar algumas notas, achei que era um espaço com um estilo do tipo familiar, mas muito clean, marcado ao mesmo tempo pela simpatia e simplicidade. 
Por tudo isto, distintos leitores deste blog, simplesmente atrevam-se a entrar dentro deste estabelecimento Pão de Chocolate, pois não irão arrepender-se!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O CHOCOLATE EM LISBOA 2017

Foi com imensa alegria e expectativa que, no passado sábado, dia 11 de fevereiro, pelas 10h30, tomei lugar na fila para entrar num dos melhores eventos realizado em Portugal, dedicado ao chocolate, na Praça do Campo Pequeno, em Lisboa: O Chocolate em Lisboa 2017.
Grandes eram as atrações a decorrerem ao mesmo tempo e muitas foram as novidades presenteadas pelos cerca de 80 expositores envolvidos, em torno de todo um conjunto místico entre as mais prestigiadas marcas e/ou os projetos artesanais da maior qualidade, passando ainda pelo sabor icónico do chocolate com licores, especiarias, chás ou morangos, por exemplo. Destaco: as tabletes, os bombons com recheio, os cupcakes, os crepes, as línguas de gato, o chocolate quente, os gelados, as tartes, os brigadeiros e os macarons.
Por aqui e por ali, lá era possível ir provando e conhecendo as mais destacadas iguarias de algumas marcas e produtores de diferentes países, tais como: Perú, Venezuela, França, Bélgica, Áustria, Itália, Espanha, Vietname, Madagáscar, Brasil ou Suíça.
O evento contou ainda, entre os dias 9 e 12 de fevereiro, com vários Workshops adequados a todos os tipos de gostos e idades, desde os temas mais saudáveis aos mais sedutores, sendo necessária uma inscrição prévia, entre os quais: “O Chocolate dá Saúde“, “Chocolate para Pais e Filhos” ou “Neste dia de São Valentim, ofereça um presente… que se despe!”.
No que tocou a Chococooking, antecipou-se, assim, o tão prometido e imaculado Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, com a presença de reconhecidos Mestres Chocolateiros, bem como de Chefs Executivosde Cozinha, num total de 28 sessões, como por exemplo: Ana Sousa e Silva, Joaquim Sousa ou Ann-Kristin Wenzel. Desta forma, foram então apresentados os mais variados pratos, donde o chocolate nunca deixara de ser o seu verdadeiro ingrediente principal!
E tal como acontecera na edição anterior, voltou a ser organizado o concurso “Criações com chocolate AlemTejo“, com o objetivo de promover o que de melhor se faz em Portugal com chocolate, com o apoio da marca Melgão Chocolates criada pelo Chefe Português António Melgão.
Por outro lado, também eram várias as animações que, entretanto, agitavam o público que ía passando pelo recinto, quer se tratassem de adultos ou crianças. Evidencie-se o facto de, para além da própria música convidativa, só para começar, existir, desde logo, à entrada, um grande painel temático recortado, permitindo aí tirar uma fotografia com o rosto para mais tarde recordar!
Por fim, ainda existia um espaço dedicado à tão delicada e sofisticada demonstração de têmpera de chocolate.
Para saberem mais, por favor cliquem em: