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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

El Bulo Social Club by Chakall: Menu Fim de Ano

E agora que o Dia de Natal já passou, comece já a pensar onde marcar o seu menu especial para a passagem de ano na melhor companhia!
Despeça-se, portanto, do ano velho de 2018, ao mesmo tempo que recebe, de braços abertos, o ano novo de 2019!

«No El Bulo Social Club by Chakall está tudo preparado para receber 2019! Depois de 12 meses de muito trabalho, mudanças na equipa, remodelação do espaço, carta renovada e novos projetos, Chakall quer encerrar 2018 em grande. Para isso, e à semelhança de anos anteriores, preparou um menu especial para a noite de 31 de dezembro.»

«A festa começa com um welcome drink – Margarita de Yuzu, e segue com duas entradas: Tártaro de Salmão Nikkei com guacamole e Vieira com ragoût de manga e chilly. Para pratos principais, o chef escolheu Lombo de Corvina com crosta de ervas aromáticas, em cama de duo de puré de beterraba e batata doce, no peixe; e Lombo de Vitela com molho de champanhe e polenta cremosa, como prato de carne. Para corta sabor entre os dois pratos um Lemon Champ. Para terminar a última refeição do ano, uma surpresa do chef para sobremesa. Não se sabe o que é (ou o chef não quer revelar) mas será garantidamente saborosa!

Já depois das 12 badaladas, das 12 passas, o El Bulo preparou uma ceia para continuar a festa até o sol nascer. Composta por Mini Hamburguer de Waguy, Mini Prego de Atum em Bolo do Caco, Mini Falafel de beterraba com molho de maionese e lima e uma Sopa da Pedra, rematada por uma degustação de gelados.

Quem se decidir a passar o ano no El Bulo Social Club, em Marvila, pode ainda contar com Música ao Vivo e outras surpresas preparadas pela equipa. O preço por pessoa varia entre os 100€ (sem bebidas) e os 150€ (com bebidas incluídas). Já quem apenas decidir sair de casa bem próximo da meia-noite, pode também juntar-se à festa a partir das 23h30, com direito a 4 senhas de bebidas no valor de 40€.»

Chakall pretende que seja uma festa de arromba: “independentemente de como correu o ano para cada um de nós, ele terá sido duro nalguns aspetos para todos mas também com muita coisa para celebrar. Não sei de outra forma que não terminar aqui, no meu bairro de eleição em Marvila, ao som de boa música e com um menu a pensar em todos os querem terminar e começar um ano novo cheios de boa disposição e energia! Nós estamos prontos para virar mais uma página do calendário, e vocês?”

SOBRE O O EL BULO SOCIAL CLUB BY CHAKALL:

 «Inaugurado em fevereiro de 2016, o El Bulo Social Club é mais que apenas um restaurante. É um espaço despretensioso, simples, confortável e para todos. Com comida não gourmet, descomplicada e boa. É um espaço onde se pode ver futebol, comer petiscos ou assistir a concertos de música ao vivo. O chef Chakall é o responsável pelo projeto e pela carta. Renovado no verão de 2018, aumentou a sua capacidade para 400 lugares sentados, tem vários espaços distintos e é o local ideal para eventos corporativos, team buildings, além de funcionar como bar e restaurante.»
 
(Para mais informações: www.chakall.com) 
EL BULO SOCIAL CLUB BY CHAKALL:
Praça David Leandro da Silva nº9 A 1950-064 Marvila I Lisboa
 
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
Terça a Quinta: 19h00 às 0h00 I Sextas: 19h00 às 2h00 I Sábados: 12h00 às 2h00 I Domingos: 12h00 às 17h00
Encerra aos domingos ao jantar e segundas
 
RESERVAS:
+351 917 892 265
elbulo@elbulo.pt
(fonte: Maria Comunica)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

PURO, o conceito ideal para ser rápido, barato e saudável!

O restaurante PURO foi um projeto que abriu em Lisboa com a assinatura do conhecido Chef António Amorim, no passado dia 17 de outubro, mas que durou cerca de dois anos e meio até ser concretizado, tendo em conta as necessidades do mercado mais atual no que toca ao mais saudável e mais amigo do ambiente!
E assim temos um espaço apto a colocar à disposição de quem entra, de segunda a sábado, entre as 7h e as 20h, diversos tipos de opções, no que toca a pequenos-almoços, almoços ou lanches, para além de um simples sumo ou creme do dia, mas sempre baseados nos produtos mais frescos existentes no mercado, bem como à utilização mínima de açúcar do tipo refinado, produtos com glúten e ainda demasiado calóricos!

«Nós abrimos a 17 de outubro, é recente, mas durou 2 anos e meio a concretizar este projeto (…) fomo-nos então adaptando agora à atualidade, porque, há 2 ou 3 anos atrás, a realidade ao nível do saudável era uma e atualmente é outra (…) tivémos de aprofundar mais hoje em dia as necessidades do mercado e é isso que nós estamos a implementar aqui» (Chef António Amorim)

«Temos um vasto leque de opções de cafetaria e doces: entre bolachas, cookies, biscoitos, bolos de fatia; vamos diversificando diariamente. Temos 2 ou 3 produtos como base, temos o bestseller, uma procura intensiva pelo produto, e vamos criando coisas novas diariamente, também conforme nos aparece ao nível de produto fresco no mercado, caso consigamos transformar isso num mais doce de referência.
 
Depois temos um menu de sumos e smothies, com a escolha do cliente, mas com decomposições distintas, e que vamos experimentando sempre um deles (…) e que não levam açúcar (…) temos sempre o sumo do dia, um creme sem batata também diferente todos os dias» (Chef António Amorim) 
 «Depois temos uma área de “grab and go”, para quem está com mais pressa: está pronto e vamos pondo durante o dia, conforme as horas de maior procura, 3 variedades de sanduiches, 4 variedades de saladas, uma salada de fruta e outra de fruta tropical. Fruta fresca e iogurte, pode-se conjugar isso com um pequeno almoço, para um lanche ou um brunch, depende da opção de cada um, mas entre as compotas, as composições são apenas de 10% de açúcar, não sendo açúcar refinado, granolas, tudo isso é feito cá.
Temos a área de showcooking, que é mais à hora de almoço, em que podem escolher uma massa, uma quinoa ou um grão, um molho dentro do saudável, sempre a abóbora assada com tomilho, azeite extra-virgem com ervas frescas, ou cogumelos com soja, não há adição de natas, e outras coisas demasiado calóricas, depois escolhem 3 ingredientes que vai variando conforme também a oferta maior o mercado» (Chef António Amorim) 
Acrescente-se ainda que existe a possibilidade de se adquirirem bolos inteiros para efeitos de revenda, pois é algo que ainda não está muito disponível no mercado, mas que tem vindo a crescer.
 
E no que diz respeito ao pão que está à venda nas prateleiras, todo ele é cozido em forno de lenha, ou então surgido através da intitulada massa-mãe, de forma a evitar, lá está, a farinha de trigo! 
Por último, no projeto PURO existe igualmente uma vertente social e ecológica, relacionando-se sobretudo com a parte do papel e do tipo de embalagens que é utilizado, como o vidro ou o papel reciclado.
Já agora, no caso do cliente em questão não ter muito tempo para tomar a sua refeição no local, que engloba uma zona interior e uma zona exterior, com acesso a uma pequena esplanada, pode usufruir do serviço “take away“, apesar de lhe ser cobrada uma certa taxa no caso da aquisição das tais embalagens de vidro, obviamente devolvida aquando da sua devolução em loja. 
«Creio que numa fase mais à frente (…) vamos abrir à noite, num registo diferente no serviço ao cliente e num tipo de produtos e ofertas mais amplas (…) também há a previsão para o brunch, ao sábado: são coisas que vão aparecer gradualmente, para perceber também qual é que é o público. 
 
Agora, temos tido opiniões diversas, muita procura para estarmos noutros cantos da cidade, mas isso nós não conseguimos fazer atualmente (…) numa fase num outro registo, a nível empresarial (…) agora é focarmo-nos neste, solidificarmos a marca, não desvirtuar o conceito, e sermos cada vez mais eficientes» (Chef António Amorim) 

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

PLANTAS PARA COLHER E DEGUSTAR: texto 13 - Urtiga (by Miguel Boieiro)

«Mandar alguém às urtigas», para que não nos aborreça mais, tornou-se um dito corrente. E se de facto, a expressão indica menosprezo por quem nos incomoda, também não coloca em alta conta, a urtiga, «erva desprezível» que queremos ver longe de nós. Trata-se de uma tremenda injustiça, aproveitamos para dizer e mais à frente explicaremos porquê.

Não restam dúvidas que a urtiga está disseminada por todo o lado e que as suas picadelas não são nada agradáveis. Por isso mesmo, é das plantas silvestres mais conhecidas. Diremos mesmo, não há ninguém que não a conheça. Para quê então, vir aqui falar dessa ervinha que toda a gente tem a «desdita» de conhecer? Na verdade, as aparências iludem, dado que a urtiga ocupa lugar de destaque na fitoterapia e não só.

Existem várias espécies de urtigas, mas todas elas pertencem à família das Urticáceas e têm propriedades praticamente iguais. Entre nós, a mais profusa é a Urtica dioica que alastra por todo o país. Chega a atingir 1,5 m de altura, tem caule ereto e folhas ovais, opostas e dentadas. As flores, de cor verde, ramificam-se em espigas colocadas nas axilas das folhas superiores. Toda a planta está coberta de finos pêlos cuja picada origina muita comichão devido a conter um produto histamínico. Esta propriedade constitui uma defesa da própria planta que assim fica menos apetecível para os diversos animais.

Para além da histamina, a urtiga contém numerosos compostos, ácido fórmico, caroteno, abundante clorofila, tanino, ferro, potássio, cálcio, enxofre, silício e é rica em vitaminas C, B2 e B6. Tal constituição implica variadíssimas propriedades, entre as quais, a de ser depurativa, anti anémica, hemostática, antidiabética, etc.

Vamos agora detalhar alguns dos seus potenciais usos, cujos efeitos benéficos se encontram comprovados, surpreendendo, por ventura os mais desprevenidos.

Em primeiro lugar, queremos referir que a cáustica picada da urtiga é extremamente útil para os doentes de reumatismo, paralisia e deficiente circulação sanguínea. Esfregar a pele com urtigas provoca uma excelente reação nas pessoas fracas e anémicas. Escritos antigos apontam mesmo, como muito eficaz, a fricção do baixo-ventre como meio de estimular as funções sexuais, quer para homens, quer para mulheres. Não custa nada fazer a experiência! 

(Um breve parêntesis para referir que quando esta minha croniqueta foi publicada no jornal local alguns idosos que se reúnem todos os dias no largo principal da vila abordaram-me alegremente falando deste pormenor. O artigo era vasto mas eles só se detiveram neste detalhe. Logo pensei: 
– Queres ver que eles já experimentaram ou estão a fim de experimentar!)

O «chá» de urtigas (30 g de folhas secas para um litro de água, ou 60 g da planta verde, o que é preferível) é bom para os diabéticos e anémicos. Para uso externo (irrigações) estanca as hemorragias. Melhor será, contudo, utilizar o suco da urtiga, tomando-se uma colher de sopa, duas ou três vezes ao dia. Há naturopatas que recomendam ainda a decocção, a maceração, ou o xarope.

Em cosmética é famosa a ação da urtiga para o tratamento do couro cabeludo e da queda do cabelo. Diversas loções capilares são preparadas com base nos seus princípios ativos.

Muita gente ficará espantada e incrédula se lhes dissermos que as urtigas podem ser consumidas como qualquer legume hortícola. Pois é verdade, a urtiga entra também na gastronomia onde poderá ter um lugar de maior destaque se as pessoas abandonarem preconceitos e tabus. Como? Muito simplesmente como se de nabiças ou de espinafres se tratasse. Basta passar as plantas por água tépida para que deixem de picar. Depois separam-se os talos (demasiado fibrosos) e aproveitam-se as folhas que são ótimas para a confeção de sopas e outros pratos cozinhados. Não conhecemos melhor esparregado do que o de urtigas. Devido ao alto teor de clorofila, o esparregado mantém uma cor verde agradável, ao contrário do que acontece em determinados restaurantes onde o verde vivo do esparregado se deve à utilização do bicarbonato de sódio. O sabor? É agradável e ninguém descobre que provém das urtigas, se não lhe dissermos.

Finalmente queremos ainda acrescentar que estudos efetuados acerca dos efeitos das associações vegetais revelaram que a presença da urtiga melhora o desenvolvimento de outras plantas, como as ervas aromáticas, cujo teor em essências sai reforçado

 Miguel Boieiro

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Restaurante El Bulo Social Club - Chef Chakall

Se eu já escrevi, neste blog, acerca do intitulado “Refeitório Senhor Abel”, assim como do “Heterónimo BAAR”, ambos situados nos antigos armazéns Abel Pereira da Fonseca, mais precisamente na intitulada Praça David Leandro da Silva em Marvila, desta vez vou dar-vos a conhecer o chamado “El Bulo Social Club” e quais as suas principais novidades para esta época de outono, também com a assinatura do próprio Chef Chakall!


Marvila foi, sem dúvida, uma das zonas que mais beneficiou com a realização da “Expo 98”, considerando-se atualmente como sendo a zona periférica de uma grande cidade europeia em franco crescimento!

Acrescente-se que esta simples freguesia portuguesa do concelho de Lisboa, situada entre o Aeroporto e o rio Tejo, remonta à Idade Média, tendo estado muito tempo ligada à atividade rural, devido sobretudo à fertilidade das suas terras; mais tarde desenvolveu-se bastante a nível industrial, sendo deste período os tais armazéns de vinhos de Abel Pereira da Fonseca, onde o Chef Chakall viu um enorme potencial.

Para começar, ao passar-se pela porta principal do restaurante “El Bulo Social Club”, dá-se de imediato com o alto pé direito do edifício, bem como com a lindíssima pintura do lado direito carregada de simbolismo e cores fortes. 
 
Mas o espaço em si, no passado dia 18 de setembro, ainda se apresentava, numa das partes, em fase de remodelação, tendo em vista a definição de diferentes zonas:  

rés-do-chão: uma primeira zona, localizada logo à entrada, mais dedicada, por exemplo, a quem desejar comer umas tapas, por sua vez seguida de uma segunda zona, esta mais recolhida e mais dedicada a quem preferir comer refeições do tipo completas;

andar de cima: irá existir um lounge com sofás, juntamente com algumas mesas, estando, neste momento, a ser igualmente preparada uma outra sala para eventos mais restritos, em que se poderá, por exemplo, dançar, para além do facto de que, num futuro próximo, ainda se poderá reservar uma certa zona para um certo número de pessoas.

Por outro lado, ainda junto à entrada do rés-do-chão, deverá somar-se, dentro em breve, uma pastelaria do tipo biológico, logo uma nova zona dedicada a quem quiser degustar, por exemplo, café, sumos naturais, pães biológicos ou até mesmo saladas.

E se, com a entrada de um novo Sub-Chef, Roman Meier, houve a apresentação do reforço de equipa a todos os presentes, logo também houve a apresentação de uma nova carta, realizada em conjunto com o Chef Chakall!

Para mais informações, por favor visite o site oficial do Chef Chakall:

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

O novo espaço Ayalla Sparkling Cakes fica em Odivelas!

Já abriu o novo espaço Ayalla Sparkling Cakes em Odivelas, mais precisamente na Urbanização Colinas do Cruzeiro, tendo a Cozinha Com Rosto passado por lá, para vos contar agora como é que tudo começou e o que é que afinal coloca à disposição dos seus clientes, para os fazer voltar!


Mas ainda antes de passar à entrevista formulada por mim ao próprio mentor do projeto, a quem eu agradeço, desde já, todo o tempo despendido, só para vos fazer uma breve introdução, meus caros leitores deste blog, adianto já que, Chef Pedro Ayalla e Costa, formado em Pastelaria e com um excelente percurso profissional iniciado na indústria hoteleira, optou por, há cerca de dois anos, criar o seu próprio negócio, na área da confeção e venda de bolos e sobremesas do tipo mais arrojado, mas tudo caseiro e igualmente fresco, sem quaisquer corantes ou conservantes.

E, tal como podem verificar abaixo, sem dúvida que o seu trabalho é deveras minucioso, logo imprescindível para se manter o padrão de qualidade que é pretendido, de sabor único e exclusivo!

1.      Afinal de contas, como é que surgiu toda esta ideia de negócio e qual pensa ser o seu verdadeiro contributo aqui para as Colinas do Cruzeiro, em Odivelas? 

Chef Pedro Ayalla e Costa: A ideia surgiu de uma oportunidade de negócio que, para mim, fazia todo o sentido, o de ir a um Restaurante e ser presenteado com uma Sobremesa de Assinatura e caseira, em vez de muitas congeladas e carregadas de Conservantes e Corantes.
O facto de eu residir aqui, será o meu principal objectivo de ter instalado o meu Atelier aqui… quanto ao resto, serão os moradores da Urbanização que poderão responder!


2.      Qual a origem do nome Ayalla Sparkling Cakes? 

Chef Pedro Ayalla e Costa: É o meu Nome de Família, o Ayalla… o restante é como eu gosto de olhar para o meu trabalho e adjectivar desta Forma.


3.      E o que é que o inspira mais? Qual é que é o seu maior ídolo pasteleiro?

Chef Pedro Ayalla e Costa: A conjugação de sabores e texturas devidamente. Tenho alguns, mas o Pierre Hermé será como um exemplo a seguir, para além de ídolo.

4.      Durante a sua infância, por acaso, quem é que ajudava mais lá em casa a fazer as sobremesas? Ainda se recorda do seu bolo preferido?

Chef Pedro Ayalla e Costa: Não era eu decididamente, pois era mais fã de salgados… Adorava os Sonhos e o Bolo Inglês da minha Avó! 


5.      Sendo eu também Professora de Matemática, a sua área requer igualmente muita Aritmética, estou certa?

Chef Pedro Ayalla e Costa: Certíssima, pois quando a encomenda envolve um grande número de convidados, temos que acertar tudo ao pormenor.


6.      Já agora, complete a frase: “para se ser um bom pasteleiro, o ingrediente principal é…”

Chef Pedro Ayalla e Costa: Colocar muito amor naquilo que fazemos… penso que em tudo o que se faz na Vida, deve ou deveria ser assim!

7.      Tal como refere no seu site, sendo formado em Pastelaria, numa das melhores escolas nacionais, CFPSA, o Chef Pedro Ayalla e Costa realizou também várias especializações em Portugal, em chocolate e em açúcar estirado, mas também em França, com o MasterChef Michalak e com Chef MOF Jean Michel Perruchon, por isso eu pergunto-lhe: o que pensa acerca da Pastelaria em Portugal, comparativamente com a de outros países, nomeadamente com a de França?

Chef Pedro Ayalla e Costa: Gosto bastante da nossa Pastelaria, contudo acho que é um pouco à volta do Conventual, enquanto que a Francesa nos permite voar e ir mais longe.
Contente fico quando consigo misturar as duas.


8.      No que diz respeito ao seu percurso profissional na Indústria Hoteleira, como é que foi trabalhar, por exemplo, no Hotel Marriot ou no Sana Myriad? O que é que aprendeu aí efetivamente?

Chef Pedro Ayalla e Costa: Aprende-se a trabalhar em grandes quantidades e com uma grande dinâmica, pois a Cozinha de Hotel não pára. Quanto à responsabilidade do bem servir e ser muito consistente, já era algo que trazia comigo, por isso não tive que aprender. 


9.      Quanto à comercialização das suas sobremesas e bolos frescos e caseiros, notei que não são adicionados quaisquer corantes ou conservantes, querendo isto dizer que se preocupa bastante com a qualidade do que seleciona para fazer as suas receitas, e consequentemente do próprio sabor e textura que se apresenta em cada um dos produtos que coloca à disposição de quem o procura, correto? 

Chef Pedro Ayalla e Costa: Certíssimo, jamais deixarei de respeitar os produtos que utilizo e, acima de tudo, os meus clientes que nos procuram, pois sabem o tipo de Pastelaria que fazemos e oferecemos.

10.   Pode dizer-nos quais é que têm sido os produtos com maior aceitação por parte do público ao longo do tempo?

Chef Pedro Ayalla e Costa: Cada vez mais vai existindo a procura de Sobremesas e Bolos que fogem ao standard do pão de ló e doce de ovos, então já existe uma grande procura pelos Frutos Vermelhos e, no nosso caso, o Redvelvet é um dos que mais procura tem.


11.   Por outro lado, também tem conseguido diversos tipos de parceiros, de forma a fazer crescer o seu número de pontos de venda, certo? E onde é que podemos então encontrá-los?

Chef Pedro Ayalla e Costa: Todos os anos temos criado novas parcerias com Restaurantes que nos garantem também um serviço de excelência, nomeadamente: 

  • Restaurante Dom Feijão
  • Restaurante Marisqueira Queda D´Água
  • Restaurante Alecrim no Prato
  • Restaurante Kasa Mia 
  • Restaurante Flower Power
  • Restaurante Barracão de Alfama

São alguns dos nossos parceiros.


12.   Para finalizar: quais é que são então os seus contactos e qual o tipo de serviços que disponibiliza aos seus clientes?

Chef Pedro Ayalla e Costa: Os nossos Contactos são: 

telemóvel – 93 6451733

Disponibilizamos um serviço completo de encomendas de Sobremesas e Bolos para Restauração, Eventos, Aniversários e Catering.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

O Restaurante Fifty-Fifty em Vila de Rei!

Durante as minhas últimas férias de verão, voltei a passar uns dias verdadeiramente relaxantes na zona de Vila de Rei, que fica mesmo no centro de Portugal, tal como podem verificar aqui!
E o que dizer acerca de um restaurante que é também uma loja?
A proprietária de Fifty-Fiftycontou-me como foi possível apostar neste tipo de negócio cruzado há três anos, em que toda a decoração exposta nesse mesmo espaço é relativa à cultura americana dos anos 50 e 60 e está à venda, desde móveis retro, brinquedos antigos, luzes neons, estátuas em fibra, quadros de metal, bombas de gasolina, jukeboxes, slotmachines, malas, latas, copos, ímans, etc, sendo quase tudo original dessa mesma época!
O seu marido já comprava e vendia muitos destes artigos há quase 40 anos, mas Lieve Burssens queria abrir um restaurante. Entretanto, também por viverem na zona circundante desde há 16 anos, decidiram fechar a loja que mantinham na cidade de Tomar, para abrir este novo espaço, aberto fundamentalmente durante a altura do verão, recebendo sobretudo pessoas fora do concelho ou então jovens à noite.
Simplesmente achei a ideia fantástica, cuja ementa é igualmente convidativa a entrar e a usufruir de uma experiência única e exclusiva, que nada choca com o meio envolvente, contendo receitas de todo o mundo, todas deliciosas e muito apetecíveis.
Em resumo: uma viagem no tempo, num local imprevisto, recheado de peças sensacionais e de muito bom gosto e à venda, que somado à simpatia no atendimento e à qualidade da comida a preços razoáveis, vale mesmo a pena visitar!
E se lhe apetecer ficar até ao dia seguinte, ainda pode hospedar-se num dos 4 apartamentos dispostos no mesmo edifício, ou então na intitulada Quinta do Eco, no caso de preferir ficar antes rodeado pela natureza per si, onde pode:

“Aproveitar uma boa refeição, beber um copo, conversar, ler um livro, descansar ao sol… no terraço. Acordar com o canto de pássaros ou mergulhar na piscina…

Fazer passeios pedestres ou ciclismo pelos vales em estradas de terra batida, atravessar as colinas com vistas magníficas…

Fazer visitas à praia fluvial ou castelos próximos, museus ou conventos…

Vila de Rei é então sinónimo de descanso, mas também de artesanato e gastronomia local, praias fluviais e atividades ao ar livre, bem como de boa gente e bons costumes, aparecendo até no Top 20 dos Concelhos com maior Qualidade de Vida, mediante uma notícia publicada no siteda Câmara Municipal de Vila de Rei, datada de 22 de janeiro deste ano, apesar dos incêndios florestais que tanto assolaram o concelho durante o verão do ano passado!

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

PLANTAS PARA COLHER E DEGUSTAR: texto 12 - Arroz (by Miguel Boieiro)

Observo sempre com muita curiosidade a vegetação das terras por onde deambulo nas minhas viagens. Depois escolho uma das plantas encontradas, por uma questão de mera simpatia ou por a julgar mais significativa, para ser o alvo das minhas investigações botânicas.
Ora, estando mais de um mês no sul da China (ilha Hainan), qual foi a planta que aí encontrei mais abundante e representativa? Já calculam! Foi a do arroz, cereal que é a base da alimentação de 1400 milhões de chineses e de mais de metade da população mundial.
O arroz sempre me apaixonou e tenho para com ele um carinho e uma afinidade que vêm dos tempos de menino. O meu pai, embora analfabeto, concentrava um conjunto de saberes ancestrais e misteriosos que recebeu oralmente dos antepassados. Um dia, já perto do Natal, que para ele nada tinha a ver com o consumismo da festa da cristandade, trouxe da Barroca d’Alva umas sementinhas castanhas que colocou num pires com alguma água. Curioso, como sempre fui, todos os dias ia ver as sementes e acompanhei radiante a sua rápida germinação. Nasceu uma pequena seara de um verde tão bonito e mimoso, como jamais vira. E aí logo me dei conta de que estava perante algo imensamente mais sagrado do que os “meninos-jesuses” de todo o mundo, uma vez que “pais-natais” ainda não havia naqueles idos (que me desculpem os crentes mais radicais). 

A sensação do arroz como planta sagrada, tive-a, de novo, na China profunda, ao ver as searas amorosamente cuidadas e enquanto ia comendo arroz três vezes por dia durante um largo mês. Definitivamente, fiquei fã do arroz.

Há meia dúzia de anos comprei um livro que descrevia, tim-tim por tim-tim, este afamado comestível, terminando com dezenas de receitas. Emprestei-o a alguém e não voltei a reavê-lo. Paciência! Que a esse alguém lhe faça bom proveito, são os meus votos sinceros. Recordo, no entanto, que lá se referia o nosso país como o maior consumidor europeu do precioso cereal: 17 kg por ano, per capita. A seguir vinha a Espanha com 9 kg e muito atrás, todos os outros. Num almoço ocasional com o embaixador da Coreia do Norte perguntei-lhe, qual seria o consumo médio por pessoa na RPD da Coreia. Fez umas contas rápidas e de imediato me respondeu: 150 kg! 
Existem cerca de 8 mil variedades de arroz, mas basicamente elas integram sete espécies, sendo a mais conhecida a Oryza sativa (arroz asiático). Cada vez mais apreciadas são as variedades perfumadas, como o basmati, o jasmim, o vermelho e o dourado, este, manipulado geneticamente. Entre nós, as mais conhecidas são o carolino e o agulha.
 
Como se sabe, o arroz é uma gramínea de origem asiática. Julga-se que é usado como alimento há perto de 7 mil anos, fazendo parte do quotidiano dos países orientais que são, de longe, os seus principais produtores e consumidores.
A planta tem um cultivo anual em terras alagadas, mas pode sobreviver por vários anos nas regiões tropicais. 
O arroz é um dos alimentos mais equilibrados que se conhece. Contém hidratos de carbono, proteínas, vitaminas B1, B2, B3, cálcio, magnésio, manganés, fosforo, zinco, ferro, proteínas, pouca gordura e nenhum glúten. No que respeita às proteínas, é certo que não possui a totalidade dos aminoácidos essenciais, mas combina muito bem com todas as outras fontes proteicas.
O arroz integral, ou seja o arroz em que apenas se retira a casca exterior (celulose), ficando com uma película fina acastanhada, é o melhor para uma nutrição saudável. Essa película contém fibra e maior quantidade de proteína e de gordura, alimentando muito mais. Se bem mastigado, é de fácil digestão, combatendo o colesterol, a arteriosclerose, a diabetes, a prisão do ventre e outras disfunções do aparelho digestivo. Além disso, contém selénio que é um antioxidante natural que beneficia o sistema imunológico. Quem consome apenas arroz normal, leva algum tempo a habituar-se ao integral, mas depois acaba por o achar mais saboroso que o chamado arroz branco. 
Quanto às formas de cozinhar, elas variam muito, de país para país e de região para região. Na China o arroz é cozido a vapor o que, de entre outras vantagens, fica mais a jeito para ser comido com os tradicionais pauzinhos, como aliás, sempre assim fiz.
Para mim, que gosto dele bem cozido mas não empapado, a melhor maneira é usar o forno solar: uma parte de arroz para três de água, um pouco de azeite e uma pitada de sal, sol que baste e passadas 2 horas, está pronto. Vantagens: não esturra, não pega, não endurece e é claro, não se despende energia elétrica nem gás, o que, em tempos de aguda crise, não é de somenos. 
 Miguel Boieiro

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

O 1.º Aniversário do Areal Beach Bistrot by Chakall!

O Areal Beach Bistrot by Chakall, aberto desde julho de 2017, celebrou, no passado dia 25 de julho, o seu primeiro aniversário de existência, com um certo grupo de convidados, onde eu tive a oportunidade de estar presente, por isso não percam os próximos parágrafos, que eu vou contar-vos como foi e quais é que foram as surpresas!
Era mais um dia de pouco calor e com bastante nebulosidade, mas sem vento, logo até bastante agradável para estar sentada de frente para o mar, na praia do Areal Sul, mais precisamente na Lourinhã, sendo esta uma vila sede de concelho localizada no litoral da sub-região do Oeste.
Por curiosidade, segundo o site Wikipédia, a Lourinhã parece ter tido origem romana, numa zona denominada Laurinianum, Laurinius ou Louriana, logo, o seu próprio nome pode derivar de “laurus” ou “Laurius”, palavra latina que significa loureiro, árvore em tempos abundante na região.  
E o turismo é, sem dúvida, uma atração cada vez mais forte na região, com especial destaque para o Dino Parque, aberto desde fevereiro, atingindo recentemente as 200 mil visitas, segundo o Presidente da Câmara da Lourinhã, João Duarte de Carvalho, para além dos produtos hortícolas da região, que têm abastecido o mercado nacional/internacional com a saída diária de 250 camiões, e da prática do surf, sobretudo a ver com a zona da Nazaré.

Por outro lado, Pedro Garrido, Presidente da União de Freguesias da Lourinhã e Atalaia, sublinhou o papel fundamental do Chef Chakall na região: “aqui toda a gente o conhece, ele é uma referência a nível local, nacional e internacional e o facto de demonstrar esta preocupação com a utilização dos produtos locais acaba por conferir uma maior visibilidade da região. Por todas estas razões e por ser também uma pessoa muito querida aqui, não podíamos estar mais satisfeitos por acolher este projeto e por poder celebrar juntos o sucesso deste primeiro ano.”

E já bem perto da hora em que o almoço iria ser servido, lá continuávamos nós, totalmente absorvidos por todo aquele ambiente de festa e a tomar algo que tinha sido gentilmente fornecido, ao som de boa música, é claro!
Entretanto, sendo que a fotografia é algo inevitável para mais tarde recordar, peguei na minha máquina fotográfica e fui registando, sob diferentes ângulos, as diferentes zonas ao meu redor, amplamente decoradas de uma forma muito simples, mas muito repleta de significado, tal como me transmitiu, mais tarde, a própria irmã mais nova do famoso Chef Chakall, Silvina Lopez, que é quem «comanda» na cozinha e faz acontecer o «casamento perfeito» entre a Argentinae a Lourinhã
Sabe-se que a Argentina é o país de origem para ambos, porém, no que diz respeito aos 20 anos já somados pelo Chef Chakall em Portugal, 12 desses foram passados no Seixal da Lourinhã, tendo-se tornado numa das fortes ligações familiares, em que Silvina Lopeztambém adotou para viver.
 
Desta forma, os produtos mais emblemáticos da zona Oeste de Portugal, tais como o polvo, a pêra rocha, a abóbora e a aguardente, foram decididamente os principais embaixadores deste lugar à beira mar, o que eu valorizo bastante!

Obviamente que, durante um ano, muita coisa aconteceu, até que Silvina Lopez resolver fazer algumas remodelações no espaço, tendo estado quase sempre fechado entre os meses de novembro e abril últimos, contando agora com uma esplanada, um bar e uma sala VIP onde são servidos almoços e jantares à carta. 
Na minha opinião, concordo com o facto de que, agora, o espaço consegue chamar à atenção de um público muito mais abrangente e que vem até à praia em busca de vários propósitos, desde a refeição mais simples e rápida, para depois desfrutar de um belo dia de sol e mar, até aos que preferem uma refeição mais completa e demorada, na companhia de um grupo de amigos ou familiares mais próximos. 
Passando agora à apresentação da nova carta assinada pelo Chef Chakall, esta conta com algumas propostas emblemáticas do seu país de origem, como por exemplo as Empanadas Argentinas (2,5€) e o Cao Cao de Gambas (8,5€), nas entradas, ou ainda o Ojo de Bife Argentino (18€), nas carnes. 
No que toca aos intitulados produtos portugueses, e sobretudo sublinhando os da zona Oeste, eles são o polvo (a intitulada “estrela” do prato, Polvo Nipo Tuga – 16€), ou a batata doce que, segundo Silvina Lopez, “é adquirida a um produtor local a 150 metros do restaurante onde as podemos apanhar diretamente da terra. Isto não tem preço!
Já na parte final do almoço, uma última surpresa foi dada a degustar a todos os convidados presentes: as novas bolas de Berlim com recheio, criado pelo Chef Chakall, de pêra rocha e de abóbora com aguardente da Lourinhã (uma das 3 regiões demarcadas a nível mundial), já disponíveis na praia do Areal Sul, tendo eu apreciado sobretudo as primeiras!
Para concluir, perante a pequena mas sentida apresentação que o chef argentino fez em homenagem à sua irmã, “a única rapariga em seis irmãos, a irmã mais nova que eu sempre protegi e que juntamente comigo partilha o ‘karma’ familiar da cozinha, já que somos a 4º geração de cozinheiros na família”, já que “é impossível estar em todo o lado e corresponder a todas as solicitações que tenho na minha vida profissional, quer em Portugal, quer fora do país”, está demonstrado que a sua família é o seu grande suporte na vida.   
E por tudo isto, e partilhando ambos os mesmos valores, os dois irmãos esperam continuar juntos a investir num espaço onde predomine uma alimentação cuidada e saudável, o respeito pelos produtos locais e a sustentabilidade, o que muito me apraz, parabéns!
Últimas informações:
 
AREAL BEACH BISTROT BY CHAKALL
Horário de funcionamento: Diariamente das 8h30-22h00
Endereço: Estrada do Areal, nº 70 I Praia do Areal Sul I 2530-065 Lourinhã
Contactos e reservas: +351 261 414 182
Facebook I Instagram I Tripadvisor I Zomato
E para saber mais sobre o Chef Chakall, sugiro clicar no título abaixo, em que numa das últimas questões em que eu lhe coloquei, é sugerida uma receita simples, prática e bastante saborosa, por isso não irá arrepender-se:
 

sexta-feira, 27 de julho de 2018

4.ª Feira do Vinho da Região de Lisboa - Rua Augusta

Entre os passados dias 17 e 22 de julho, entre as 11h e as 20h, voltou a decorrer, na Rua Augusta, em Lisboa, a intitulada Feira do Vinho da Região de Lisboa

Comparativamente com o que se passou à sensivelmente um ano atrás, podendo rever-se aqui, marcaram presença, mesmo ao lado do Arco,11 balcões de prova de vinhos, tendo como objetivo central, uma digna promoção dos vinhos, nomeadamente junto dos turistas estrangeiros, para além de alguma doçaria típica da região.

Segundo o que consegui tomar conhecimento, na sua abertura esteve presente o vereador da Câmara Municipal de Lisboa, José Sá Fernandes, sendo que este evento é promovido pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa e tem a participação de 15 municípios da região, entre os quais: Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras, Batalha, Caldas da Rainha, Alcobaça, Bucelas, Carcavelos e Colares.

E o principal destaque foi para os vinhos de Torres Vedras e Alenquer, ambas regiões representantes de duas Denominações de Origem (DOC) da região de Lisboa, mas também duas cidades que são, este ano, a Cidade Europeia do Vinho, integrando, lá está, o programa Cidade Europeia do Vinho 2018 | Torres Vedras/Alenquer!

A este respeito, pode ter-se o devido acesso aos diferentes tipos de iniciativas e de atividades no respetivo site da Cidade Europeia do Vinho 2018, bem como na sua página de Facebook.

E durante o dia 21 de julho, em que tive oportunidade de passar por lá, pude comprovar que realmente eram muitos os estrangeiros que provavam os vinhos, fossem eles brancos, tintos ou rosés, ao mesmo tempo que faziam as mais variadas perguntas sobre o tipo de castas envolvidas ou adegas utilizadas, a própria produção ou os exigíveis tratamentos.

De facto, é de sublinhar a cada vez mais forte aposta na cultura da vinha e do vinho, conseguindo-se assim realçar territórios de secular tradição vitivinícola, para além do seu património cultural, assumindo-se Portugal como tendo uma melhor e bem delineada visão estratégica, face às recorrentes alterações climáticas e/ou necessárias adaptações ao nível de um tema tão importante como acontece com a questão da sustentabilidade!

Por exemplo, o Município da Lourinhã, onde se pode visitar o tão bem conhecido Parque dos Dinossauros, com o objetivo de promover mais uma ativação da Marca Lourinhã, no seu stand, destacou-se a Adega Cooperativa da Lourinhã, com a Aguardente DOC Lourinhã, assim como as seguintes empresas / marcas:

Dias 19 e 20 – Pêras & Companhia, da empresa Frutomania, Ldª.
Dias 20 e 21 – Doces Jurássico, do empresário João Pereira.
Dias 21 e 22 – Abóbora e Maçã’S, da empresária Eulália Ferreira.

Acrescente-se ainda que os “Doces Jurássico” surgiram em 2017, fruto de uma paixão pela doçaria, 100% artesanais e feitos com produtos biológicos. 

E já que a Lourinhã é também uma das três regiões demarcadas de aguardente vínica no mundo, ao lado das francesas Cognac e Armagnac, chamo aqui a vossa atenção para a prestigiada Aguardente Vínica Lourinhã!

No que diz respeito ao Município do Bombarral, onde se pode conhecer o tão emblemático Jardim do Éden, há muito mais por descobrir: a mais doce e respeitada especialidade, já criada em 1920, denominada de Mimosos do Bombarral; o 35.º Festival do Vinho Português e a 25.ª Feira Nacional Da Pêra Rocha, cujo certame terá lugar de 10 a 15 de Agosto, na Mata Municipal do Bombarral, com o seguinte programa:

10 agosto – Tributo a Xutos e Pontapés
11 agosto – Marco Rodrigues
12 agosto – Banda Xeques Orquestra
13 agosto – West Europe Orchestra com André Sardet, Anabela, João Só e Mafalda Arnauth
14 agosto – Fernando Daniel
15 agosto – Amor Electro

Já agora, destaque-se a seguinte lista de prémios respeitante ao Licor de Ginja da parte da empresa Licofrutos – Sabor da Terra: medalha de Ouro no 5º Concurso Nacional de Licores Conventuais e Tradicionais Portugueses 2018, 2017 e 2016, três estrelas no Great Taste 2017 e uma estrela em 2016; medalha de Prata no 4º Concurso Nacional de Licores Conventuais e Tradicionais Portugueses 2015.

Também faço aqui referência à Ginjinha do Sanguinhal, bem como aos Doces dÁmélia da Amélia Simão.