sexta-feira, 27 de março de 2020

A Alimentação em Situação de Emergência, Receitas e Utilidades!

Vamos todos ficar bem” tem sido cada vez mais uma onda positiva espalhada pelas nossas janelas…

E sem dúvida que as nossas crianças são peritas em fazer os desenhos mais inocentes e inundados de vaidade e esperança…

Tudo isto numa altura em que se pede a todos para que se cumpram medidas de proteção para evitar o contágio por Coronavírus, Covid-19, tais como: lavar bem as mãos e desinfetá-las com antibacterianos que não danifiquem a pele, tossir ou espirrar para o braço e evitar contacto com pessoas infetadas.

Mas também é importante lembrar que a alimentação pode ser um dos maiores aliados ao bem-estar, nomeadamente na altura em que for ao supermercado e precisar de reabastecer a sua dispensa, não tendo forçosamente de trazer para casa tudo quanto existe, por si só, numa única prateleira…

Não sejamos tão egoístas ao ponto da notícia que pode ser lida aqui, em que houve uma pessoa idosa que foi fotografada a olhar para as prateleiras vazias de um supermercado e que estava em lágrimas, em Melbourne, Austrália, enfim…

E por isso mesmo, acrescentem-se agora algumas das várias recomendações dadas pela Direção-Geral da Saúde, tal como se pode ler aqui, nomeadamente a ver o abastecimento de certos alimentos numa situação de emergência:

  • Planear o abastecimento de alimentos para até 10 dias;
  • Optar por alimentos que tenham um longo prazo de validade ou que não necessitem de ser cozinhados, refrigerados ou de água para consumo;
  • Armazenar pelo menos um garrafão de água de 6 litros por pessoa, de forma a obter um abastecimento suficiente para até 10 dias;
  • Para pessoas que seguem dietas especiais ou apresentem alergias alimentares, planear os alimentos mais adequados com antecedência;
  • Ter atenção à medicação, podendo incluir-se um multivitamínico;
  • Evitar alimentos ricos em sal e muito condimentados para não aumentar a sede;
  • Proteger os alimentos de fontes de contaminação, mantendo-os num local seco e fresco e por ordem segundo o sistema “FIFO” (First In, First Out), ou seja, o primeiro a entrar será o primeiro a sair, segundo os prazos de validade, de forma a que sejam substituídos por outros mais recentes.

Em resumo, optar por hábitos mais saudáveis à mesa que nos ajudem, e da forma mais natural possível, a fortalecer o sistema imunitário, será a nossa melhor opção, acreditem!

E assim vos convido agora a relerem os seguintes temas existentes neste blog, ora a ver com sugestões de receitas mais saudáveis, ora a ver com, digamos que, a nossa «farmácia caseira» (clicar em cada um dos tópicos abaixo):

quarta-feira, 25 de março de 2020

A Pandemia de COVID-19, alguns Conselhos e as minhas Sugestões de Leitura!

«A pandemia de COVID-19 é uma pandemia em curso de COVID-19, uma doença respiratória aguda causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2). A doença foi identificada pela primeira vez em Wuhan, na província de Hubei, República Popular da China, em 1 de dezembro de 2019 com um grupo emergente de pessoas com pneumonia de causa desconhecida, ligadas principalmente a vendedores ambulantes que trabalhavam no Mercado de Frutos do Mar de Huanan, que também vendia animais vivos. Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde declarou o surto uma pandemia. Até 20 de março de 2020, pelo menos 246 275 casos da doença foram confirmados em mais de 180 países e territórios, com grandes surtos na China continental (mais de 80 000 casos), Itália (mais de 41 000 casos), Espanha (mais de 20 000 casos), Irã (mais de 19 000 casos) e Alemanha (mais de 16 000 casos). Pelo menos 10 038 pessoas morreram (mais de 3 400 na Itália, mais de 3 200 na China e mais de 1 000 no Irã e na Espanha) e cerca de 86 036 foram curadas.»

(fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pandemia_de_COVID-19)

Nesta guerra cada vez mais inóspita contra o coronavírus, a Nutricionista Catarina Pires de Carvalho explica aqui quais é que são os cuidados a ter com a nossa dieta alimentar:

  1. Aumentar o consumo de vegetais, sobretudo os de folha verde escura, nomeadamente, espinafres, couves e brócolos, pela presença de vitamina E, essencial para o combate à inflamação;
  2. Aumentar o consumo de frutas, sobretudo as que são consideradas anti-inflamatórias, nomeadamente, frutos vermelhos, cerejas, amoras, mirtilos, framboesas e morangos, pela presença de antocianinas, compostos essenciais para combater a inflamação e responsáveis pela cor;
  3. Consumir alimentos ricos em vitamina C, tais como os citrinos, pimento, kiwi ou laranja;
  4. Aumentar o consumo de vitamina D, sendo recomendável por exemplo o consumo de salmão, sardinhas e ovos;
  5. Manter a ingestão de fontes de proteína, através de carne, peixe, ovos, queijo, fiambre e iogurtes, pela ausência de actividade física e/ou a permanência num ambiente mais sedentário;
  6. Reduzir o consumo de fontes de gordura, nomeadamente, azeite, molhos, alimentos fritos e/ou salgados.
  7. Reduzir o consumo de produtos com elevado teor energético, nomeadamente de produtos ricos em gordura e hidratos de carbono simples, como o açúcar ou, por exemplo, as batatas fritas de compra, bolachas, chocolates, gomas ou outros alimentos com elevada densidade energética;
  8. Ter em atenção as quantidades de macronutrientes (hidratos de carbono, proteínas e gorduras) ingeridas;
  9. Manter a toma de suplementação, caso tenha sido prescrita;
  10. Praticar algum tipo de atividade física regular, mesmo estando em casa.
  11. Outras soluções alimentares possíveis: o consumo de fruta (cozida, assada ou ao natural, onde se pode acrescentar canela para dar sabor), gelatinas light, iogurtes magros sem adição de açúcar (ao qual pode acrescentar canela para dar sabor), pipocas (não deve acrescentar nem sal nem açúcar), tremoços ou queijos frescos.

E já sabe que, em caso de sentir tosse, dificuldade respiratória e febre superior a 37,5ºC,  contacte de imediato as instituições desenhadas para o efeito, sendo que uma das frases que mais tem inundado a Internet é “Aos nossos pais e avós pediram-lhes para ir à guerra, a nós pedem-nos para ficar no sofá“, logo, se não tiver de ir trabalhar, fique em casa por si e pelos seus a, por exemplo, ler um bom livro (clique em cada um dos tópicos abaixo):

segunda-feira, 23 de março de 2020

Ficamos em Casa a petiscar Chouriço Assado com Pão de Trigo Sarraceno, Cerveja Preta e Mel?

Se muitos portugueses já seguem, à risca, todas as regras impostas pelo importantíssimo Decreto do Governo que regulamenta o atual Estado de Emergência, decretado pelo Exmo. Senhor Presidente da República no passado dia 18 de março, muitos outros, infelizmente, ainda não perceberam o perigo exponencial que todos corremos!

Mas…

«O presente decreto incide, designadamente, sobre a matéria da circulação na via pública, regulando a prossecução de tarefas e funções essenciais à sobrevivência, as deslocações por motivos de saúde, o funcionamento da sociedade em geral, bem como o exercício de funções profissionais a partir do domicílio.»

E também…

«Artigo 13.º

Regras de segurança e higiene

No caso dos estabelecimentos de comércio a retalho ou de prestação de serviços que mantenham a respetiva atividade (…), devem ser observadas as seguintes regras de segurança e higiene:
a) Nos estabelecimentos em espaço físico, devem ser adotadas as medidas que assegurem uma distância mínima de dois metros entre pessoas, uma permanência pelo tempo estritamente necessário à aquisição dos produtos e a proibição do consumo de produtos no seu interior, sem prejuízo do respeito pelas regras de acesso e afetação previstas na Portaria n.º 71/2020, de 15 de março»

Portanto, meus caros leitores deste Blog, é de imperativa importância ficarmos mesmo em casa, cumprindo o intitulado «Dever geral de recolhimento domiciliário», tal como está expresso no Artigo 5.º do mesmo Decreto .

Ou seja, se por acaso for mesmo necessário saírem para adquirir bens ou serviços essenciais, por favor, se possível, não se dirijam em grupo e evitem estar à espera numa fila de supermercado…

É que basta percorrer uma ou outra rede social para nos saltar logo à vista uma ou outra imagem contendo um conjunto de pessoas a passear na rua, ou até sentados num banco de jardim a manusear o telemóvel…

E se a hora de abertura ao público em geral, de um supermercado, passou a ser só às dez da manhã, por exemplo, às nove já começam a aparecer clientes à porta, mas será mesmo necessário!?

E se alguns usam máscara e luvas, outros usam só luvas ou só máscara, ou então muitos ainda não usam nada…

Mas quem é que, por outro lado, nos garante, e com a máxima certeza, que estamos de facto imunes ao vírus só por estarmos com a dita máscara e luvas devidamente colocadas!?

Entretanto, também existem aquelas pessoas que vivem neste momento bastante assustadas em casa e que a todo a hora desinfetam as mãos e/ou as superfícies que sobretudo utilizam com maior frequência…

Em resumo: vamos principalmente respeitar-nos uns aos outros, que no caso de não ser preciso ir trabalhar, fiquemos em casa, porque podemos sempre fazer algum tipo de exercício físico ou uma visita virtual a um museu, ler um bom livro, brincar com as crianças, ver um filme, cozinhar, etc.

E ainda que, num futuro mais ou menos próximo, nos deparemos com uma profunda e prolongada crise económica, nomeadamente na área do turismo ou das pequenas e médias empresas em geral, não nos deixemos ir também por um caminho ainda mais penoso, que é o da falta de saúde, seja a nossa ou a de quem vive connosco!

Ainda ontem lia aqui que «Acessos à Póvoa de Varzim controlados pela PSP após “desrespeito ao Estado de Emergência”» e que a «Ação foi tomada devido “ao comportamento inconsciente” de muitas pessoas que este domingo de manhã passearam pela cidade», e ainda aqui que «Sete pessoas foram detidas hoje pelas forças de segurança por crime de desobediência no âmbito do estado de emergência, disse o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita», enfim…

E foi a pensar em quem está desse lado, ora a ler este artigo sentado ao computador em sua casa, ou a partir do seu telemóvel ou tablet no conforto do seu sofá, que eu decidi experimentar, no passado sábado de tarde, um receita nova de pão com cerveja preta, apesar da receita original sugerir cerveja clara, porque era aquela que eu tinha mais à mão no frigorífico, bem como dois tipos de farinhas, que eu até já tinha ali um pouco esquecidas, na minha dispensa, será que vos conquistei?

Entretanto pensei também… e uma vez que o forno estava ligado, por que não colocar um chouriço a assar lá dentro!?

E pronto… lá se redigiu o petisco abaixo… “Chouriço Assado no Forno com Pão de Trigo Sarraceno, Cerveja Preta e Mel“… enquanto eu, e mais alguém, sentados à mesa, à hora de jantar desse mesmo dia, simplesmente íamos devorando mais um e outro pedaço de chouriço, ou de pão… vamos para a cozinha?

RECEITA DA CATEGORIA DE SNACKS: Chouriço Assado no Forno com Pão de Trigo Sarraceno, Cerveja Preta e Mel

Ingredientes:

  • 330 ml de cerveja preta
  • 2 colheres de sopa de óleo vegetal
  • 1 colher de sopa de fermento biológico seco
  • 3 colheres de sopa de mel
  • ¾ colheres de sopa de sal
  • 300 g de farinha de trigo sarraceno
  • 00 g de farinha de trigo
  • 1 chouriço caseiro

Confeção:

  1. Na tigela da batedeira, colocar a cerveja, o fermento e o mel, deixando bater tudo muito bem;
  2. Adicionar a farinha de trigo sarraceno, o óleo vegetal e o sal e deixar bater mais um pouco, antes de começar a adicionar a farinha de trigo, aos poucos, até a massa deixar de estar colada à tigela;
  3. Retirar a massa da tigela da batedeira e amassá-la numa superfície com farinha durante alguns minutos;
  4. Colocar novamente a massa na tigela, cobrir com um pano e deixar a massa a levedar até dobrar de volume, ou então durante cerca de 2h;.
  5. Colocar a massa sobre a mesma bancada levemente enfarinhada, para ainda amassar um pouco antes de modelar o pão no formato desejado, colocando-o na forma de ir ao forno, ou em duas iguais, que foi o que eu fiz, e logo a seguir deixá-lo ainda a levedar por aproximadamente 30 minutos;
  6. Polvilhar a massa com farinha de trigo e fazer alguns cortes com uma faca afiada, mas sem a pressionar.
  7. Tapar a forma com uma folha de papel de alumínio e levar a forma ao forno pré-aquecido a 200ºC cerca de 30 minutos, para a seguir retirar a folha de alumínio e ainda ficar no forno cerca de 10 minutos;
  8. Retirar o pão do forno, deixando-o arrefecer um pouco, numa grade, e colocar o chouriço a assar no forno, depois de lhe serem feitos pequenos golpes com a mesma faca afiada.
  9. Servir o chouriço assado no forno com o pão de trigo sarraceno com cerveja preta e mel.

(fontes: https://melepimenta.com/2019/02/receita-de-pao-integral-de-cerveja-e-mel.html)

segunda-feira, 16 de março de 2020

2 Receitas do Blog no Livro "A Mesa dos Portugueses" de 2018!

Todos nós sabemos o quanto é que a presença portuguesa no mundo ao longo da história, principalmente durante os Descobrimentos do século XV e nos territórios do império português, foi importante para se importarem técnicas e novos ingredientes, bem como deixar a sua marca em países tão distantes como o Brasil, Índia e Japão:

«A alimentação portuguesa, ainda que esteja restrita a um espaço geográfico relativamente pequeno, mostra influências atlânticas e também mediterrânicas (incluindo-se na chamada “dieta mediterrânica”), como é visível na quantidade de peixe consumida tradicionalmente. Muito mudou desde que Estrabão se referiu aos Lusitanos como um povo que se alimentava de bolotas. A base da gastronomia mediterrânica, assente na trilogia do pão, vinho e azeite, repete-se em todo o território nacional, acrescentando-se-lhe os produtos hortícolas, como em variadas sopas, e os frutos frescos. A carne e as vísceras, principalmente de porco, compõem também um conjunto de pratos e petiscos regionais, onde sobressaem os presuntos e os enchidos. Com o advento das descobertas marítimas, a culinária portuguesa rapidamente integrou o uso de especiarias, do açúcar, além de outros produtos, como o feijão e a batata, que foram adotados como produtos essenciais.» (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gastronomia_de_Portugal)

E por isso mesmo é que, o concurso nacional de gastronomia”A Mesa dos Portugueses” será sempre, sem sombra de dúvida, um ótimo formato para se conseguir divulgar, cada vez mais, as mais variadas receitas regionais existentes em todo o nosso país, ao mesmo tempo que, tal como aconteceu comigo, estimula à confeção de pratos com produtos de origem Portuguesa.

Esta iniciativa visa, portanto, a valorização do próprio património gastronómico português, daí o meu bem haja para todos os demais intervenientes em todo o seu processo, nomeadamente no que diz respeito à sua 7ª edição, ou seja, ao concurso “A Mesa dos Portugueses” referente ao ano de 2018!

Isto porque, minhas senhoras e meus senhores, foi finalmente publicado o livro com as 48 melhores receitas de 33 finalistas, avaliadas e provadas pelos chefes Orlando Esteves, Gonçalo Costa, José Júlio Vintém, Michele Marques e Leonor de Sousa Bastos, onde se incluem 2 receitas apresentadas por mim aquando do meu apuramento nessa altura para a segunda fase, ao ter conseguido estabelecer-me nos primeiros 10 lugares a ver com a «doçaria» e o «bacalhau»:

  • Bacalhau à Gomes de Sá (ver receita aqui)

  • Cavacas de Resende (ver receita aqui)

Recorde-se também que foram 70 as receitas escolhidas para a apresentação e prova ao júri, das quais foram 10 selecionadas para um duelo,  a partir do qual ficaram apuradas as 5 finalistas, cuja grande vencedora foi a Sopa à moda da minha avó, da autoria de Daniela Batalha, a quem eu tive já o prazer de conhecer pessoalmente, tal como podem ler aqui.

Só sei que, para mim, foi mais um marco muito importante no meu projeto Cozinha Com Rosto, como que um reconhecimento de todo o meu trabalho desenvolvido até então, uma vez que, já aquando da minha participação no mesmo concurso em 2015, tinha conseguido estabelecer-me nos primeiros 14 lugares a ver com a «doçaria»:

  • Brisas do Lis (ver receita aqui)

 

Desta forma, julgo poder afirmar que houve uma evolução do meu projeto, mas também das minhas ideias e conhecimentos, para além de ter voltado a conhecer um grupo de pessoas incrível, tendo valido mesmo muito a pena, e o meu muito obrigado por isso, tal como podem verificar pelas fotografias que estão também inseridas na barra do lado direto deste Blog!

Vamos para a cozinha experimentar todas as receitas acima indicadas, para depois me contarem como é que correu e se a vossa família aí em casa também aprova as minhas sugestões?

Nota importante: a edição da Revista Digital Trimestral “P´ra Mesa” N.º12 já está a caminho, aconselhando a todos a serem Subscritores do Blog Cozinha Com Rosto aquide forma a receberem de forma automática e totalmente gratuita no vosso email! E que zona do país terá sido desta vez escolhida… já pensaram?

quinta-feira, 12 de março de 2020

A Página do Facebook Cozinha Com Rosto faz 6 Anos!!...

«Para mim, viver é estar continuamente motivado. O significado da vida não é simplesmente existir, sobreviver, mais sim crescer, alcançar e conquistar.» (Arnold Schwarzenegger)

Para mim, viver é tal e qual o que a frase acima quer dizer: «crescer, alcançar e conquistar»!

Não adianta sonhar sem tentar concretizar, pelo menos uma vez, os nossos sonhos, porque, certamente, já todos nós nos imaginámos noutros lugares e a viver situações diferentes das atuais…

Por outro lado, também não é por causa, por exemplo, da situação concreta do possível contágio do novo coronavírus COVID-19, que vamos todos entrar em pânico, gerando constantemente pensamentos e atitudes negativas…

Duvidarmos das nossas próprias capacidades ou sentirmos a necessidade de nos justificarmos constantemente, apontarão sempre no sentido da crescente falta de confiança e perceção sobre nós mesmos…

«De acordo com os estudos de Albert Bandura, investigador da Universidade de Stanford que formulou a Teoria da Aprendizagem Social, a autoconfiança é a soma de dois fatores. Por um lado, a perceção de autoeficácia: em que medida nos vemos como capazes de realizar tarefas ou enfrentar situações e ser bem-sucedidos. Por outro, a autoestima, que se funda na avaliação que fazemos do nosso valor e do quão merecedores somos de coisas boas.» (fonte: https://nabexigamandoeu.pt/blog/mente-sa/confianca-propria-e-nos-outros/)

«Estando eu na posse desta página de Facebook, intitulada de MR Kitchen desde o dia 12 de março de 2014, com o slogan “Onde cozinhar é uma delícia!”, cujo objetivo principal era o de, e só quase unicamente através desta rede social, partilhar a confeção de receitas culinárias, incentivando outros a fazerem o mesmo, a partir do dia 6 de janeiro de 2017 fiquei tentada a desenvolver um projeto maior, o Blogue Cozinha Com Rosto, com o slogan “Nós somos o que comemos!”, já dizia Hipócrates há mais de 2500 anos, necessariamente ligado a outras redes sociais, tais como Youtube, Google+, Instangram, Pinterest ou Twitter.»

(fonte: https://www.facebook.com/CozinhaComRosto)

Portanto, agradecendo, desde já, toda a confiança depositada em mim e no meu projeto, nomeadamente para quem me segue, desejarei continuar a espalhar pensamentos e atitudes positivas, porque a alimentação tem forçosamente a ver com todas as funções vitais do nosso organismo, logo também com a nossa maneira de ser, pensar e agir, ou já agora com as nossas práticas e hábitos no dia-a-dia, daí o título “Cozinha Com Rosto“…

«Denomina-se alimentação ao processo de ingestão de alimentos a fim de proporcionar os nutrientes necessários para o desenvolvimento do organismo. A alimentação é de grande importância para a saúde humana, pois quando realizada de maneira correta é possível evitar um grande número de doenças, além de servir de base da nutrição. Ela está relacionada em boa parte com os produtos alimentares que historicamente um país produz com maior eficiência, embora na atualidade, graças à eclosão do comércio e da globalização, existe uma tendência que gera uniformidade a ela.» (fonte: https://conceitos.com/alimentacao/)

Para finalizar, e nomeadamente agora para quem ainda não me segue, convido-vos a serem Subscritores deste Blog aqui, de forma a receberem também, de uma forma totalmente gratuita e em formato PDF, a minha Revista Digital Trimestral “P´ra Mesa“, estando neste momento a preparar a edição N.º 12, combinado?

Assim será uma forma de ao mesmo tempo terem o devido acesso a mais e melhores informações acerca de uma dada região do nosso país, tanto a ver com a sua cultura e tradição, bem como a sua gastronomia e produtos locais, recomendações minhas acerca de restaurantes ou lojas mais emblemáticas, etc, parece-vos bem?

Em conclusão: vamos brindar juntos aos… 6 anos de existência da minha página do Facebook Cozinha Com Rosto?

RECEITA DA CATEGORIA DE SOBREMESAS: Bolo de Crepes com Creme de Pasteleiro e Chantilly

Ingredientes:

  • Massa de Crepes (ver receita abaixo)
  • Creme de Pasteleiro (ver receita abaixo)
  • Chantilly (ver receita abaixo)
  • Óleo Alimentar, Morangos e Açúcar em pó q. b.

Massa de Crepes:

  • 6 colheres de sopa de manteiga derretida
  • 3 chávenas de leite
  • 6 ovos
  • 1½ chávenas de farinha de trigo
  • 7 colheres de sopa de açúcar
  • Sal q. b.

Creme de Pasteleiro:

  • 1 ovo
  • 1 colher de sopa de farinha de trigo
  • 2 colheres de sopa de açúcar 
  • 1 colher de sopa de amido de milho
  • 1 chávena de leite
  • 1 colher de chá de aroma de baunilha
  • 1 colher de chá de água quente

Chantilly:

  • 200 ml de natas
  • 2 colheres de açúcar

Confeção:

  1. Fazer o Creme de Pasteleiro: numa tigela, adicionar os ovos, a farinha, o açúcar e o amido de milho, batendo tudo muito bem; numa panela, em lume baixo, levar o leite até estar quase a ferver, devendo retirá-lo logo a seguir para ainda deixar arrefecer um pouco antes de o verter, aos poucos, na mistura anterior de ovos; levar o creme ao lume, devendo bater constantemente até começar a engrossar; retirar o preparado do lume e adicionar o aroma de baunilha e a água quente, mexendo novamente; colocar o creme no frigorífico durante cerca de 3h;
  2. Fazer a Massa de Crepe: numa panela pequena, aquecer o leite, para logo a seguir ser retirado do lume e reservar enquanto arrefece um pouco; numa tigela grande, usando a batedeira em velocidade baixa, misturar os ovos, a farinha, o açúcar e o sal; adicionar lentamente o leite morno e a manteiga derretida, para depois verter a massa num recipiente bem fechado, de forma a deixá-la no frigorífico durante algumas horas;
  3. Fazer os Crepes: retirar a massa de crepe do frigorífico, de forma a retomar a temperatura ambiente; preparar algumas folhas de papel vegetal quadradas, para depois colocar entre os crepes que se forem retirando da frigideira; colocar um pouco de óleo alimentar numa frigideira antiaderente em lume baixo e, logo a seguir, 1 concha de sopa de massa de crepe de forma a cobrir toda a sua superfície; deixar cozinhar até o fundo do crepe começar a ficar levemente dourado, para logo a seguir, com a ajuda de uma espátula, conseguir virar o crepe delicadamente com os dedos, deixando-o cozinhar do outro lado até também começar a ficar dourado; retirar imediatamente o crepe cozido e colocá-lo por cima de um pedaço de papel vegetal; repetir o processo anterior até ter cerca de 20 crepes;
  4. Finalizar o Recheio do Bolo de Crepes com o Chantilly: deixar o pacote de natas no frigorífico durante algum tempo, de forma a fazer depois o Chantilly, e ainda adicionar o açúcar, antes de ser vertido sobre o Creme de Pasteleiro, que entretanto também tinha sido retirado do frigorífico para retomar a temperatura ambiente;
  5. Finalizar o Bolo de Crepes: colocar um crepe no prato de servir o bolo, para depois, com uma espátula pequena, cobrir tudo com uma camada fina do Recheio de Creme de Pasteleiro e Chantilly; colocar outro crepe por cima e ir repetindo o processo anterior até chegar ao 20.º crepe; polvilhar o topo com açúcar em pó e enfeitar a gosto com, por exemplo, morangos cortados em forma de «rosas», tal como podem ver aqui.

(fontes: https://www.thebakerchick.com/creme-brulee-crepe-cake/)