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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

El Bulo Social Club by Chakall: Menu Fim de Ano

E agora que o Dia de Natal já passou, comece já a pensar onde marcar o seu menu especial para a passagem de ano na melhor companhia!
Despeça-se, portanto, do ano velho de 2018, ao mesmo tempo que recebe, de braços abertos, o ano novo de 2019!

«No El Bulo Social Club by Chakall está tudo preparado para receber 2019! Depois de 12 meses de muito trabalho, mudanças na equipa, remodelação do espaço, carta renovada e novos projetos, Chakall quer encerrar 2018 em grande. Para isso, e à semelhança de anos anteriores, preparou um menu especial para a noite de 31 de dezembro.»

«A festa começa com um welcome drink – Margarita de Yuzu, e segue com duas entradas: Tártaro de Salmão Nikkei com guacamole e Vieira com ragoût de manga e chilly. Para pratos principais, o chef escolheu Lombo de Corvina com crosta de ervas aromáticas, em cama de duo de puré de beterraba e batata doce, no peixe; e Lombo de Vitela com molho de champanhe e polenta cremosa, como prato de carne. Para corta sabor entre os dois pratos um Lemon Champ. Para terminar a última refeição do ano, uma surpresa do chef para sobremesa. Não se sabe o que é (ou o chef não quer revelar) mas será garantidamente saborosa!

Já depois das 12 badaladas, das 12 passas, o El Bulo preparou uma ceia para continuar a festa até o sol nascer. Composta por Mini Hamburguer de Waguy, Mini Prego de Atum em Bolo do Caco, Mini Falafel de beterraba com molho de maionese e lima e uma Sopa da Pedra, rematada por uma degustação de gelados.

Quem se decidir a passar o ano no El Bulo Social Club, em Marvila, pode ainda contar com Música ao Vivo e outras surpresas preparadas pela equipa. O preço por pessoa varia entre os 100€ (sem bebidas) e os 150€ (com bebidas incluídas). Já quem apenas decidir sair de casa bem próximo da meia-noite, pode também juntar-se à festa a partir das 23h30, com direito a 4 senhas de bebidas no valor de 40€.»

Chakall pretende que seja uma festa de arromba: “independentemente de como correu o ano para cada um de nós, ele terá sido duro nalguns aspetos para todos mas também com muita coisa para celebrar. Não sei de outra forma que não terminar aqui, no meu bairro de eleição em Marvila, ao som de boa música e com um menu a pensar em todos os querem terminar e começar um ano novo cheios de boa disposição e energia! Nós estamos prontos para virar mais uma página do calendário, e vocês?”

SOBRE O O EL BULO SOCIAL CLUB BY CHAKALL:

 «Inaugurado em fevereiro de 2016, o El Bulo Social Club é mais que apenas um restaurante. É um espaço despretensioso, simples, confortável e para todos. Com comida não gourmet, descomplicada e boa. É um espaço onde se pode ver futebol, comer petiscos ou assistir a concertos de música ao vivo. O chef Chakall é o responsável pelo projeto e pela carta. Renovado no verão de 2018, aumentou a sua capacidade para 400 lugares sentados, tem vários espaços distintos e é o local ideal para eventos corporativos, team buildings, além de funcionar como bar e restaurante.»
 
(Para mais informações: www.chakall.com) 
EL BULO SOCIAL CLUB BY CHAKALL:
Praça David Leandro da Silva nº9 A 1950-064 Marvila I Lisboa
 
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
Terça a Quinta: 19h00 às 0h00 I Sextas: 19h00 às 2h00 I Sábados: 12h00 às 2h00 I Domingos: 12h00 às 17h00
Encerra aos domingos ao jantar e segundas
 
RESERVAS:
+351 917 892 265
elbulo@elbulo.pt
(fonte: Maria Comunica)

sexta-feira, 9 de março de 2018

Ainda sobre o Dia Internacional da Mulher: quem cozinha melhor, o homem ou a mulher?

O Dia Internacional da Mulher é celebrado a 8 de março, tendo sido uma ideia criada no final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida e trabalho, e pelo direito de voto. 
Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhaga, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas pelos direitos das mulheres trabalhadoras.

As celebrações do Dia Internacional da Mulher ocorreram a partir de 1909 em diferentes dias de fevereiro e março, a depender do país. A primeira celebração deu-se a 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes, usualmente durante a semana de comemorações da Comuna de Paris, no final de março. As manifestações uniam o movimento socialista, que lutava por igualdade de direitos económicos, sociais e trabalhistas, ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos.

Copenhaga, 1910. VIII Congresso da Internacional Socialista: na frente, Alexandra Kollontai e Clara Zetkin.

No início de 1917, na Rússia, ocorreram manifestações de trabalhadoras por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Os protestos foram brutalmente reprimidos, precipitando o início da Revolução de 1917. A data da principal manifestação, 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), foi instituída como Dia Internacional da Mulher pelo movimento internacional socialista.

Na década de 1970, o ano de 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e o dia 8 de março foi adotado como o Dia Internacional da Mulher pelas Nações Unidas, tendo como objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, independente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, económicas ou políticas.

Pensando bem, na área profissional da cozinha, o homem é quase sempre visto como o “chef de cozinha” e a mulher como a “cozinheira”. 

Isto porque, nomeadamente devido a algumas questões culturais que ainda continuam a persistir, apesar de todo o progresso na sociedade atual, a mulher “cozinheira” parece que continua a estar mais relacionada às tarefas do dia a dia, enquanto que o homem considerado “chef” é aquela pessoa que revela mais sofisticação e personalidade, trabalhando mais em ocasiões especiais.  

Mas, na verdade, seja homem ou mulher, o “chef de cozinha” é alguém que gere toda uma equipa dentro da cozinha, criando o conceito da cozinha ao seu próprio estilo, através da criação de receitas.

O que é curioso é que, desde sempre, a cozinha fora associada mais às mulheres do que aos homens; contudo, ainda existe muita discriminação no que diz respeito às mulheres no mundo laboral de uma cozinha, especialmente ao nível da “alta cozinha” em que os homens dominam!

Por exemplo, de acordo com uma notícia datada de 24 de Fevereiro de 2018, nPÚBLICO publicasse que em França, das 57 novas estrelas Michelin atribuídas em 2018, apenas duas foram para chefs mulheres; em Portugal, nenhuma chef foi premiada.

Ou seja, num mundo onde aparenta ser só de homens, há que servir inspiração a outras mulheres, levando a própria sociedade a pensar que a cozinha profissional também pode ser afinal um mundo de mulheres, onde elas sabem tão bem ou melhor liderar e criar do que os homens, não concordam?

Termino então, este pequeno texto, com algumas sugestões minhas para vos ajudar a inspirar na cozinha, caras leitoras deste blogue, e assim alegrar mais as horas que muitas vezes são mais rotineiras ou cansativas, seja para o vosso marido ou namorado, filho ou neto, podendo e devendo convidá-los sempre para vos ajudarem a confecionar aquela receita mais apetecível para todos aí em casa, bem como a tratarem de arrumar depois todos juntos a cozinha e a gozarem também a seguir todos juntos o tempo livre que virá a seguir, não será mais justo?
Cozinha - O Coração da Casa - www.wook.pt

Dia a Dia Mafalda - www.wook.pt
MasterChef - www.wook.pt
Cozinhar é um modo de amar os outros.
Mia Couto 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

O SOLSTÍCIO DE VERÃO E A TRAGÉDIA EM PEDRÓGÃO GRANDE!

Hoje assinala-se o solstício de verão de 2017, o que marca oficialmente o início da estação do verão, das praias, do calor, dos gelados, das férias escolares, mas também dos incêndios, que sendo eu natural da cidade de Leiria, não podia deixar de escrever sobre o inigualável incêndio na zona de Pedrógão Grande, que depois de tanta tragédia e de tantos operacionais envolvidos, ainda não nos deixou em paz!

O combate continua em curso”, disse à agência Lusa fonte do CDOS de Leiria, sublinhando que o incêndio “ainda não está dominado”.
Segundo a mesma fonte, ocorreram “várias reativações em vários setores, umas mais fortes do que outras”, sendo que “os meios estão a combater consoante as reativações que vão aparecendo.
Em Pedrógão Grande, encontravam-se, pelas 07:30 de hoje, 1.187 operacionais e 406 veículos, de acordo com o ‘site’ da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC). 
O incêndio que deflagrou no sábado à tarde em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 150 feridos, segundo um balanço provisório. 
O fogo começou em Escalos Fundeiros e alastrou depois a Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, no distrito de Leiria. 
Desde então, as chamas chegaram aos distritos de Castelo Branco e de Coimbra.

Realmente, é lamentável saber, como de facto começou tudo: trovoada seca!
Ora bem, de acordo com o site da Wikipédia, “uma trovoada seca é uma tempestade que produz relâmpagos, mas em que a maioria ou toda a precipitação evapora antes de atingir o solo (…) as trovoadas secas ocorrem essencialmente em condições secas, e os relâmpagos são uma importante causa de incêndios. Por este motivo, o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, e outras agências em todo o mundo, emitem previsões da probabilidade de ocorrerem em determinadas áreas.” 
Então, muitos hoje se interrogam sobre o que é que afinal correu menos bem no que toca, por exemplo, à troca de informações entre as entidades competentes a ver com a Meteorologia e a Proteção Civil!
E no portal de notícias da Globo, do passado dia 18 de junho, anunciava-se que “mais da metade das vítimas (30) morreu carbonizada dentro de seus carros na estrada entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra”; mas como é que foi acontecer tudo isto desta forma, sabendo que “o fogo começou por volta das 15h de sábado”?
E se, um pouco por todo o mundo, até há bem pouco tempo, felicitava-se Portugal pelo facto do vencedor do Festival da Eurovisão da Canção 2017 ser Salvador Sobral, apesar de, entretanto, a própria União Europeia oferecer a sua preciosa ajuda a Pedrógão Grande, neste momento, encontra-se este mesmo país, caracterizado todo ele por um profundo luto nacional, em grande destaque por todo o mundo, muito embora pelas piores razões, em que, por exemplo, o jornal espanhol El Mundo aponta o dedo para a “inoperância de Portugal na luta contra os incêndios“, sendo “a tragédia com mais mortos num único fogo em quase um quarto de século em todo o mundo“; por outro lado, esse mesmo jornal afirma que “a tragédia de Pedrogão Grande deve desencadear a tomada de decisões ao nível europeu para fazer da luta contra os incêndios uma prioridade em todo o sul da Europa”, isto de acordo com um artigo que eu também li no site da Sábado, do passado dia 19 de junho.
Já por volta do ano de 2005, se escrevia pela Internet, o seguinte título, bastante atual, por sinal: “Floresta portuguesa: o desespero de hoje e a esperança no amanhã”; para além de que:

O fogo é um elemento presente nas paisagens dos países do Sul da Europa, tendo acompanhado o pastoreio e os desbastes da floresta, através do tempo, e condicionado o desenvolvimento ou regressão dos ecossistemas florestais (Alves et al., 2006). As mudanças socioeconómicas em curso nos países do Sul da Europa, na segunda metade do seculo XX, refletiram-se no uso tradicional da terra e estilo de vida das populações e traduziram-se no aumento de grandes áreas de terras agrícolas abandonadas, muitas das quais se tornaram paisagens propensas à ocorrência de incêndios de grande intensidade, devido aos elevados níveis de biomassa, acumulados ao longo dos anos e prontos para alimentar fogos catastróficos durante o Verão. Com os grandes incêndios a aumentar em frequência e extensão, tomando, por vezes, dimensões catastróficas, perdeu-se o seu importante papel de renovadores dos ecossistemas (Noss et al., 2006).”

Não esqueçamos que, se por acaso 2008 foi o ano em que a área ardida foi menor desde 1980, o pior ano continua a ser o de 2003, tudo de acordo com dados retirados do site da Wikipédia, donde já também se pode ter acesso a um pequeno texto sobre o “Incêndio florestal de Pedrógão Grande em 2017.

De facto, ao longo dos anos, tem-se assistido à saída de pessoas das zonas que compõem o interior para essencialmente as grandes cidades do litoral, dando origem a uma emigração demasiadamente ampla e desorganizada, sendo que, já em 2015, a Área Metropolitana de Lisboa somava cerca de:
2,8 milhões de habitantes, o que representa 27% da população portuguesa, enquanto a Área Metropolitana do Porto tem cerca de 18% da população total”!

Obviamente que a busca por melhores condições de vida a ver com a existência de desemprego repentino na família, bem como a procura por melhores serviços, a ver com o fecho ininterrupto de escolas ou unidades de saúde em certas localidades, serão algumas das grandes causas para todo este efeito catastrófico, cujas consequências mais diretas poderão ser: aumento de problemas de cariz social no litoral, como a pobreza ou a criminalidade, criando-se empregos cada vez mais precários para fazer face a todo um conjunto de necessidades, se calhar até inultrapassáveis, na minha opinião, ao mesmo tempo que acontece a desertificação de aldeias e o posterior envelhecimento da população, logo o aumento de impostos torna-se quase como que obrigatório, diminuindo-se ainda mais os recursos naturais, campos agrícolas e todo um vasto conjunto de costumes e valores humanos, perdendo-se também o posicionamento estratégico conseguido até então.

E ainda temos depois a profunda alteração das nossas paisagens, dos nossos solos e das nossas florestas, que apesar de existir no presente uma grande chamada de atenção em torno de temas tais como o turismo em Portugal, a Gastronomia Portuguesa, a agricultura biológica, etc, assistindo-se atualmente, aos poucos, e ainda bem, a um deslocamento de pessoas no sentido contrário, ou seja, começam a surgir os intitulados “novos-rurais” com vontade de contribuírem para o desenvolvimento dessas mesmas áreas isoladas, por que não serem criados ainda mais incentivos ao nível do poder local e instituições governamentais?
Termino este texto, apenas dizendo o seguinte: é tempo de mudar mentalidades, é tempo de unir forças, é tempo de lutar pelas nossas crianças, pois no campo da educação e da formação, sendo eu também professora ao nível do ensino público, esta será outra área onde é preciso fazer muitíssimo!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

NOTÍCIAS DA ATUALIDADE

Entre ontem e hoje, no Centro de Congressos de Lisboa, realiza-se o XVI Congresso de Nutrição e Alimentação, que sendo organizado pela Associação Portuguesa dos Nutricionistas, é uma referência nacional na área da nutrição e alimentação, no qual participam mais de 1500 profissionais, como por exemplo Nutricionistas, Investigadores, Médicos, Enfermeiros e Estudantes.Existe até uma aplicação disponível para download, a partir da qual se consegue acompanhar todo o evento, feita pela Viver Saudável, a revista oficial do Congresso:

Acrescente-se ainda que o tema principal irá ser “Sustentabilidade Alimentar: desafios“, com o objetivo de debater refletir acerca dos principais pilares em torno da sustentabilidade alimentar: dietas saudáveis e sustentabilidade; valorização de subprodutos no setor agroalimentar; políticas alimentares em saúde; sustentabilidade de unidades de restauração coletiva; sustentabilidade alimentar; desperdício alimentar; sustentabilidade na produção e na distribuição de alimentos.

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) identifica a sustentabilidade agrícola e alimentar como uma das áreas estratégicas a trabalhar à escala global para assegurar a preservação dos recursos e disponibilidade de alimentos e a nutrição das populações.

Mais informações em:

http://www.cna.org.pt/

Para terminar este texto, deixo-vos aqui uma outra notícia, sendo ao mesmo tempo um agradável anúncio de emprego para quem tiver disponibilidade de viajar, comer nos melhores restaurantes do mundo e ainda ser pago por isso!




“A Michelin, cujas estrelas são desejadas pelos chefs de topo, está a contratar inspetores para avaliar restaurantes em Nova Iorque, nos EUA, de acordo com a CNN.Quais agentes secretos, têm de fazer marcações nos restaurantes utilizando nomes falsos, pagam as suas próprias contas e ser o mais discretos possível. Depois da refeição em si, há que escrever relatórios detalhados, monitorizar as notícias, tirar fotografias e visitar cada restaurantes tantas vezes quanto necessário.”

Contudo, ainda tendo em conta a mesma fonte, este tipo de trabalho implica “viajar durante três semanas por mês e comer em restaurantes pelo menos 275 refeições por ano“, cujos inspetores costumam somar, na sua maioria, “mais de 10 anos de experiência nas áreas de hospitalidade e cozinha“.