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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

O 1.º Aniversário do Areal Beach Bistrot by Chakall!

O Areal Beach Bistrot by Chakall, aberto desde julho de 2017, celebrou, no passado dia 25 de julho, o seu primeiro aniversário de existência, com um certo grupo de convidados, onde eu tive a oportunidade de estar presente, por isso não percam os próximos parágrafos, que eu vou contar-vos como foi e quais é que foram as surpresas!
Era mais um dia de pouco calor e com bastante nebulosidade, mas sem vento, logo até bastante agradável para estar sentada de frente para o mar, na praia do Areal Sul, mais precisamente na Lourinhã, sendo esta uma vila sede de concelho localizada no litoral da sub-região do Oeste.
Por curiosidade, segundo o site Wikipédia, a Lourinhã parece ter tido origem romana, numa zona denominada Laurinianum, Laurinius ou Louriana, logo, o seu próprio nome pode derivar de “laurus” ou “Laurius”, palavra latina que significa loureiro, árvore em tempos abundante na região.  
E o turismo é, sem dúvida, uma atração cada vez mais forte na região, com especial destaque para o Dino Parque, aberto desde fevereiro, atingindo recentemente as 200 mil visitas, segundo o Presidente da Câmara da Lourinhã, João Duarte de Carvalho, para além dos produtos hortícolas da região, que têm abastecido o mercado nacional/internacional com a saída diária de 250 camiões, e da prática do surf, sobretudo a ver com a zona da Nazaré.

Por outro lado, Pedro Garrido, Presidente da União de Freguesias da Lourinhã e Atalaia, sublinhou o papel fundamental do Chef Chakall na região: “aqui toda a gente o conhece, ele é uma referência a nível local, nacional e internacional e o facto de demonstrar esta preocupação com a utilização dos produtos locais acaba por conferir uma maior visibilidade da região. Por todas estas razões e por ser também uma pessoa muito querida aqui, não podíamos estar mais satisfeitos por acolher este projeto e por poder celebrar juntos o sucesso deste primeiro ano.”

E já bem perto da hora em que o almoço iria ser servido, lá continuávamos nós, totalmente absorvidos por todo aquele ambiente de festa e a tomar algo que tinha sido gentilmente fornecido, ao som de boa música, é claro!
Entretanto, sendo que a fotografia é algo inevitável para mais tarde recordar, peguei na minha máquina fotográfica e fui registando, sob diferentes ângulos, as diferentes zonas ao meu redor, amplamente decoradas de uma forma muito simples, mas muito repleta de significado, tal como me transmitiu, mais tarde, a própria irmã mais nova do famoso Chef Chakall, Silvina Lopez, que é quem «comanda» na cozinha e faz acontecer o «casamento perfeito» entre a Argentinae a Lourinhã
Sabe-se que a Argentina é o país de origem para ambos, porém, no que diz respeito aos 20 anos já somados pelo Chef Chakall em Portugal, 12 desses foram passados no Seixal da Lourinhã, tendo-se tornado numa das fortes ligações familiares, em que Silvina Lopeztambém adotou para viver.
 
Desta forma, os produtos mais emblemáticos da zona Oeste de Portugal, tais como o polvo, a pêra rocha, a abóbora e a aguardente, foram decididamente os principais embaixadores deste lugar à beira mar, o que eu valorizo bastante!

Obviamente que, durante um ano, muita coisa aconteceu, até que Silvina Lopez resolver fazer algumas remodelações no espaço, tendo estado quase sempre fechado entre os meses de novembro e abril últimos, contando agora com uma esplanada, um bar e uma sala VIP onde são servidos almoços e jantares à carta. 
Na minha opinião, concordo com o facto de que, agora, o espaço consegue chamar à atenção de um público muito mais abrangente e que vem até à praia em busca de vários propósitos, desde a refeição mais simples e rápida, para depois desfrutar de um belo dia de sol e mar, até aos que preferem uma refeição mais completa e demorada, na companhia de um grupo de amigos ou familiares mais próximos. 
Passando agora à apresentação da nova carta assinada pelo Chef Chakall, esta conta com algumas propostas emblemáticas do seu país de origem, como por exemplo as Empanadas Argentinas (2,5€) e o Cao Cao de Gambas (8,5€), nas entradas, ou ainda o Ojo de Bife Argentino (18€), nas carnes. 
No que toca aos intitulados produtos portugueses, e sobretudo sublinhando os da zona Oeste, eles são o polvo (a intitulada “estrela” do prato, Polvo Nipo Tuga – 16€), ou a batata doce que, segundo Silvina Lopez, “é adquirida a um produtor local a 150 metros do restaurante onde as podemos apanhar diretamente da terra. Isto não tem preço!
Já na parte final do almoço, uma última surpresa foi dada a degustar a todos os convidados presentes: as novas bolas de Berlim com recheio, criado pelo Chef Chakall, de pêra rocha e de abóbora com aguardente da Lourinhã (uma das 3 regiões demarcadas a nível mundial), já disponíveis na praia do Areal Sul, tendo eu apreciado sobretudo as primeiras!
Para concluir, perante a pequena mas sentida apresentação que o chef argentino fez em homenagem à sua irmã, “a única rapariga em seis irmãos, a irmã mais nova que eu sempre protegi e que juntamente comigo partilha o ‘karma’ familiar da cozinha, já que somos a 4º geração de cozinheiros na família”, já que “é impossível estar em todo o lado e corresponder a todas as solicitações que tenho na minha vida profissional, quer em Portugal, quer fora do país”, está demonstrado que a sua família é o seu grande suporte na vida.   
E por tudo isto, e partilhando ambos os mesmos valores, os dois irmãos esperam continuar juntos a investir num espaço onde predomine uma alimentação cuidada e saudável, o respeito pelos produtos locais e a sustentabilidade, o que muito me apraz, parabéns!
Últimas informações:
 
AREAL BEACH BISTROT BY CHAKALL
Horário de funcionamento: Diariamente das 8h30-22h00
Endereço: Estrada do Areal, nº 70 I Praia do Areal Sul I 2530-065 Lourinhã
Contactos e reservas: +351 261 414 182
Facebook I Instagram I Tripadvisor I Zomato
E para saber mais sobre o Chef Chakall, sugiro clicar no título abaixo, em que numa das últimas questões em que eu lhe coloquei, é sugerida uma receita simples, prática e bastante saborosa, por isso não irá arrepender-se:
 

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

PASSEIO TURÍSTICO - DIA 2: Cardigos, Sertã.

Em continuação da nossa rota (PASSEIO TURÍSTICO – DIA 1: Vila de Rei, Amêndoa), rumemos ao nosso segundo dia de passeio turístico, 27 de agosto de 2017, que hoje a temperatura estará mais alta, perfazendo 35ºC ao sol, logo excelente para seguirmos viagem até à intitulada Praia Fluvial de Cardigos, caracterizando-se por ser constituída por uma piscina para miúdos e graúdos, em que a própria água do rio que a preenche está sempre a ser reaproveitada… 


Podemos depois escolher entre uma zona relvada e uma zona de areia, esta por sua vez já preparada com alguns chapéus de sol, para além de churrasqueiras com acesso imediato a um parque de merendas coberto e de um bar de apoio com esplanada, casas de banho e chuveiros… 

Descansemos agora um pouco deitados na toalha que trouxemos às costas, depois de efetivamente estarmos perdidos no tempo a saltar para a piscina e a dar mergulhos…
Tomemos, ao mesmo tempo, algumas notas algures num pequeno caderno…

Vila de Rei encontra-se numa região rica em artesanato, ainda que este tenha pouca expressão económica. Neste âmbito há que destacar a cestaria e a tecelagem produzida pelas gentes da terra e apreciada por muitos visitantes.

A gastronomia, elevada a Património Cultural, é um dos pontos fortes do concelho de Vila de Rei, pois traz em si uma herança histórica extremamente valiosa, uma arte que a comunidade herdou dos seus antepassados e se recupera de geração em geração. Cozinhar não é apenas seguir uma receita. É algo mais intrínseco. É uma arte. 

Durante a parte da tarde iremos com certeza até à Sertã, para assinalar o fim de toda esta viagem repleta de emoções e sensações, podendo-se até aproveitar para almoçar a caminho no Restaurante Solar do Moinho, um espaço especialmente vocacionado para servir verdadeiros pratos regionais, situando-se bem perto da intitulada Capela do Espírito Santo… 

E assim se fica a conhecer um pouco mais também sobre a própria freguesia de Cardigos, que tal como acontece com a freguesia de Amêndoa, faz parte do concelho de Mação 


A Sertã é uma vila portuguesa, sede de município, com 14 freguesias, distrito de Castelo Branco, região Centro, sub-região do Pinhal Interior Sul. A vila tem cerca de 5 500 habitantes, sendo a principal vila do Pinhal Interior Sul. Ao todo, o município tem uma área de 453,13 km² e 16 720 habitantes.

A Sertã localiza-se num vale xistoso, numa área florestal com predominância de pinheiro bravo, eucalipto e oliveira. É banhada por duas ribeiras, a Ribeira da Sertã (Ribeira Grande) e a Ribeira do Amioso (Ribeira Pequena). Todo o oeste do concelho é delimitado pelo Rio Zêzere.
E como é tão agradável dar um passeio pelo Jardim da Carvalha a caminho da Ponte Romana, que fica mesmo ao lado da Ribeira…

Mas ficando muita história por contar, prometo que noutra altura prosseguiremos viagem em direção a outros destinos e romarias… 
Até lá aconselho visitarem os seguintes sites em busca de mais informações e utilidades:

http://www.cm-viladerei.pt/

 http://www.cm-macao.pt/

  

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

RECEITA: bacalhau fresco assado no forno com crosta de ervas aromáticas e pão ralado

Bacalhau é o nome comum de várias espécies de peixes classificadas em vários géneros, em particular no gênero Gadus, pertencente à família Gadidae, sendo o dito “original”, ou “verdadeiro”, o bacalhau encontrado no mar Atlântico, chamado Gadus morhua, que é uma das cerca de 60 espécies da mesma família de peixes migratórios. O Gadus vive nos mares frios do norte, sendo geralmente de tamanho pequeno, embora alguns exemplares possam chegar a pesar 100 kg e medir pouco menos de dois metros. Alimenta-se de outros peixes menores, como o arenque.”

Grown-up Travel Guide Daily Photo: Giant fish carving, Bergen, Norway;
by Andy Higgs in Europe, Grown-up Travel Guide’s Best Photos, Norway, Places.
 
“O Aquário dos Bacalhaus do MMI, inaugurado em janeiro de 2013, consiste numa atraente exposição de património biológico dedicado à espécie Gadus morhua, o bacalhau do Atlântico, que podemos considerar “o nosso bacalhau”, aquele que os portugueses pescam e consomem há vários séculos. Plenamente inserido no percurso expositivo do Museu, o Aquário completa o discurso histórico e memorial da Faina Maior oferecendo ao público uma experiência de conhecimento e lazer incomparável.”

RECEITA NA CATEGORIA DE PEIXE: Bacalhau Fresco Assado no Forno com Crosta de Ervas Aromáticas e Pão Ralado

Ingredientes:

BACALHAU 
  • 4 lombos de bacalhau fresco
  • 200gr de pimento assado verde e vermelho
  • pão ralado q. b.
  • mistura de ervas aromáticas para peixe q. b.
  • sal e pimenta q. b.
  • azeite e vinagre q. b.
  • 2 batatas doce
  • 1 cebola grande
  • 1 cabeça de alhos
SALADA
  • mistura de ervas aromáticas para salada q. b.
  • queijo mozzarella
  • mistura de alface verde, alface roxa e rúcula selvagem
  • 1/2 pepino
  • 1 tomate chucha
  • 3 rabanetes
BEBIDA
  • laranjas
  • pedras de gelo
Confeção:
BACALHAU
  1. ligar o forno a 180ºC
  2. cobrir o tabuleiro de ir ao forno com o azeite, a cebola cortada às rodelas e os alhos esmagados
  3. espalhar os pedaços do pimento assado verde e vermelho
  4. colocar por cima os lombos de bacalhau fresco, por sua vez cobertos pela seguinte “pasta”: ervas aromáticas para peixe, azeite, sal, pão ralado
  5. cortar as batatas doce à rodelas, a fim de as distribuir envolta dos referidos lombos de bacalhau fresco
  6. espalhar q. b. por cima das batatas doce: azeite, ervas aromáticas, sal e pimenta
  7. levar o tabuleiro ao forno cerca de 50/60 minutos, não esquecendo de virar as batatas e/ou regar o bacalhau com o molho a meio do tempo
SALADA:
  1. misturar o seguinte a gosto: folhas de alface roxa, alface verde,rúcula selvagem, ervas aromáticas, sal, azeite, vinagre, tomate e pepino chucha cortado aos quartos, rabanetes cortados às rodelas finas
BEBIDA
  1. espremer sumo de laranjas q. b., podendo servi-lo com rodelas de laranja e gelo 
I am sure my music has a taste of codfish in it –  Edvard Grieg.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

TERTÚLIA GASTRONÓMICA “Produtos Portugueses Qualificados" – PARTE 2

Tendo em conta o texto publicado durante a semana passada denominado de TERTÚLIA GASTRONÓMICA “Produtos Portugueses Qualificados”– PARTE 1, entre os múltiplos trabalhos desenvolvidos pela Associação Qualifica/oriGIn Portugal, continua a existir a edição do Guia dos Produtos Tradicionais Portugueses, paralelamente à organização de Concursos Nacionais de Produtos Tradicionais Portugueses.
Quanto à edição de 2017, esse mesmo Guia continua a ser organizado por regiões (Entre Douro e Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Beiras, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Madeira, Açores), que para além da descrição geral de cada produto e dos seus ingredientes, ainda são referidas a área geográfica de produção, a forma de apresentação comercial, a História, a forma de utilização, as condições de conservação e prazo de validade médio, o preço indicativo e a disponibilidade ao longo do ano.  

Por exemplo, logo na página 8, apresenta-se o arroz de pica no Chão de Vila Verde, um prato gastronómico bastante antigo e tradicional na região, constituído basicamente por arroz carolino e por frango caseiro ou do campo, alimentado a milho e verduras, em espaço livre, podendo “picar” diretamente os alimentos do chão, bem como pelo sangue do mesmo galo (cabidela). 

E este ano houve mais concursos, mais empresas inscritas, mais produtos em prova, mais membros do júri em ação e mais premiados, para além de continuar a existir o apoio da Colares Editora. Os Concursos Nacionais de Produtos Tradicionais têm sido realmente uma aposta ganha entre CNEMA e Qualifica/oriGIn Portugal, constando, ainda nesse mesmo Guia, para além dos nomes dos produtos e dos nomes das empresas premiadas, os respetivos contactos e locais de venda dos mesmos. 

Mas inovou-se ao nível das instalações e ao fazer inscrições e avaliações por via eletrónica com o apoio da CONSURMERCHOICE, Lda. Pela primeira vez também se conseguiu transmitir aos concorrentes as notas de prova deixadas pelos membros do júri, desde logo constituído por profissionais a amadores, todos muito bem qualificados e voluntários que partilham tempo, saber, amor e devoção aos Tradicionais!

Por tudo isto, toda esta compilação de dados vem chamar à atenção para toda uma série de produtos agro-alimentares (pães, azeites, vinagres, enchidos, méis, carnes, frutas, queijos, doces, bolos, etc), podendo ostentar vários tipos de qualificação (DOP – Denominação de Origem Protegida; IGP – Indicação Geográfica Protegida).  Pensa-se alargar o âmbito aos produtos não alimentares(bordados, tapeçarias, rendas, cerâmicas, madeiras, ferros forjados, cestos, etc).

Sem dúvida, na minha opinião, uma ferramenta deveras eloquente, perante todos aqueles que pretendam conhecer de uma forma mais profunda, produtos genuinamente tradicionais portugueses, apesar de alguns deles ainda aguardarem pelo reconhecimento oficial do seu nome, já que a Associação Qualifica/oriGIn Portugal é uma entidade que tem como missão aumentar o conhecimento e a procura dos genuínos produtos tradicionais portugueses.
Este Guia é editado pela Enigma e apresenta-se à venda com um PVP de 12€ para o público em geral e de 9€ para os associados, sendo o preço por correio de 15€ (IVA incluído). Para pedidos, por favor contactar: qualificanacalado@gmail.com.

Para Ana Soeiro, então Diretora Executiva da Associação Qualifica/oriGIn Portugal, todas as ligações e responsabilidades tomadas ao nível do Movimento Internacional oriGInpermitirão prosseguir na exigência da qualificação dos nomes dos produtos tradicionais, para além da segurança de termos os conceitos bem assimilados e a interpretação correta da regulamentação comunitária em vigor.

E a muito curto prazo irá estar disponível a app PTpt.pt, que relacionará sobretudo produtos com os seus produtores e os seus pontos de venda.
Também o projeto de elevação da Doçaria Conventual Portuguesa a Património Imaterial da Humanidade começa a dar passos seguros e a recolher apoios, pois até será lançada uma petição pública e uma recolha de fundos para o efeito, uma vez que a Marca já se encontra em registo no INPI. Deste modo, não será demais pedir a colaboração de todos para juntos recolhermos mais saberes, histórias, receitas, lendas, factos, etc.

Os Concursos de Produtos Tradicionais Portugueses continuarão a ser uma ferramenta de promoção e de divulgação essencial, pois com critérios rigorosos e número crescente de concursos e concorrentes, tem-se vindo a confirmar a qualidade sistemática de certos produtores e a revelar a qualidade de outros, premiando a tipicidade, a diferenciação pelas melhores razões e a manutenção das práticas locais, autênticas e constantes!

E para ir ao encontro de um maior número de solicitações, tendo também em conta a experiência decorrida até ao momento, brevemente existirá a funcionar um site específico para o efeito.
Portanto, se pretende qualificar o seu produto/serviço/estabelecimento e usar a marca da QUALIFICA, torne-se membro da Associação, esteja de acordo com os critérios de qualificação e assuma o compromisso de respeitar e manter as condições, autorizando o controlo das mesmas; se pretende defender, qualificar ou promover os produtos, as explorações agrícolas, os restaurantes, as unidades de produção, de fabrico ou de venda ou as feiras de produtos tradicionais, contacte a Qualifica, pois a marca ÉQUALIFICADO pode ser usada desde que cumpridos certos critérios específicos de acordo com o que deseja enunciar e expressamente autorizados pela Qualifica.
 

Para mais informações, por favor contacte qualificass@gmail.com  ou qualificanacalado@gmail.com.

Telemóvel: 92 782 0832
Skype:ana.calado60
Sede: Mercado Municipal de Portalegre – Loja 114, Rua Conde Jorge de Avilez, 7300-186 PORTALEGRE
Telefone: 245 906 273
Escritório: CNEMA
Escritório QUALIFICA / oriGIn Portugal: Quinta das Cegonhas, EN 3  Ap. 331, 2001-904 SANTARÉM
Telefone: 243 300 338
Contacto de Ana Soeiro, Diretora Executiva: qualificanasoeiro@gmail.com
Telemóvel: 96 581 9936
Skype: ana.soeiro4

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

RECEITA: bolo de chocolate com avelã

O chocolate é ou não é, definitivamente, uma incrível tentação para si?
E se, por acaso, encontrando-se sozinho em casa, de repente algum dos seus melhores amigos tocar à campainha para lanchar, precisará rapidamente de confecionar algo delicioso, mais ou menos rápido e versátil, acertei?
Pois bem, eu tenho a solução indicada para o seu caso: Bolo de Chocolate com Avelã!
É que este mesmo bolo pode ser servido quente ou frio, com mais ou menos chocolate derretido no seu interior, consoante o tempo de cozedura no forno, e ainda com algum tipo de frutos vermelhos à sua escolha, por exemplo, para além do facto de a sua apresentação no prato de servir ficar melhor quando se lembra que até tem um pouco de gelado no seu congelador, passando a ter a oportunidade de dar a experimentar vários tipos de sabores e texturas de uma vez só, numa garfada ou colherada…

RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Bolo de Chocolate com Avelã

Ingredientes:

  • 200 gr de manteiga
  • 200 gr de chocolate para culinária
  • 4 ovos
  • 100 gr de açúcar
  • 100 gr de avelãs

Confeção:

  1. derreter o chocolate com a manteiga e deixar arrefecer
  2. separar as gemas das claras dos ovos
  3. bater as claras em castelo e reservar
  4. misturar bem as gemas com o açúcar
  5. adicionar, aos poucos, o chocolate com a manteiga ao preparado anterior, mexendo sempre
  6. triturar grosseiramente as avelãs, juntando-as de seguida ao preparado anterior
  7. adicionar, por fim, as claras batidas em castelo, mas com cuidado
  8. levar tudo ao forno, a 180ºC e durante 30 minutos, numa forma de base amovível com 20 cm de diâmetro, bastando tapar o fundo com papel vegetal na hora de servir, ainda morno, eu sugiro colocar alguns mirtilos por cima, para além de um bola de gelado à sua escolha