Mostrar mensagens com a etiqueta turismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta turismo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

As Cavacas de Caldas da Rainha!

A cidade das Caldas da Rainha e a Rainha D. Leonor

Caldas da Rainha, sendo sede de um município com 255,69 km² de área, ao qual pertencem 12 freguesias, é uma cidade portuguesa, com certeza, somando 30 343 habitantes no seu perímetro urbano (2012), a segunda maior do Distrito de Leiria, pertencente à sub-região do Oeste, região Centro, e por sua vez integrada na Região de Turismo do Oeste.

Na Praça da República, conhecida popularmente como “Praça da Fruta“, realiza-se todos os dias, durante a parte da manhã, ao ar livre, o único mercado diário hortofrutícola do país, praticamente inalterável desde o final do século XIX.
Quanto à sua história, acha-se que, em 1484, durante uma viagem de Óbidos à Batalha, a rainha D. Leonor, esposa de João II de Portugal, e a sua corte, terão passado por um local onde várias pessoas do povo se banhavam em águas com um odor bastante intenso, que ao indagar-lhes por que razão o faziam, ter-lhe-ão respondido que eram doentes e que aquelas águas possuíam poderes curativos. 

A rainha quis então por isso comprovar a veracidade dessa informação, banhando-se também ali de cada vez que ficava doente. De qualquer modo, e de acordo com a lenda, a soberana curou-se, tendo determinado, logo no ano seguinte, erguer naquele preciso lugar um hospital termal para atender todos quanto se quisessem tratar!

E foi durante o século XIX, que Caldas da Rainha, depois de ter atingido o seu estatuto de vila em 1511, conheceu o seu maior esplendor, com a moda das estâncias termais, passando a ser frequentada pelas classes mais abastadas que buscavam águas sulfurosas para tratamentos.

Ao mesmo tempo, a abundância de argila na região permitiu que se desenvolvessem numerosas fábricas de cerâmica, convertendo-se, igualmente, num dos principais centros produtores do país, com destaque para as criações de Rafael Bordalo Pinheiro iniciadas na Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, entre 1884 e 1907.

A origem das Cavacas de Caldas da Rainha

Comece-se por assinalar que as cavacas são doces regionais que se encontram sob diversas formas e sabores em várias regiões de Portugal, que apesar das suas diferenças, a designação mantém-se, pois todas as receitas têm algo em comum: a cobertura merengada e a textura própria da massa!

As Cavacas das Caldas fazem assim parte da gastronomia típica da região de Caldas da Rainha, que ao constituir-se num ponto forte de atração à cidade, a história da sua confeção estará para sempre ligada à freguesia de S. Gregório, mais precisamente à aldeia da Fanadia, local onde nasceram as irmãs Rosalina e Gertrudes Carlota.

Estas duas senhoras, segundo reza a história, ficaram célebres por exercerem a atividade de doceiras, em Lisboa, na corte do Rei D. Carlos. Porém, com a crise e a queda da Monarquia, em resultado do Regicídio de 1908 e da implantação da República a 5 de outubro de 1910, as mesmas senhoras voltaram à sua terra natal, tendo-se dedicado, junto ao Hospital Termal, à venda de cavacas e beijinhos, tornando-se na própria imagem da cidade!

Uma Receita das Cavacas de Caldas da Rainha


Ingredientes:

Cavacas: 

  • 400 g de farinha
  • 30 g de margarina derretida
  • 6 ovos grandes
  • 1 colher (café) de sal fino
  • Azeite para untar
  • Farinha para passar

Cobertura:

  • 150 g de açúcar em pó
  • 1 clara
  • Sumo de limão q.b.

Confeção:

1) Deitar primeiro os ovos numa tigela e depois o sal e a farinha peneirada, aos poucos, batendo muito bem com uma colher de pau, para depois adicionar a margarina derretida e bater novamente até ficar uma massa «elástica».

2) Untar algumas formas de queques com azeite, dividindo a massa de modo a não ultrapassar os 3/4 de altura, sem esquecer de passar o dedo polegar em farinha para pressionar no meio da massa até ela começar a subir as margens.

3) Colocar as formas no forno pré-aquecido a 220°C, durante cerca 20 minutos, para logo a seguir baixar para 180°C, durante mais 20 minutos; desenformar tudo e reservar.

4) Fazer a cobertura, deitando primeiro a clara para uma tigela, depois o açúcar em pó e umas gotas de sumo de limão, a gosto, misturando tudo muito bem até ficar um creme mais seco; deitar o preparado obtido sobre as cavacas, deixando-as secar antes de serem servidas.

(fontes: https://www.teleculinaria.pt

https://pt.wikipedia.org,

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

O Restaurante Fifty-Fifty em Vila de Rei!

Durante as minhas últimas férias de verão, voltei a passar uns dias verdadeiramente relaxantes na zona de Vila de Rei, que fica mesmo no centro de Portugal, tal como podem verificar aqui!
E o que dizer acerca de um restaurante que é também uma loja?
A proprietária de Fifty-Fiftycontou-me como foi possível apostar neste tipo de negócio cruzado há três anos, em que toda a decoração exposta nesse mesmo espaço é relativa à cultura americana dos anos 50 e 60 e está à venda, desde móveis retro, brinquedos antigos, luzes neons, estátuas em fibra, quadros de metal, bombas de gasolina, jukeboxes, slotmachines, malas, latas, copos, ímans, etc, sendo quase tudo original dessa mesma época!
O seu marido já comprava e vendia muitos destes artigos há quase 40 anos, mas Lieve Burssens queria abrir um restaurante. Entretanto, também por viverem na zona circundante desde há 16 anos, decidiram fechar a loja que mantinham na cidade de Tomar, para abrir este novo espaço, aberto fundamentalmente durante a altura do verão, recebendo sobretudo pessoas fora do concelho ou então jovens à noite.
Simplesmente achei a ideia fantástica, cuja ementa é igualmente convidativa a entrar e a usufruir de uma experiência única e exclusiva, que nada choca com o meio envolvente, contendo receitas de todo o mundo, todas deliciosas e muito apetecíveis.
Em resumo: uma viagem no tempo, num local imprevisto, recheado de peças sensacionais e de muito bom gosto e à venda, que somado à simpatia no atendimento e à qualidade da comida a preços razoáveis, vale mesmo a pena visitar!
E se lhe apetecer ficar até ao dia seguinte, ainda pode hospedar-se num dos 4 apartamentos dispostos no mesmo edifício, ou então na intitulada Quinta do Eco, no caso de preferir ficar antes rodeado pela natureza per si, onde pode:

“Aproveitar uma boa refeição, beber um copo, conversar, ler um livro, descansar ao sol… no terraço. Acordar com o canto de pássaros ou mergulhar na piscina…

Fazer passeios pedestres ou ciclismo pelos vales em estradas de terra batida, atravessar as colinas com vistas magníficas…

Fazer visitas à praia fluvial ou castelos próximos, museus ou conventos…

Vila de Rei é então sinónimo de descanso, mas também de artesanato e gastronomia local, praias fluviais e atividades ao ar livre, bem como de boa gente e bons costumes, aparecendo até no Top 20 dos Concelhos com maior Qualidade de Vida, mediante uma notícia publicada no siteda Câmara Municipal de Vila de Rei, datada de 22 de janeiro deste ano, apesar dos incêndios florestais que tanto assolaram o concelho durante o verão do ano passado!

segunda-feira, 4 de junho de 2018

O Jardim do Príncipe Real e o Mercado Biológico mais antigo de Lisboa!

O Jardim do Príncipe Real, situado perto do Bairro Alto, em Lisboa, fora construído em meados do séc. XIX, cujo Mercado Semanal de Produtos de Agricultura Biológica é um dos muitos eventos que continua a realizar-se aos sábados, entre as 8h e as 14h, sobre o qual tratarei de desenvolver num próximo texto deste blogue!
Desta forma, existe à disposição de qualquer um de nós, uma imensa variedade de produtos hortofrutícolas, bem como de cereais, azeite, pão, vinho, etc. Esta mesma iniciativa resulta de uma colaboração entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Agrobio, tendo-se assim a garantia de que tudo é produzido de acordo com os devidos critérios da agricultura biológica!

Por outro lado, ao último sábado de cada mês e a segunda feira seguinte, entre as 9h e as 18h, junta-se, na mesma zona, a intitulada Feira de Antiguidades, Velharias e Artesanato, organizada pela Junta de Freguesia da Misericórdia. 

E ainda existe o Reservatório de Água da Patriarcal, podendo ser visitado aos sábados e domingos, entre as 10h e as 17h30, tal como a Galeria do Loreto, que por sua vez é capaz de nos fazer transportar até aos Jardins de São Pedro de Alcântara, através de um caminho subterrâneo, sendo até possível marcar, neste caso, visitas guiadas, de acordo com as informações existentes no seguinte site:

Por tudo isto, eu convido-vos então a passarem por lá, sugerindo irem de metro até ao Largo do Rato, para depois caminharem ao longo da rua da Escola Politécnica, rumo em primeiro lugar à esplanada do Quiosque que se encontra logo à entrada do mesmo jardim, para aí tomarem um saboroso café acompanhado de um saudoso Pastel de Nata, imediatamente antes de desfrutarem do monumental e secular Cedro-do-Buçaco (Cupressus lusitanica), com mais de 20 metros de diâmetro! 

Já agora, quanto ao próprio nome “Jardim do Príncipe Real”, ainda de acordo com o site da wikipédia, por acaso sabiam que, oficialmente, o mesmo espaço fora designado, em 1915, por “Jardim França Borges”, quando ali colocavam um busto dedicado a este jornalista republicano em sua homenagem? 

E não se esqueçam de apreciar também os envolventes palacetes, testemunhos da então Lisboa romântica!

sexta-feira, 23 de março de 2018

Susana Ribeiro em entrevista à Cozinha Com Rosto by Mónica Rebelo!

Susana Ribeiro vive em Vila Nova de Famalicão e está atualmente no final da licenciatura em Gestão de Atividades Turísticas.
 
Mas se por um lado afirma ser “apaixonada pela arte de viver”, e por outro assume “viver num mundo de opiniões irreverentes ou sonhos cor de rosa”, o Cravo e Canela, então convido-vos, desde já, a conhecerem, meus caros leitores deste blog, “uma mulher e pêras” e apologista do lema “mente sã em corpo sã”.
 
Já agora, no que diz respeito ao prato típico que mais aprecia ao norte de Portugal, sublinha, por exemplo, a Francesinha do Porto ou do Minho; mas quando vai para a cozinha, gosta de improvisar e particularmente adora elaborar vários tipos de panquecas!

1) Para começar, o que a levou a criar um blog e qual a sua razão para ter escolhido um nome tão sugestivo quanto o de “Cravo e Canela”? 

Susana Ribeiro: A principal motivação que me levou a criar um blog, foi desde sempre ser apaixonada por comunicação e escrita. Desde muito nova que adorava escrever e debater assuntos dos quais me interessavam. Junto disso, várias amigas, particularmente uma grande amiga minha, a Joana Campos, sugeriam a criação de um projecto meu, que me incentivou a acreditar mais em mim. 
O nome, confesso que já tinha meio layout da página elaborado, possíveis temas a abordar, no entanto não tinha ideia de nome. Contudo, e habitualmente devido aos meus hábitos alimentares, coloco canela no iogurte; num dos meus lanches de verão, enquanto o fazia, surgiu “Cravo e Canela”.

2) Algures, nesse mesmo blog, afirma que “eu preservo tanto a nossa saúde física e mental”, logo concorda com a necessidade de cada um de nós preservar a sua própria identidade e de conseguir manter ao máximo o equilíbrio entre o seu «corpo» e a sua «alma», é isso?

Susana Ribeiro: Sim, “mente sã em corpo sã”! Adoro desporto e a capacidade de libertar a nossa energia ou stress acumulado em actividades físicas, como uma corrida pela manhã, uma ida ao ginásio, um passeio de bicicleta… É importante saber desafiar o nosso corpo, em virtude de melhorar a nossa estética e a nossa saúde. 
No entanto, do que vale um corpo bonito numa mente obstruída e sem controlo? Nada. Tenho diagnosticado ansiedade crónica há cinco anos, e é também um dos temas que abordo no blog, e o nosso otimismo e paz interior é tão ou mais importante como um corpo esbelto.

3) E por acaso pratica algum tipo de dieta alimentar em especial? Gosta de cozinhar?

Susana Ribeiro: Não propriamente. Tenho cuidados especiais em beber muita água, comer de 3 em 3 horas, limitar-me a uma ou duas refeições “asneirentas” na semana, evitar hidratos de carbono a partir das 18h e refeições ricas em proteínas e energéticas. 
Sim! Gosto de improvisar em tudo o que cozinho. Particularmente adoro elaborar vários tipos de panquecas. 

4) Eu, particularmente, aprecio muito o facto das pessoas quererem arriscar, apostando ao mesmo tempo na sua criatividade, por isso, eu pergunto-lhe: quais é que serão, afinal de contas, os seus principais objetivos para um futuro mais próximo e as suas maiores expectativas?
 
Susana Ribeiro: Para um futuro mais próximo, espero alcançar o maior número de pessoas e marcas a seguirem e admirarem o meu projecto, que me dedico com muito carinho e esforço.  Contudo, um dos meus principais objectivos é futuramente escrever um livro, sendo este já um sonho de criança.
No entanto, gosto de levar um dia de cada vez e ser surpreendida pela vida.
 
5) Sendo Vila Nova de Famalicão a sua terra natal, por acaso considera-se, digamos que, “uma mulher do norte”?
 
Susana Ribeiro: Sim! “Uma mulher e pêras” (usamos bastante esta expressão no Norte). No norte somos mais liberais e arrojados. Eu sou uma pessoa muito transparente e de riso fácil, mas com muita confiança e determinação.
6) E a sua formação em Gestão de Atividades Turísticas, como está a correr?
 
Susana Ribeiro: Estou no último semestre, termino em Julho se tudo correr bem! Actualmente estou a terminar as últimas unidades curriculares da licenciatura e a desenvolver um Projecto sobre a Casa Museu de Camilo Castelo Branco.  
7) Já agora, o que tem a dizer acerca do desenvolvimento da atividade turística no nosso país? Será que sempre estamos a ir pelo melhor caminho, conseguindo atrair mais e mais estrangeiros, ou será que tudo isto não passa simplesmente de um «sonho», sendo tão-somente a consequência direta do que se tem passado nos outros países?
 
Susana Ribeiro: Não. Não é um sonho. O Turismo é uma actividade que tem tudo para crescer, tanto em Portugal como nos restantes países. O ser humano tem uma extrema curiosidade em conhecer o que existe para lá das fronteiras dele e de sobretudo partilhar, com a sua comunidade, experiências. Portugal tem imensa variedade de turismo para oferecer, como sol e mar, cultura, montanha, gastronomia…. Imenso. Paralelamente, hoje em dia, as distâncias estão cada vez mais curtas e económicas, portanto têm tudo para crescer.  No entanto, em Portugal, apesar de o sector do turismo equivaler a mais de 20% do nosso PIB, ainda não existe valorização pelos qualificados na área, levando a uma falta de confiança pelos que mais deviam acreditar.
 
8) Para terminar, seria capaz de indicar, aos leitores do blog Cozinha Com Rosto, qual o prato típico que mais aprecia ao norte de Portugal? E no que diz respeito a, por exemplo, roteiros turísticos, seria possível indicar também algum?
 
Susana Ribeiro: Não há nada como uma Francesinha no Porto ou no Minho. Já comi em vários locais do país e nenhuma se iguala. No entanto, o Rojões à Minhota ou à Moda do Porto também aprecio e aconselho.
Dois possíveis roteiros que aconselho seria a visita ao centro Histórico do Porto, o Cruzeiro das 7 pontes no Rio Douro com visita às caves e a visita interior à Torre dos Clérigos. 
Em segundo lugar, a lindíssima cidade berço, Guimarães! Sugeria uma visita pelo centro histórico, o castelo de Guimarães e o nobre Paço dos Duques.   
Portanto, aqui ficam também algumas dicas ao nível de possíveis roteiros turísticos ao Norte de Portugal, país este potencialmente tão ou mais rico do que se calhar julgamos ser, apesar do “fado” que há em nós!
E obrigada pelo seu tempo despendido, minha cara seguidora Susana Ribeiro, desejando-lhe muito sucesso!
Para finalizar, se quiserem também ficar a par da entrevista que a própria Susana Ribeiro fizera, há bem pouco tempo, sobre mim e do meu blog Cozinha Com Rosto, clique no seguinte link:

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

PASSEIO TURÍSTICO - DIA 2: Cardigos, Sertã.

Em continuação da nossa rota (PASSEIO TURÍSTICO – DIA 1: Vila de Rei, Amêndoa), rumemos ao nosso segundo dia de passeio turístico, 27 de agosto de 2017, que hoje a temperatura estará mais alta, perfazendo 35ºC ao sol, logo excelente para seguirmos viagem até à intitulada Praia Fluvial de Cardigos, caracterizando-se por ser constituída por uma piscina para miúdos e graúdos, em que a própria água do rio que a preenche está sempre a ser reaproveitada… 


Podemos depois escolher entre uma zona relvada e uma zona de areia, esta por sua vez já preparada com alguns chapéus de sol, para além de churrasqueiras com acesso imediato a um parque de merendas coberto e de um bar de apoio com esplanada, casas de banho e chuveiros… 

Descansemos agora um pouco deitados na toalha que trouxemos às costas, depois de efetivamente estarmos perdidos no tempo a saltar para a piscina e a dar mergulhos…
Tomemos, ao mesmo tempo, algumas notas algures num pequeno caderno…

Vila de Rei encontra-se numa região rica em artesanato, ainda que este tenha pouca expressão económica. Neste âmbito há que destacar a cestaria e a tecelagem produzida pelas gentes da terra e apreciada por muitos visitantes.

A gastronomia, elevada a Património Cultural, é um dos pontos fortes do concelho de Vila de Rei, pois traz em si uma herança histórica extremamente valiosa, uma arte que a comunidade herdou dos seus antepassados e se recupera de geração em geração. Cozinhar não é apenas seguir uma receita. É algo mais intrínseco. É uma arte. 

Durante a parte da tarde iremos com certeza até à Sertã, para assinalar o fim de toda esta viagem repleta de emoções e sensações, podendo-se até aproveitar para almoçar a caminho no Restaurante Solar do Moinho, um espaço especialmente vocacionado para servir verdadeiros pratos regionais, situando-se bem perto da intitulada Capela do Espírito Santo… 

E assim se fica a conhecer um pouco mais também sobre a própria freguesia de Cardigos, que tal como acontece com a freguesia de Amêndoa, faz parte do concelho de Mação 


A Sertã é uma vila portuguesa, sede de município, com 14 freguesias, distrito de Castelo Branco, região Centro, sub-região do Pinhal Interior Sul. A vila tem cerca de 5 500 habitantes, sendo a principal vila do Pinhal Interior Sul. Ao todo, o município tem uma área de 453,13 km² e 16 720 habitantes.

A Sertã localiza-se num vale xistoso, numa área florestal com predominância de pinheiro bravo, eucalipto e oliveira. É banhada por duas ribeiras, a Ribeira da Sertã (Ribeira Grande) e a Ribeira do Amioso (Ribeira Pequena). Todo o oeste do concelho é delimitado pelo Rio Zêzere.
E como é tão agradável dar um passeio pelo Jardim da Carvalha a caminho da Ponte Romana, que fica mesmo ao lado da Ribeira…

Mas ficando muita história por contar, prometo que noutra altura prosseguiremos viagem em direção a outros destinos e romarias… 
Até lá aconselho visitarem os seguintes sites em busca de mais informações e utilidades:

http://www.cm-viladerei.pt/

 http://www.cm-macao.pt/