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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Fique a Saber Mais Sobre o Esparguete + 6 Receitas de minha Autoria com Esparguete

A etimologia da palavra spaghetti significa “uma pequena corda”, exatamente como o primeiro esparguete, irregular e feito a mão, deve ter sido.

Esparguete (português europeu) (do italiano spaghetti) ou macarronete é uma pasta alimentícia desidratada e dura à base de sêmola de trigo, consumida sob a forma de fios. Há vários tipos de esparguete conforme o seu diâmetro (spaghettone, spaghettino, capellini, vermicelli, vermicelloni). O prato é consumido tradicionalmente com diferentes molhos (bechamel, tomate, ragu, quatro-queijos etc.). Os tipos e nomes variam de acordo com o diâmetro das massas alimentícias e a região de produção. Eles são fervidos em bastante água salgada.

Também é conhecido como: Fide (na Sicília, fidillini). Para o mais fino, capelli d’angelo (cabelo de anjo), Capellini (cabelo), capelvenere (cabelo de Vénus), fedelini, fidelini e sopracapellini, mas também vermicelli mezzi, spaghettini e vermicellini. Para o mais grosso, filatelli, Spaghettoni, vermicelloni e vermicelloni giganti. As formas finas são servidas no caldo de carne; as mais grossas, como Pastasciutta, com molhos tradicionais locais.

O escritor Giuseppe Prezzolini disse que “o esparguete tem o mesmo direito ou mais de pertencer à civilização italiana que Dante tem”. As massas, de fato, tornaram-se num símbolo da Itália. Têm o lugar de honra no menu e, devido à variabilidade dos condimentos que podem ser combinados com ele para se fazer uma refeição substancial e equilibrada, é, atualmente, a mais popular comida nas mesas italianas de todas as classes sociais.

Por muito tempo, discutiu-se qual povo teria inventado o spaghetti e as massas em geral: os chineses, os árabes ou os italianos. A origem até recentemente admitida era árabe, na forma do spaghetti seco, a chamada Itrjia, que entrou na Europa quando da dominação árabe na Sicília, no século IX. Aí, essa massa foi sendo mais elaborada desde sua chegada a Trabia, próximo a Palermo. A Sicília ficou sendo a “pátria” dessa iguaria, até ser substituída por Nápoles, já no século XVIII.

Outra teoria sobre a chegada na Itália do spaghetti atribui esse feito a Marco Polo, que teria trazido essa novidade na volta de sua viagem à China, entre 1271 e 1295. Hoje, porém, sabe-se que já havia registos anteriores de spaghetti e maccheroni (macarrão) na Península Itálica.

Pesquisas do Instituto de Geologia e Geofísica da Academia de Ciências de Pequim, sob o comando do professor Houyuan Lu, mostraram que, embora os mais antigos registos escritos em chinês acerca dos spaghetti datassem dos anos 25 a 220, durante a Dinastia Han, essa massa alimentícia era bem mais antiga. Houyauan Lu escavou no sítio arqueológico de Lajia (junto ao Rio Amarelo, em Haidong, na província Qinghai, no noroeste da China) da cultura Qijia, onde teria nascido a civilização chinesa. O local fora destruído por um terramoto, seguido de inundação, no final do Neolítico. Ali, um recipiente soterrado sob diversas camadas de argila continha um fio cilíndrico, espesso em diâmetro e com cerca de meio metro de comprimento, feito de milheto. Tratava-se de um precursor dos spaghetti. Os árabes teriam sido, tão somente, os introdutores dessa invenção chinesa na Europa.

Feito com farinha de trigo e água, o esparguete era, originalmente, confeccionado à mão e, mais tarde, passou a ser obtido por extrusão através de uma fieira. Hoje, ele é produzido em fábricas.

RECEITA NA CATEGORIA DE PEIXE: Esparguetada de Gambas e Rúcula

Ingredientes:
  • esparguete com sabor a caril q. b.
  • 2 dl de azeite
  • sal q. b.
  • 3 alhos picados
  • 1 cebola pequena picada
  • 1 folha de louro
  • 1 embalagem de gambas descongeladas
  • sumo de limão q. b.
  • 2 dl de vinho branco
  • orégãos q. b.
  • 1 embalagem de rúcula
  • 1 colher de sopa de margarina
  • 1 ramos de salsa picada
  • queijo ralado q. b.
  • sementes a gosto q. b.
Confeção:
  1. cozer o esparguete com sabor a caril conforme as respetivas informações contidas na embalagem
  2. colocar o azeite, os alhos e a cebola e a folha de louro num wook a refogar em lume brando, para depois juntar as gamas e deixar cozinhar em lume médio
  3. verter o sumo de limão e o vinho branco, para além dos orégãos
  4. quando se adicionar a embalagem de rúcula, colocar também a margarina, tal como o esparguete entretanto cozido e escorrido da água e ainda a salsa
  5. para finalizar, basta juntar o queijo ralado a gosto, já com o lume apagado, e servir, depois só no prato com umas sementes a gosto por cima
  • Esparguete de Atum com Ervilhas e Milho
Ingredientes:
  • esparguete q. b.
  • 1 lata de atum
  • 1 dl de azeite
  • sal q. b.
  • 3 alhos picados
  • 1 lata pequena de milho
  • 1 lata pequena de ervilhas
  • 1 embalagem de «molho base» para massas napolitanas ou outro a gosto
Confeção:
  1. cozer o esparguete conforme as respetivas informações contidas na embalagem
  2. colocar o azeite e os alhos a fritar um pouco em lume brando, para depois juntar o milho e as ervilhas, deixando cozinhar tudo um pouco em lume médio
  3. mais tarde, adicionar o tal «molho base», deixando cozinhar conforme a embalagem indicar
  4. retificar temperos, desligar o lume e servir

RECEITAS NA CATEGORIA DE CARNE:

  • Frango Guisado com Esparguete e Salada

Ingredientes:
  • esparguete q. b.
  • azeite q. b.
  • 3 alhos picados
  • 1 cebola pequena picada
  • 1 folha de louro
  • sal q. b.
  • 1 frango cortado aos pedaços
  • 1 tomate
  • polpa de tomate q. b.
  • 1 colher de sopa de pasta de pimentão
  • 2 dl de vinho branco
  • 2 dl de vinho do Porto
  • orégãos q. b.
  • 1 embalagem de rúcula
  • 1 dl de óleo
  • 1 ramos de salsa
  • folhas de alface q. b.
  • 1/2 cebola pequena cortada às meias luas
  • vinagre de vinho branco q. b.
  • crutons de pão integral
Confeção:
  1. preparar um refogado com o azeite, a cebola, o alho e a folha de louro;
  2. ao mesmo tempo, num outro tacho, ir cozendo o esparguete em água a ferver, à qual se juntou um pouco de óleo e sal;
  3. juntar os pedaços de frango ao tacho anterior, para primeiro deixar corar um pouco em lume brando;
  4. adicionar o tomate ao preparado anterior, tal como a polpa de tomate, a pasta de pimentão, o vinho branco e o vinho do Porto;
  5. colocar o raminho de salsa e o sal;
  6. deixar cozinhar a carne com o tacho tapado e em lume brando;
  7. preparar a salada: juntar a alface, a cebola e os crutons, tudo temperado a gosto com o sal, o azeite e o vinagre de vinho branco;
  8. retirar os dois preparados do lume e colocar no prato de servir, escorrendo a água ao esparguete, bem como a salada de alface já preparada anteriormente.
  • Esparguete de Presunto, Bacon e Cogumelos, servido com Molho de Natas com Sabor a Cogumelos
Ingredientes:
  • esparguete q. b.
  • 2 dl de azeite
  • sal q. b.
  • 3 alhos picados
  • 1 lata pequena de cogumelos laminados
  • 100 gr de presunto cortado aos pedaços
  • 100 gr de bacon cortado aos pedaços
  • 1 embalagem de molho de natas com sabor a cogumelos
Confeção:
  1. cozer o esparguete conforme as respetivas informações contidas na embalagem
  2. colocar o azeite e os alhos a fritar um pouco em lume brando, para depois juntar os cogumelos, o bacon e o presunto, deixando cozinhar tudo em lume médio
  3. mais tarde, adicionar o molho de natas com sabor a cogumelos, deixando apurar tudo e retificar temperos
  • Costeletas de Porco de Cebolada acompanhadas de Esparguete, Brócolos e Pepino 
Ingredientes:
  • costeletas de porco q. b.
  • esparguete q. b.
  • brócolos q. b.
  • 2 latas de cogumelos laminados
  • 1 dl de azeite
  • sal q. b.
  • piripiri q. b.
  • 3 alhos picados
  • pimentão doce q. b.
  • 2 folhas de louro
  • 1 cebola grande laminada
  • 1 dl de vinho branco
  • 1/2 pepino descascado e cortado aos cubos
  • 1 colher de sopa de margarina
  • umas gotas de sumo de limão
Confeção:
  1. cozer o esparguete conforme as respetivas informações contidas na embalagem
  2. colocar o azeite, a cebola, o louro e os alhos a refogar um pouco em lume brando, para depois colocar por cima as costeletas, distribuindo-se o sal, o piripiri, o vinho branco, o sumo de limão e o pimentão doce, deixando cozinhar tudo em lume brando
  3. mais tarde, virar as costeletas e adicionar os cogumelos
  4. retificar temperos, desligar o lume e servir as costeletas de porco com o esparguete, os brócolos anteriormente bringidos e o pepino
  • Coelho Guisado com Esparguere com Esparquete e Salada Verde
Ingredientes:
  • esparguete q. b.
  • azeite q. b.
  • 4 alhos esmagados
  • 1 cebola pequena picada
  • 2 folhas de louro
  • sal q. b.
  • 1 coelho cortado aos pedaços
  • 1 tomate maduro cortado aos pedaços
  • polpa de tomate q. b.
  • 1 colher de sopa de massa de pimentão
  • 2 dl de vinho branco
  • 2 dl de vinho do Porto
  • 1 dl de óleo
  • 1 raminho de salsa
  • folhas de alface q. b.
  • 1/2 cebola pequena cortada às meias luas
  • vinagre de vinho branco q. b.
  • sementes a gosto
Confeção:
  1. preparar um refogado com o azeite, a cebola, os alhos e as folhas de louro, juntando depois o tomate;
  2. ao mesmo tempo, num outro tacho, ir cozendo o esparguete em água a ferver, à qual se juntou um pouco de óleo e sal;
  3. juntar os pedaços de coelho ao tacho anterior, tal como a polpa de tomate, a massa de pimentão, o vinho branco, o vinho do Porto, o sal e a salsa, deixando cozinhar tudo com o tacho tapado e em lume brando;
  4. preparar a salada verde: juntar as alfaces e as sementes, temperado a gosto com o sal, o azeite e o vinagre de vinho branco;
  5. retirar os dois preparados do lume e colocar no prato de servir, escorrendo a água ao esparguete, bem como a salada verde já preparada anteriormente.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O dia Internacional do Vinho do Porto, a sua história e duas receitas!

DIA INTERNACIONAL DO VINHO DO PORTO
Será durante o dia de amanhã, 27 de janeiro, que se assinalará o intitulado Dia Internacional do Vinho do Porto!

Mas esta data já fora criada em 2012 pelo Center for Wine Origins, uma instituição dos Estados Unidos da América, da qual o IVDP (Instituto dos Vinhos do Douro e Porto) faz parte.

Já agora, a chamada “Região demarcada do Douro” engloba cerca de 250 mil hectares, onde 44 mil são compostos por vinhas e 32 mil estão autorizados a produzir vinho do Porto; em terra de socalcos existem mais de 100 castas aptas à produção.

E se a região é demarcada há mais de 260 anos, a produção na região é já milenar, antecedendo a ocupação romana, somando já cerca de 65 mil pessoas envolvidas na produção deste tipo de vinho.

Por outro lado, o Douro é considerado Património da Humanidade pela UNESCO como “paisagem cultural evolutiva e viva”, estando dividido em três sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior).

Alguns factos sobre o vinho do Porto:

– 85% da produção deste vinho é para exportação (7,5 milhões de caixas por ano).
– 20% das exportações destinam-se a França.
– França, Portugal, Reino Unido, Holanda, Bélgica e EUA são os países que mais consomem esta bebida.
– O vinho do Porto está presente em cerca de 120 mercados.
– As vendas do vinho do Porto rendem 365,4 milhões de euros (em 2013).
– O nível de álcool deste vinho varia entre 16,5% (branco leve seco) e 22%.
– Existem quatro estilos de vinho do Porto: Tawny (envelhecido em pipa), Ruby (envelhecido em garrafa), Branco e Rosé.
– EUA, Argentina, África do Sul ou Austrália são alguns países que produzem imitações do vinho do Porto.

A HISTÓRIA DO VINHO DO PORTO

Quanto à sua história, o Vinho do Porto é um vinho natural e fortificado, produzido exclusivamente a partir de uvas provenientes da Região Demarcada do Douro, no Norte de Portugal a cerca de 100 km a leste da cidade do Porto, sendo Régua e Pinhão os principais centros de produção e S. João da Pesqueira o concelho com maior produção de vinho do Porto a nível nacional.

Apesar de produzida com uvas do Douro e armazenada nas caves de Vila Nova de Gaia, esta bebida alcoólica ficou conhecida como “vinho do Porto” a partir da segunda metade do século XVII por ser exportada para todo o mundo a partir desta cidade: Vila Nova de Gaia é então o local com maior concentração de álcool por metro quadrado do mundo!

Porém, a “descoberta” do vinho do Porto é polémica, já que uma das versões, defendida pelos produtores da Inglaterra, refere que a origem data do século XVII, quando os mercadores britânicos adicionaram brandy ao vinho da região do Douro para evitar que ele azedasse. 

Por outro lado, o processo que caracteriza a obtenção do precioso néctar era já conhecido bem antes do início do comércio com os ingleses, pois já, por causa das época dos Descobrimentos, o vinho era armazenado desta forma para se conservar durante todo o tempo das viagens. 

Portanto, a diferença fundamental reside na zona de produção e nas castas utilizadas, hoje protegidas e a empresa Croft foi das primeiras a exportar vinho do Porto, seguida por outras empresas inglesas e escocesas.

O que torna o vinho do Porto diferente dos restantes vinhos, além do clima único, é o facto de a fermentação do vinho não ser completa, sendo parada numa fase inicial (dois ou três dias depois do início), através da adição de uma aguardente vínica neutra (com cerca de 77º de álcool). 

Assim o vinho do Porto é um vinho naturalmente doce (visto o açúcar natural das uvas não se transforma completamente em álcool) e mais forte do que os restantes vinhos (entre 19 e 22º de álcool).

Fundamentalmente consideram-se três tipos de vinhos do Porto: Branco, Ruby e Tawny.

Acrescente-se ainda que o vinho do Porto que envelhece até três anos é considerado standard, pertencendo a categorias especiais, quer porque as uvas que lhe deram origem são de melhor qualidade, quer por terem sido produzidos num ano excepcionalmente bom em termos atmosféricos. 
Assim, entre as categorias especiais, é comum encontrar os Reserva, os LBV, os Tawnies envelhecidos e os Vintage, e, menos regularmente, os Colheita.

Para terminar, nos primórdios da história do comércio do vinho do Porto, os ingleses eram das famílias mais influentes no negócio, uma vez que o mercado inglês era o maior consumidor mundial do famoso néctar português. 
Com o passar dos anos outras nacionalidades — tais como holandeses, alemães e escoceses — prevaleceram igualmente no comércio deste produto português. 
As principais casas portuguesas eram a casa Ferreira — detida por D. Antónia Ferreira —, Ramos Pinto e a Real Companhia Velha.

RECEITA NA CATEGORIA DE CARNE: Entrecosto carnudo com batatas no forno

Ingredientes:

  • azeite, sal e folhas alecrim q. b.
  • 1 cebola grande cortada às rodelas
  • 6 alhos esmagados
  • 6 folhas de louro
  • 1 peça de entrecosto carnudo
  • 4 colheres de sopa de massa de pimentão
  • 4 colheres de sopa de margarina
  • 4 colheres de sopa de polpa de tomate
  • 1 cálice de vinho do Porto
  • batatas pequenas cortadas aos quartos para 4 pessoas

Confeção:

  1. cobrir o tabuleiro de barro com o azeite, a camada de cebola cortada às rodelas, os alhos esmagados e as folhas de louro
  2. colocar, por cima, a peça de entrecosto carnudo envolvida em: massa de pimentão, polpa de tomate, vinho Porto, folhas de alecrim e sal q. b.
  3. entretanto devem-se dar alguns golpes na própria carne, acrescentando mais uns pedaços de folhas de louro, bem como pedaços de margarina
  4. distribuir as batatas envolta da peça de carne
  5. ligar o forno a 180ºC, tendo a preocupação de ir virando a peça de carne, bem como as batatas 

RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Maçãs assadas no forno

Ingredientes:
  • 6 maçãs vermelhas
  • 6 paus de canela
  • açúcar amarelo q. b.
  • 1 cálice de vinho do Porto 

Confeção:

  1. Lavar as maçãs, para depois, com a ajuda de algum instrumento próprio para o efeito, retirar a parte central (pedúnculo e caroços), criando um tubo oco no meio de cada uma delas
  2. Colocar as maçãs num tabuleiro para ir ao forno, polvilhando em seguida com açúcar a gosto, para além de introduzir um pau de canela no meio de cada uma
  3. Salpicar o tabuleiro com o vinho do porto, levando depois tudo ao forno pré-aquecido a 180.ºC, cerca de 1h

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

HISTÓRIA E RECEITA EM VÍDEO DO STROGONOFF

Estrogonofe (do russo строганов, stroganov) é um prato originário da culinária russa composto por cubos de carne bovina servidos num molho de creme de leite

O seu início ficou marcado no século XVI, aquando do tipo da alimentação fornecida aos soldados russos, na forma de rações de carne cortadas em barris com sal grosso e aguardente. Através de um cozinheiro do Czar russo Pedro, o Grande, a comida foi melhorada e o general que protegia o cozinheiro chamava-se Strogonov, donde muito possivelmente surgiu o nome para a receita em causa.
Mais tarde, com a Revolução de 1917 e a imigração dos russos para a Europa, a receita chegou até à França, donde foi novamente melhorada, chegando à forma que conhecemos atualmente
E na França incluíram os Champignons, enquanto que a utilização de ketchup na receita foi depois popularizada pelos Estados Unidos. 
O sucesso do Strogonoff foi tão grande, que juntamente com a lasanha, por exemplo, é hoje um dos dez pratos mais vendidos no mundo!
Mas, na realidade, existem muitas histórias para explicar o seu aparecimento, bem como o surgimento do seu nome.
 
Para saber mais:
 
As versões norte-americanas e australiana da receita geralmente são preparadas com tiras de bife, mas também podem ser incluídos bacon, cogumelos, cebolas. O molho pode ser engrossado com nata azeda e servido com arroz (EUA e Austrália) ou macarrão (mais comum nos EUA). Era o prato preferido do presidente norte-americano Abraham Lincoln, e do famoso ator Charles Chaplin.
 
O estrogonofe é bastante popular no Brasil, onde tem muitas variações como o uso de carne de frango ou camarões. A principal característica do estrogonofe brasileiro é o uso de molho de tomate misturado com o creme de leite. Além disso, é quase sempre servido com uma porção de arroz (branco ou à grega) e batata palha, enquanto que na Rússia era geralmente servido com batatas cozidas.
 
Estrogonofe também é popular na Suécia e Noruega. Na Suécia, uma variante comum, é o estrogonofe de linguiça, que usa a tradicional linguiça sueca chamada falukorv como substituta para a carne.
 
Para finalizar, aqui está a minha sugestão para o vosso fim de semana em família e… bom apetite 🙂