No seguimento do texto publicado anteriormente (BOLO DE CHOCOLATE COM CHANTILLY E PASTA DE AÇÚCAR – PARTE 2), hoje apresento-vos então o terceiro e último vídeo acerca da receita filmada na minha cozinha do bolo de chocolate com chantilly e pasta de açúcar, incluindo:
– decoração final do bolo
Já agora, a receita utilizada para fazer a tal massa do bolo, foi retirada do livro Chocolate – A Arte e os Segredos, com a assinatura de Ana Sousa e Silva, com quem tive o prazer de conversar um pouco, no seu próprio espaço Com Cheiro a Chocolate, em Oeiras, devendo clicar na imagem abaixo de forma a ter acesso a essa mesma receita!
Algumas notas importantes a ter em conta aquando da utilização da intitulada pasta de açúcar: – utilizar um bolo mais ou menos firme e algo húmido (desta vez utilizei bolo de chocolate, mas também costumo fazer bolo de iogurte que fica muito bem: ver a receita contida no seguinte link através da imagem abaixo)
– rechear e cobrir o bolo com um creme a gosto, não devendo ter recheio em demasia no caso de optar por uma só camada – colocar a pré-cobertura (atenção: eu utilizei o chantilly porque o bolo era para ser consumido de imediato, caso contrário teria usado preferencialmente cremes que não necessitassem de frigorífico, tais como creme de manteiga ou ganache, já que os bolos decorados com pasta também não devem ir ao frigorífico; também se devem evitar frutas) – reservar o bolo, por algum tempo, antes de ser coberto com pasta de açúcar – espalhar, na mesa de trabalho, um pouco de farinha Maizena, ou então açúcar impalpável, que é uma mistura de açúcar em pó com farinha Maizena numa certa proporção, antes de estender a pasta com o rolo – incorporar q. b. de CMC na pasta de açúcar, a fim de fazer modelagem, para a tornar mais maleável, elástica e seca mais depressa, servindo ao mesmo tempo de “cola alimentar” ao juntar-lhe um pouco de água
Para terminar toda esta série de vídeos, ainda vos deixo acima deste parágrafo, um outro ainda a respeito da mesma receita filmada, mas que aborda só a seguinte explicação: – cobertura inicial do bolo com pasta de açúcar Isto porque, existem sempre dúvidas, nunca sendo demais partilhar mais algumas ideias úteis com quem tiver interesse em aprender mais e melhor, conseguindo também surpreender possíveis convidados na sua festa de aniversário, por exemplo! Por isso, depois contem-me como foi, sugerindo até partilharem algumas das vossas fotografias, boa ideia?
No seguimento do texto publicado anteriormente (BOLO DE CHOCOLATE COM CHANTILLY E PASTA DE AÇÚCAR – PARTE 1), hoje apresento-vos então o segundo vídeo acerca da receita filmada na minha cozinha do bolo de chocolate com chantilly e pasta de açúcar, incluindo:
– confeção do recheio e da cobertura do bolo
Já agora, devo acrescentar que a receita utilizada para fazer a tal massa do bolo, foi retirada do livro Chocolate – A Arte e os Segredos, com a assinatura de Ana Sousa e Silva, com quem tive o prazer de conversar um pouco, no seu próprio espaço Com Cheiro a Chocolate, em Oeiras, devendo clicar na imagem abaixo de forma a ter acesso a essa mesma receita!
Pois quanto à receita do recheio e cobertura do bolo, temos que:
RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Chantilly Caseiro
Ingredientes:
400 ml de natas para bater
100 g de açúcar fino
1 colher de chá de aroma de baunilha
Confeção:
Colocar as natas no frigorífico algumas horas antes de começar a confecionar a receita
Bater as natas na velocidade máxima durante cerca de 2 minutos, para depois reduzir e juntar o açúcar, mas sem nunca parar de mexer
Quando as natas começarem a ficar mais sólidas, juntar o aroma de baunilha e continuar a bater até chegar à consistência desejada, colocando depois no frigorífico até ser utilizado
Nota importante: para bater um chantilly impecável, tanto os ingredientes tal como os utensílios que irá utilizar deverão estar frios, evitando assim que o calor amacie a gordura da nata e esta por sua vez perca a consistência necessária.
E tal como podem verificar no final do vídeo acima, não se esqueçam de ficar atentos às próximas publicações a fim de terem acesso, assim que possível, ao terceiro vídeo relativo à decoração do mesmo bolo!
Para finalizar, ainda posso chamar à atenção para reverem o Unboxingreferente à batedeira elétrica utilizada nos dois vídeos então já publicados, a respeito da receita filmada:
No seguimento do texto publicado anteriormente (PARABÉNS MÃE!), hoje apresento-vos então o primeiro vídeo acerca da receita filmada na minha cozinha do bolo de chocolate com chantilly e pasta de açúcar, incluindo:
– descrição dos ingredientes e utensílios utilizados – confeção da massa do bolo
Já agora, devo acrescentar que a receita utilizada foi retirada do livro Chocolate – A Arte e os Segredos, com a assinatura de Ana Sousa e Silva, com quem tive o prazer de conversar um pouco, no seu próprio espaço Com Cheiro a Chocolate, em Oeiras, devendo clicar na imagem abaixo de forma a ter acesso a essa mesma receita!
E tal como podem verificar no final do vídeo acima, não se esqueçam de ficar atentos à próxima publicação a fim de terem acesso ao segundo vídeo relativo à receita do mesmo bolo!
Uma vez que se aproxima, a passos largos, o dia 19 de março, decidi começar já a pensar em preparar algo tão especial quanto possível e dedicado ao melhor pai do mundo: o meu!
Quantas vezes é que ele não me sentou ao seu colo… quantas vezes é que ele não me ajudou a fazer os trabalhos da escola… quantas vezes é que ele não me contou histórias quando eu não conseguia dormir numa noite de trovoada… Dia do Pai, de acordo com a história, nomeadamente de Portugal, coincide com o dia cristão em que se comemora o dia de São José, Pai de Cristo, e ao mesmo tempo esposo da Virgem Santa Maria, mãe de Jesus; ou seja, 19 de março é a data comemorativa em que se homenageia a figura paterna da família cristã e antepassados pais. Todavia, também se evoca, para origem desta mesma data, que, um jovem, da Babilónia, há mais de 4 mil anos, chamado Elmesu, terá moldado em argila o primeiro cartão dedicado ao seu pai, um rei babilónico famoso, Nabucodonosor, através do qual lhe desejaria sorte, saúde e longa vida; facto este que levaria, a partir de1972, o presidente americano Richard Nixon a decidir-se por marcar o “Dia do Pai” (Father’s Day) no então calendário cristão, tantos nos Estados Unidos, bem como em Inglaterra!
Para finalizar por hoje, por que não experimentarem a fazer um bolo rápido, simples, fofo e húmido? É um bolo que sai sempre bem, e ainda ideal para dedicarem, quem sabe, tal como eu fiz, um pouco do vosso tempo ao cake design, por sua vez tão simplesmente considerada como a “arte com sabor a açúcar“!
RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESAS: Bolo de Iogurte
Ingredientes:
4 ovos
1 iogurte
3 copos de iogurte de açúcar
1 copo de iogurte de óleo
3 copos de iogurte de farinha de trigo
1 colher de sobremesa de fermento em pó
Confeção:
Ligar o forno a 180ºC.
Juntar os ingredientes num único recipiente, pela seguinte ordem: ovos, iogurte, açúcar, óleo, farinha e fermento.
Misturar tudo muito bem até obter um preparado uniforme.
Colocar o preparado anterior numa forma, previamente untada com manteiga e polvilhada de farinha.
Colocar a forma no forno durante cerca de 40 minutos.
E no que diz respeito à cobertura apresentada no vídeo acima, eu utilizei, em primeiro lugar, ganache, e só depois pasta de açúcar de compra:
RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESAS: Ganache
Ingredientes:
200 ml de natas
200 g de chocolate negro
Confeção:
partir o chocolate aos pedaços para uma taça.
deixar ferver as natas, para logo de seguida serem vertidas sobre o chocolate anterior.
mexer muito bem até toda a mistura se tornar homogénea.
deixar arrefecer para depois cobrir todo o bolo, devendo esperar algum tempo novamente antes de colocar por cima a pasta de açúcar.
Estrogonofe (do russo строганов, stroganov) é um prato originário da culinária russa composto por cubos de carne bovina servidos num molho de creme de leite. O seu início ficou marcado no século XVI, aquando do tipo da alimentação fornecida aos soldados russos, na forma de rações de carne cortadas em barris com sal grosso e aguardente. Através de um cozinheiro do Czar russo Pedro, o Grande, a comida foi melhorada e o general que protegia o cozinheiro chamava-se Strogonov, donde muito possivelmente surgiu o nome para a receita em causa. Mais tarde, com a Revolução de 1917 e a imigração dos russos para a Europa, a receita chegou até à França, donde foi novamente melhorada, chegando à forma que conhecemos atualmente. E na França incluíram os Champignons, enquanto que autilização de ketchup na receita foi depois popularizada pelos Estados Unidos. O sucesso do Strogonoff foi tão grande, que juntamente com a lasanha, por exemplo, é hoje um dos dez pratos mais vendidos no mundo!
Mas, na realidade, existem muitas histórias para explicar o seu aparecimento, bem como o surgimento do seu nome.
Para saber mais:
“As versões norte-americanaseaustralianada receita geralmente são preparadas com tiras de bife, mas também podem ser incluídosbacon,cogumelos,cebolas. O molho pode ser engrossado comnata azedae servido com arroz (EUAeAustrália) ou macarrão (mais comum nos EUA). Era o prato preferido do presidente norte-americanoAbraham Lincoln, e do famoso atorCharles Chaplin.
O estrogonofe é bastante popular noBrasil, onde tem muitas variações como o uso de carne defrangooucamarões. A principal característica do estrogonofe brasileiro é o uso demolho de tomatemisturado com ocreme de leite. Além disso, é quase sempre servido com uma porção dearroz(branco ouà grega) ebatata palha, enquanto que naRússiaera geralmente servido com batatas cozidas.
Estrogonofe também é popular na Suécia e Noruega. Na Suécia, uma variante comum, é o estrogonofe de linguiça, que usa a tradicional linguiça sueca chamada falukorv como substituta para a carne.“
Para finalizar, aqui está a minha sugestão para o vosso fim de semana em família e… bom apetite 🙂
O vídeo apresentado abaixo, realizado por mim há cerca de 2 anos, logo assinado na altura ainda como MRKitchen, relata uma daquelas receitas culinárias que sabe sempre tão bem, mmmm… seja a miúdos ou graúdos, não é verdade?
Aliás, segundo reza a história, “ao contrário do conhecimento popular e do fato ser considerada tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5 000 anos. A massa era chamada de “pão de abraão”, era muito parecida com os pães árabes atuais e recebia o nome de piscea.”
E partindo do princípio de que a “pizza é uma preparação culinária que consiste em um disco de massa fermentada de farinha de trigo, coberto com molho de tomate e os ingredientes variados que normalmente incluem algum tipo de queijo, carnes preparadas ou defumadas e ervas, normalmente orégano ou manjericão, tudo assa do forno“, basta só depois fazer-se acompanhar de uma boa salada a seu bel-prazer, a fim de degustar algo que ora pode ser servido como prato principal, ora como lanche, nem mais!
Portanto, tudo “começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os primeiros foram os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.”
E se não tem muito jeito para cozinhar, seja apenas hábil no momento em que procura o tipo de cobertura que mais lhe apetece, ou lhe convém quando abre a porta do seu frigorífico, uma vez que:
“Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e, por causa das cruzadas, essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo, em seguida, incrementada, dando origem à pizza que conhecemos hoje. No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva, comuns no cotidiano da região, eram os ingredientes típicos da pizza. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado à Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época, a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.”
Na verdade:
“A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surgiu o termo picea, na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. “Picea” indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava “matar a fome”, principalmente a da parte mais pobre da população. Normalmente, a massa de pão recebia, como sua cobertura, toucinho, peixes fritos e queijo.”
Pode concluir-se então que a Pizza é uma receita indiscutivelmente versátil, simples e bastante fácil de preparar, para além de bastante económica, se quiser!
Em 1982, foi fundada, em Nápoles, na Itália, por Antonio Pace, a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana, (Associazione Verace Pizza Napoletana, em italiano) com a missão de promover a culinária e a tradição da pizza napolitana, defendendo, até com certo purismo, a sua cultura, resguardando-a contra a “miscigenação” cultural que sofre a sua receita. Com estatuto preciso, normatiza as suas principais características.
A associação age fortemente na Itália para que a pizza napolitana seja reconhecida pelo governo como “DOC” (di origine controllata, Denominação de Origem Controlada em português). Em 2004, um projecto de lei foi enviado ao parlamento, com o intuito de regulamentar, por lei, as verdadeiras características da pizza napolitana. O “DOC” é uma designação que regulamenta produtos regionais, tais como os famosos vinhos portugueses.
Além disso, a pizza napolitana está, desde Dezembro de 2009, protegida pela Comissão Europeia, junto com mais 44 produtos que têm o selo de “Especialidade Tradicional Garantida” (Specialità Tradizionale Garantita – STG).
Segundo a associação, a Verace Pizza Napolitana deve ser confeccionada com farinha, fermento natural ou levedura de cerveja, água e sal. A pizza deve ser, ainda, trabalhada somente com as mãos ou por alguns misturadores devidamente aprovados por um comitê da organização. Depois de descansar, a massa deve ser esticada com as mãos, sem o uso de rolo ou equipamento mecânico. Na hora de assar, a pizza deve ser colocada em forno a lenha (somente), a 485°C, sendo que, sobre a superfície do forno, não deve ser colocado nenhum outro utensílio.
A variedade de coberturas é reconhecida pela organização, porém devem ter a sua aprovação, estando em conformidade com as tradições napolitanas e não contrastando com nenhuma regra gastronômica. Algumas coberturas são tidas como tradicionais, sendo elas (respeitando seus nomes italianos):
Marinara (Napolitana): tomate, azeite de oliva, orégano (orégão) e alho.
Margherita: tomate, azeite de oliva, queijo mozzarella e manjericão.
Ripieno (Calzone), uma pizza recheada: queijo ricota, queijo mozzarella especial, azeite de oliva e salame.
Formaggio e Pomodoro: tomate, azeite de oliva e queijo parmesão ralado.
Quando degustada, a pizza deve apresentar-se macia, bem assada, suave, elástica, fácil de ser dobrada pela metade. As bordas elevadas devem ser douradas”. O gosto da massa deve ser de pão bem fermentado, misturado ao sabor ácido do tomate, aroma de alho, orégano, manjericão.
A pizza deve ser obrigatoriamente redonda, não podendo o seu diâmetro ser maior do que trinta e cinco centímetros. Outra medida, a espessura no centro do disco, não deve ser maior do que cinco milímetros, e a borda não pode ser maior do que dois centímetros.“